Author Archives: Diga Não à Leishmaniose

Cão com suspeita de Leishmaniose circula livremente em Alto Araguaia – MT


Há várias semanas a Rádio Aurora FM vem recebendo algumas denúncias referente ao animal

Flávia Keusany – Repórter

A Leishmaniose Visceral Canina, doença que é transmitida através da picada de um mosquito (flebótomos) e que geralmente acomete cães sadios e, que ainda, tem o poder de acometer humanos com imunidade baixa, crianças, idosos e pessoas doentes, parece não ser levada a sério no município de Alto Araguaia.

Há várias semanas a Rádio Aurora FM vem recebendo algumas denúncias de que um cachorro com suspeita de Leishmaniose vem circulando livremente pela cidade de Alto Araguaia.

Na manhã desta quarta feira (16 de novembro) a reportagem do site ANDREDAFM registrou o cachorro circulando na Avenida Carlos Hugueney, próximo a ponte que liga Alto Araguaia e Santa Rita.

O animal de propriedade desconhecido vem circulando há várias semanas pela cidade. O cão aparenta ter idade avançada. Fica aqui a denúncia para que as autoridades competentes tomem as devidas providências para prender o cão e evitar que a doença passe para outro animal e até mesmo seres humanos.

http://www.andredafm.com.br/noticias/cao-com-suspeita-de-leishmaniose-visceral-canina-circula-livremente-em-alto-araguaia.html

Outono e Inverno são as épocas ideais para fazer o rastreio da leishmaniose canina

Se o cão não for portador da doença, agora é a altura do ano ideal para lhe dar uma protecção duradoura contra a leishmaniose canina.
Sendo Portugal uma área fortemente endémica, o plano de vacinação contra a leishmaniose canina deve ser iniciado durante estas estações. Deste modo, o cão poderá enfrentar a época de maior perigo com um nível elevado de defesas.
Um pequeno mercado e o tamanho particular do território português foram factores determinantes na decisão da Virbac de distribuir as primeiras doses disponíveis em Portugal. Com o aumento da capacidade de produção da vacina, a França tornou-se, desde o passado dia 19 de Setembro, o segundo país europeu onde esta se encontra disponível. À semelhança do primeiro, a adesão por parte dos donos tem sido substancial, particularmente nas regiões a Sul onde a doença é dominante.
No seguimento da França, a vacina será lançada no início de 2012 em Espanha e na Grécia, dois outros países europeus onde o risco de infecção é particularmente elevado.

São Caetano promove feira de adoção de animais neste sábado

A Prefeitura de São Caetano do Sul promoverá neste sábado (19/11), das 10 às 16 horas, mais uma edição da feira de adoção de cães e gatos que integra a campanha AdoCão, uma atitude que é o bicho. O evento será realizado na sede do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), localizado na Rua Justino Paixão, 141, no Bairro Mauá. Os interessados em levar os animaizinhos para casa devem ter mais de 18 anos e apresentar RG, CPF e comprovante de residência – não é necessário ser morador de São Caetano.

A medida realizada pela Prefeitura, por meio do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), conta com o apoio das ONGs NIPA Arca de Noé e Associação Protetora dos Animais de São Caetano Sul (APASCS).

Hotsite – A Prefeitura de São Caetano do Sul conta com um hotsite (http://www.saocaetanodosul.sp.gov.br/adocaodeanimais/) que contém fotos e características dos animais que estão abrigados no Centro de Controle de Zoonoses da cidade, prontos para serem adotados – todos já receberam as vacinas polivalentes e antirrábica, além da vermifugação. Os machos, na sua maioria, já foram castrados. O internauta também pode encontrar diversas informações relacionadas à causa animal como posse responsável, feiras de adoção, vacinação, primeiros socorros, legislações relacionadas ao bem-estar dos animais e a possibilidade de realizar denúncias sobre maus-tratos, além de sugestões.

A população de São Caetano conta também com uma Unidade Móvel de Ações Veterinárias – “Pet Bus”. Com uma moderna estrutura e finalidade preventiva e educativa, o equipamento, que está semanalmente em diversos pontos da cidade, objetiva promover ações como vacinação antirrábica, fornecer orientações, além de estimular a posse responsável de animais. O Pet Bus tem em sua estrutura todo o material necessário para a realização de campanhas de vacinação, um lavatório e uma maca para atendimento dos animais.

Da Redação
(17/11/11)

Goiânia: GOIÂNIA SERÁ CIDADE-PILOTO PARA TESTE RÁPIDO DE LEISHMANIOSE VISCERAL CANINA | Correio Cidadão

Goiânia: GOIÂNIA SERÁ CIDADE-PILOTO PARA TESTE RÁPIDO DE LEISHMANIOSE VISCERAL CANINA | Correio Cidadão

Audiência Pública para debater o Projeto de Lei 1738/2011 do Deputado Federal Geraldo Resende

Colaborou : Vivi Vieri de Jales – SP

Na próxima terça-feira (22), será realizada na Câmara, às 14h30, uma audiência pública para debater o projeto de lei 1738/11, que dispõe sobre a Política Nacional de Vacinação contra a Leishmaniose. O relator é contrário a políticas públicas e favorável à eutanásia dos animais. A aprovação desse projeto pode significar um avanço enorme para a causa animal. Você que está em Brasília se organize e participe! Não podemos deixar passar este momento tão importante!!

Pauta
COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA
54ª Legislatura – 1ª Sessão Legislativa Ordinária

PAUTA DE REUNIÃO ORDINÁRIA EM 22/11/2011 às 14h30 – C O N F I R M A D A

REUNIÃO DE AUDIÊNCIA PÚBLICA
(Requerimentos nºs 105/11 e 107/11 dos
Deputados Mandetta e Geraldo Resende)

TEMA:

“Debater o Projeto de Lei n°1.738, de 2011 que dispõe sobre a Política Nacional de Vacinação contra a Leishmaniose animal e discutir a situação da Leishmaniose Visceral no Brasil”.

CONVIDADOS:

CARLOS HENRIQUE NERY COSTA
Presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical

JOSÉ RICARDO PIO MARINS
Coordenador Geral de Doenças Transmissíveis da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde

VÍTOR MÁRCIO RIBEIRO
Mestre em Medicina Veterinária Preventiva e Epidemiologia e Doutor em Parasitologia pela Universidade Federal de Minas Gerais

Se preferir acesse:
http://www.camara.gov.br/internet/ordemdodia/ordemDetalheReuniaoCom.asp?codReuniao=27706

Exame para confirmar se criança morreu por leishmaniose pode sair em 30 dias

Escrito por Campo Grande News
Qua, 09 de Novembro de 2011 16:20

O exame que vai confirmar se o menino de 1 anos e 8 meses morreu em decorrência de leishmaniose pode sair em 30 ou até 50 dias. A Secretaria de Saúde do Estado informou que o Lacen (Laboratório Central de Saúde Pública de Mato Grosso do Sul) recolheu material para exame no dia 27 de outubro, data em que a criança veio de Três Lagoas para o Hospital Universitário em Campo Grande.

O resultado deste exame deu indeterminado o que levou a Secretaria a encaminhar o material para o hospital de referência em leishmaniose em Belo Horizonte, Minas Gerais. Por conta disso o prazo máximo para o resultado é de 50 dias.

Caso esta morte seja confirmada será o 7° óbito só neste ano. Até hoje foram registrados 441 notificações e 215 confirmações de leishmaniose visceral.

O menino morreu no último domingo no Hospital Universitário de Campo Grande. De acordo com a Assessoria de Comunicação de Três Lagoas, a criança apresentava sintomas próprios de quem contraiu leishmaniose: febre, palidez, aumento do baço e icterícia.

Quando ainda apresentava suspeita de uma simples gripe com febre, a criança passou pelo Pronto Atendimento em Três Lagoas, no dia 24 de outubro, mas retornou no dia 26 já com palidez, aumento do baço e icterícia.

Segundo a Prefeitura, a criança foi imediatamente encaminhada ao Pronto Socorro do Hospital Nossa Senhora Auxiliadora, no mesmo dia, onde chegou a ser internada.

Logo na madrugada do dia seguinte, ela foi transferida para ser internada no HU, onde foi confirmada a suspeita de leishmaniose.

É o primeiro óbito por leishmaniose neste ano em Três Lagoas. No ano passado, segundo a Prefeitura, foram registrados 17 casos da doença e duas mortes.

Vascina preventiva da Leishmaniose

Por Vivi Vieri

Vacina não deixa cão POSITIVO!!! Já foi dito tantas vezes….Vacinas devem ser vistas como um meio de prevenção importante, assim como os repelentes.
A vacina Canileish foi tão aplaudida na Europa, foi vista como um arma a mais para prevenir a doença, aqui no Brasil prevenção é coisa rara e ainda criticam…

http://www.camara.gov.br/internet/radiocamara/default.asp?lnk=SAIBA-MAIS-SOBRE-O-CONTROLE-DE-ZOONOSES-0840&selecao=MAT&materia=129411&programa=132

Resumo
Na reportagem de hoje, vamos saber um pouco mais sobre o controle de zoonoses, doenças que podem ser transmitidas a humanos direta ou indiretamente por animais.
Gatos são seres independentes, que prezam sua privacidade acima de tudo. Cães são mais apegados às pessoas. Gostam de contato constante com os humanos e detestam estar sozinhos. Mas os dois gostam de liberdade. O problema é que a liberdade, em uma grande cidade, pode significar risco, não só de sofrer acidentes, mas também de contrair doenças. É por isso que levar os cães a um local onde possam brincar é muito importante para que eles não desejem sair por conta própria.

Quanto maior o número de animais nas ruas, maior o risco de expansão de doenças como a leishmaniose visceral. A doença é causada pelo protosoário Leishmania Chagasi e é transmitida pelo mosquito flebótomo. Esse mosquito tem um vôo curto e baixo. É por isso que os cachorros, que andam mais próximos do chão, são mais afetados pela doença do que os humanos.

O diretor do Departamento de Vigilância de Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Cláudio Maerovich, alerta para o fato de que a doença vem avançando em outras áreas do país.

“A doença vem se expandindo, ela, há alguns anos atrás, era praticamente restrita à região Nordeste, isso coisa de 20, 25 anos atrás, mas de lá para cá, houve uma expansão muito grande especialmente para as regiões Centrooeste e Sudeste, atingindo inclusive algumas cidades importantes do estado de São Paulo, do estado de Minas Gerais, do estado da Bahia… “

Embora não haja cura para a leishmaniose, existem no mercado duas vacinas para prevenir a doença em cães. Embora tenham sido liberadas pelo Ministério da Agricultura, órgão responsável pelo licenciamento de medicamentos veterinários, a vacina não é recomendada pelo Ministério da Saúde. Cláudio Maerovich explica os motivos:

“A experiência anterior que havia, até a própria experiência internacional, é com vacinas de eficácia relativamente baixa. E aí o que acontece? O cão é vacinado e o exame dele, por causa da vacina, passa a ser positivo para anticorpos contra o agente da leishmaniose. No entanto, essa positividade, ou seja, essa reação de defesa do cão, pode não ser suficiente para que ele não seja portador da leishmania. E aí, numa localidade onde a presença da doença em humanos é alta e se faz o inquérito entre os cães, se houver cães vacinados, não se sabe se o exame é positivo porque o cão tem a doença ou porque ele tomou a vacina.”

Cláudio Maerovich afirma que o Ministério da Saúde promove uma série de ações para o combate das principais zoonoses, como campanhas de esclarecimento junto à população e as campanhas para a vacinação antirrábica em todo o país. No entanto, segundo ele, o Ministério da Saúde continua avaliando que o sacrifício dos cães infectados pelo protosoário da leishmaniose é a melhor forma de controlar a expansão da doença.

“A experiência que tem tido no Brasil, inclusive aqui em Brasília, é de que se consegue a interrupção da cadeia de transmissão com essa estratégia. Aqui em Brasília mesmo, nós tivemos vários casos alguns anos atrás, que foi um episódio que mostrou a presença da doença, e esse ciclo foi interrompido com a estratégia de sacrifício dos animais infectados.”

Quanto à possibilidade de tratamento da leishmaniose em cães, como é feito nos humanos, Cláudio Maerovich discorda da prática e diz que não se pode garantir, ou ter a expectativa, da eliminação do papel desse cachorro como reservatório que mantém o ciclo da doença.

Mas como explicar a alguém que trata seu animal de estimação como membro da famíla que seu cão é um reservatório de uma doença letal? Ou será que o cão pode ser chamado de reservatório da leishmaniose, mesmo morrendo por causa dela? É o questionamento que fazem muitos médicos veterinários no Brasil. Em seu último congresso, a Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais, Anclivepa, divulgou uma carta na qual recomenda o tratamento da leishmaniose visceral canina e condena a posição do Ministério da Saúde em favor da eutanásia. A diretora científica da regional da Anclivepa no Distrito Federal, Simone Bandeira, explica a posição da entidade:

“A leishmaniose não é uma doença brasileira. É uma doença mundial. E no mundo inteiro, os cães com leishmaniose são tratados. Só no Brasil existe essa política de eutanásia, que, já está mais do que provado, é ineficaz como meio de controle da doença. Porque se você não combate o vetor da doença, que é o mosquito, o cão é tão vítima quanto o homem. Então você sacrificar os cães e não fazer o controle adequado do mosquito, não vai nunca surtir efeito para que a doença não avance na população humana.”

A médica veterinária rebate a posição do Ministério da Saúde de que o cão tratado não consegue deixar de ser transmissor da doença.

“Consegue sim. Se não conseguisse, não teria sentido você tratar nenhum animal, nem aqui nem no resto do mundo. Mas o animal tratado consegue tranquilamente não oferecer risco para um ser humano. Você diminui a carga parasitária, você diminui a parasitemia, e você diminui o número de parasitos presentes na pele, que é o que vai realmente oferecer risco para o ser humano.”

Com a idéia de mudar esse conceito sobre a melhor forma de controlar a leishmaniose visceral canina, o deputado Geraldo Resende, do PMDB do Mato Grosso do Sul, apresentou um projeto que retira a obrigatoriedade da eutanásia dos cães soropositivos, permitindo que, se desejarem, os donos possam tratar seus animais. O parlamentar explica os fatores que contribuíram para a apresentação da proposta:

“Verificamos que a eutanásia dos animais, além de dolorosa para os proprietários, não é eficaz. Além disso, obtivemos a informação de que a leishmaniose animal, embora não tenha cura, é tratável e que, em vários países, isso ocorre. Procuramos o Ministério da Saúde, verificamos que não existe uma política de prevenção, de vacinação, como existe na raiva animal, e que a orientação que o Ministério dá às secretarias estaduais e municipais de saúde é para o sacrifício desses animais. Diante disso, decidimos então apresentar o projeto.”

Geraldo Resende explica ainda os principais objetivos do projeto de lei.

“Queremos instituir uma política nacional de vacinação contra a leishmaniose animal, a exemplo da raiva animal, que o Brasil conseguiu erradicar, graças à política de prevenção adotada. Além disso, o projeto prevê que os cães infectados possam ser tratados nas clínicas veterinárias. Hoje, quando o cão é diagnosticado soropositivo, o veterinário é proibido de fazer o tratamento, devendo notificar a secretaria de saúde, para que o animal seja sacrificado, o que, para nós, é uma medida muito radical.”

Nesse embate de idéias sobre o controle da leishmaniose, duas questões são muito importantes: a primeira é de que a opinião a favor da eutanásia dos cães infectados não é unânime. A segunda é que, de acordo com o próprio Ministério da Saúde, a leishmaniose vem avançando e atingindo cada vez mais regiões do país. É de se perguntar se os milhares de cães sacrificados todos os anos no Brasil não estão morrendo em vão.

De Brasília, Edson Junior.

[Assembleia Goiás] Encerrada audiência sobre leishmaniose visceral

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Assembléia Legislativa de Goiás promove audiência pública sobre Leishmaniose

Assembléia Legislativa de Goiás promove audiência pública sobre Leishmaniose

Os Cães de Clodovil

Estive em Ubatuba e fui visitar o Antonio, pai do Otelo, mascote da Campanha “Diga Não a Leishmaniose”.. Deixo aqui fotos dele…..

Me deu muita saudade do Clô! Mas tenho certeza de que ele estaria bem feliz e empenhado nesta causa..vários sinais, além das bençãos que o Senhor coloca em nosso caminho são prova disso!


Vacina contra leishmaniose canina, criada no Brasil, recebe licença definitiva – Dourados Agora

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A Crítica de Campo Grande

A Crítica de Campo Grande

Morre garoto internado com suspeita de leishmaniose

CapitalNews.com.br :: O seu Site de Geral de Campo Grande e do Mato Grosso do Sul

Menino faleceu no Hospital Universitário, na tarde de domingo (6)

Criança de 1 ano e 8 meses teria morrido por leishmaniose, residente na Vila Carioca no município de Três Lagoas. O menino faleceu em Campo Grande, no Hospital Universitário, na tarde de domingo (6). A família ainda aguarda resultado do exame que comprovará se foi mesmo a doença que vitimou o bebê.

Este é o primeiro óbito por leishmaniose neste ano, segundo informações da Secretaria Municipal de Saúde. Até agora foram registrados oito casos.

No ano passado, foram registrados 17 casos, sendo que dois vindo a óbito.

Por determinação e seguindo orientações da secretária municipal de Saúde, Eliane Brilhante, equipes da Vigilância Epidemiológica e dos agentes comunitários de Saúde visitaram a família do menino, orientando e prestando apoio.

“Sentimos e lastimamos profundamente a morte dessa criança. O fato nos leva a tomarmos consciência da responsabilidade que todos temos para evitar que se repitam esses casos”, observou Eliane Brilhante, por meio de nota divulgada da assessoria.

O trabalho das equipes foi averiguar as condições em que vive a família e orientá-la sobre o manejo ambiental do local onde residem.(modificada às 17:33 para acréscimo de informação)

Só Notícias – Alta Floresta: casos de leishmaniose diminuem 19%

Só Notícias – Alta Floresta: casos de leishmaniose diminuem 19%

MSF combate o calazar na Índia

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MSF combate o calazar na Índia

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[Assembleia Goiás] Deputado Francisco Júnior promove audiência pública sobre Leishmaniose

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CCZ intensifica trabalhos de combate à leishmaniose em dois bairros | AgoraMT

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UBAM pede criação de delegacias contra a matança de animais domésticos | PARAÍBA.com.br

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Leishmaniose Visceral Canina UM MANUAL PARA O CLÍNICO VETERINÁRIO – Informações veterinárias – Notícias : Focinhos Gelados

Leishmaniose Visceral Canina UM MANUAL PARA O CLÍNICO VETERINÁRIO – Informações veterinárias – Notícias : Focinhos Gelados

Nova News sobre a campanha

Projeto de lei divide opiniões sobre matança de animais para prevenção de leishmaniose

30/10/2011 08:27

Evelin Araujo

Um projeto de lei que tramita na Câmara Federal prevê o fim da obrigatoriedade de sacrifício de animais infectados pela leishmaniose. A ideia é defendida por médicos veterinários de Campo Grande, como o coordenador da Comissão de Leishmaniose do Conselho Regional de Medicina Veterinária, André Luís Soares da Fonseca.

“Estima-se que, somente neste ano, cerca de 12 mil cães tenham sido eutanasiados na Capital, uma matança de cachorros sem necessidade, já que para prevenir que a doença seja transmitida ao ser humano é preciso fazer o controle do vetor, o mosquito flebótomo”, diz o veterinário.

O médico veterinário Cristiano Marcelo Espínola defende que é difícil para um veterinário conceber a eutanásia de cães, a não ser em estágios avançados da doença. “O animal em tratamento fica ainda com parasitas dentro do corpo, mas a carga parasitária diminui. Por esse motivo o Ministério da Saúde indica a morte do animal”, esclarece.

“Apesar disso, o animal fica menos infectivo e há medidas para controlar a transmissão da doença, como a colocação de coleiras repelentes de mosquito nos animais, limpeza de terrenos baldios e controle da população de mosquito. É uma questão complicada, porque se fosse fácil controlar mosquito não teríamos mais a dengue e nem a febre amarela”, explica.

Segundo a veterinária do CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) Doutora Iara Helena Domingos, a determinação do Ministério da Saúde é eutanasiar os cachorros com a doença. “Não adianta o CCZ falar em tratamento, se a determinação do Ministério é matar. É proibido tratar um cão com leishmaniose”, disse.

A presidente de uma ONG que cuida de animais, o Abrigo dos Bichos, Maria Lúcia Metello, explica que uma ação civil pública movida desde 2007 pede o número de animais mortos pelo CCZ. “É uma caixa preta, ninguém tem acesso a esse dado, que deveria ser público para estudarmos medidas de prevenção à doença”, explica Maria Lúcia. A assessoria de comunicação da Secretaria Municipal de Saúde confirma que este é um dado sigiloso da prefeitura.

Soraia Salete Esteves tem uma cachorra de dois anos que tem a leishmaniose há cerca de um ano. “O CCZ apenas ligou na minha casa comunicando que a minha cachorra tinha a doença. Eu procurei uma veterinária e faço o tratamento dela há um ano, que cura apenas os sintomas. Os pêlos pararam de cair e as feridas ficaram cicatrizadas”, disse.

Para proteger a família da doença, Soraia mantém o quintal limpo e burrifa citronela na casa e no quintal, além de usar repelente na cachorra.

O projeto é de autoria do deputado federal Geraldo Resende (PMDB/MS).

Paradoxal desenvolvimento de MT

Da Reportagem

O Estado continua vivendo diametralmente dois singulares desenvolvimentos um econômico e outro social. No primeiro convive-se com tecnologias de produção e produtividade agrícola comparável a de países como Holanda, Dinamarca, Suíça, França ou até melhor. Já no segundo caso o Estado pode ser comparado a países como Nepal, Sudão, Haiti, Bangladesh, Somália, Serra Leoa… Como se diz por aqui, etaaaaa!

Uns tem demais e outros têm de menos. Paradoxal, não? Nessa dicotômica questão é inquestionável uma avaliação mais pormenorizada dos fatos. Mato Grosso comporta atualmente cerca de três milhões de habitantes e dessa população cerca de 180 mil pessoas vivem, ou pior, vegetam na mais extrema pobreza. Isto é, sem dúvida, uma questão que precisa ser vista com mais seriedade e corrigida pelos gestores públicos, não?

Dados estatísticos publicados mostram a situação dessa gente em situação subumana no Estado! Vê-se que a distribuição de renda por aqui é bastante injusta, não é mesmo? Urge, portanto, uma reavaliação criteriosa das políticas públicas ora em curso no Estado para reverter esse quadro de desrespeito à vida e à dignidade humana.

Por isto, questionamos: “que desenvolvimento é esse”? Para quê? Para quem? Com que propósito? É inadmissível que um estado como Mato Grosso propalado aos quatro cantos como potência econômica apresentar um IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) tão díspare, não? Existem hoje “guetos” humanos explicitados pelo Estado. Um verdadeiro disparate!

Como justificar o injustificável? Com a palavra, os gestores públicos? É claro que esses guetos ainda são pratos cheios para muito “vivaldino e bom vivam” fazer política rasa distribuindo cestas básicas momentâneas, cobertores… Se apresentando como solução para uma questão tão séria, tão complexa e profunda, ou seja, brinca-se com vidas humanas.

Para completar, o Estado é líder em doenças como Hanseníase; Hantavirose; Leishmaniose; Dengue, Malária, Febre Amarela… Doenças associadas às condições precárias de saneamento básico, moradias, qualidade de vida e saúde… Erradicadas no século passado, elas voltaram a recrudescer com força total no território mato-grossense. Com a palavra, os gestores públicos! Ah!, convivemos também com trabalho escravo nas fazendas, morte precoce de silvícolas por inanição, desmatar e queimar para produção de subsistência de forma rudimentar é senso comum no meio rural por absoluta falta de assistência técnica. Como dizia Paulo Freire: “O poder público não consegue mirar com exatidão esse povo”.

Na prática existem duas camadas da sociedade humana em Mato Grosso: uma vivendo no século 21 e a outra em pleno período paleolítico. Penso sinceramente que há algo errado nesse discurso, não? Desenvolver o Estado promovendo a justiça social, respeitando a dignidade humana, é dever basilar do poder público, é na essência um principio básico que norteia o sentido da vida.

Por outro lado, não custa lembrar que a concentração de renda nas mãos de poucos fere de morte qualquer pensamento altruísta. Perguntamos que desenvolvimento é esse praticado em Mato Grosso? Com milhares de pessoas vivendo em condições de extrema pobreza? É assustador, não? Ou vergonhoso? Com a palavra…? Não perdemos nossos sonhos, portanto, temos a capacidade de nos indignar!

*ROMILDO GONÇALVES é biólogo, mestre em Educação e Meio Ambiente, perito ambiental em Fogo Florestal e professor/pesquisador da UFMT/Seduc

romildogoncalves@hotmail.com

Brasília – Lago Sul em Alerta….Vamos lá queridos governantes e nossos representantes, vamos nos unir para que possamos mudar esse quadro , URGENTE!

Mato Grosso do Sul – Matéria Excelente. Temos que nos unir. Super esclarecedora.Assistam.

Mato Grosso do Sul – Terrenos sujos, proliferam a Leishmaniose

“O GRITO DO BICHO”: LEISHMANIOSE NO RJ… QUAL DEVERIA SER O ALVO?

"O GRITO DO BICHO": LEISHMANIOSE NO RJ… QUAL DEVERIA SER O ALVO?: Por questão de inteligência, considerando esta imagem, o que deveria ser o alvo e atenção para solucionar o problema da leishmaniose? S…

Mais 6 casos de leishmaniose são confirmados em PP

Publicado em 25/10/2011 19h26

Do SPTV-2

Somente em 2011, em Presidente Prudente, foram confirmados 50 casos de leishmaniose, 36 a mais que em todo o ano passado. Outros seis casos foram constatados esta semana, quatro apenas no distrito de Montalvão.

“A quantidade de exames aumentou e o resultado também. Além disso, a doença se dissemina dentro de Prudente”, afirma o diretor do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), Célio Nereu Soares.

Ele ainda explica que novos recolhimentos de sangue estão sendo feitos em cães cujos resultados foram inconclusivos. “Refaz o exame para verificar se o animal está positivo ou negativo”, comenta.

Apesar do aumento no número de cães infectados com a doença na cidade, em humanos este ano ainda não foi registrado nenhum caso.

Por esse motivo, a Vigilância Epidemiológica de Presidente Prudente não realiza o trabalho de nebulização, apenas de orientação. É importante que as pessoas contribuam na prevenção à proliferação do mosquito palha, que é transmissor da leishmaniose.

A educadora de saúde Elaine Bertaco explica que para evitar a proliferação do mosquito, inclusive o da dengue, é necessário manter a casa e o quintal limpos. “Assim será um ambiente livre de doenças”, ressalta.

MSD Saúde Animal participa da 38° Conbravet

Médico Veterinário da companhia ministra palestra sobre leishmaniose visceral

De 01 a 04 de novembro, a MSD Saúde Animal participa do 38ª edição Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária (Conbravet), no Costão do Santinho Resort, em Florianópolis. O evento é uma realização da Sociedade Brasileira de Medicina Veterinária (SBMV) e da Sociedade Catarinense de Medicina Veterinária (Somevesc), que reunirá Médicos Veterinários e estudantes de todo o País.

No primeiro dia do evento, às 15h, o Médico Veterinário e Gerente Técnico da MSD Saúde Animal, Andrei Nascimento, fará uma palestra sobre leishmaniose visceral, grave doença de saúde pública por se tratar de uma zoonose de alta letalidade. Na oportunidade, ele abordará sobre prevenção, apresentando a importância da coleira impregnada com deltametrina a 4% (Scalibor®) e da sua utilização em larga escala.

A MSD Saúde Animal também estará presente com um estande para apresentar a sua linha de produtos da linha de Pecuária e Animais de Companhia e seus profissionais – momento para que os Médicos Veterinários reciclem os conhecimentos e conheçam as melhores soluções para a saúde animal.

“A empresa tem como objetivo levar não só os produtos, mas sim a prestação de serviço e comprometimento com o sucesso do nosso cliente”, afirma Sebastião Faria, Médico Veterinário e Gerente Técnico de Pecuária da MSD Saúde Animal.

Na oportunidade Vilson Antônio Simon, presidente da MSD Saúde Animal, receberá a Grã Cruz, da Ordem do Mérito da Medicina Veterinária. A Grã Cruz é a mais alta condecoração concedida pela Ordem do Mérito da Medicina Veterinária Brasileira, da Sociedade Brasileira de Medicina Veterinária e será entregue em reconhecimento aos valores profissionais e pela contribuição e liderança para o desenvolvimento da pecuária nacional.

Sobre a MSD Saúde Animal
Hoje a Merck (conhecida como MSD fora dos Estados Unidos e do Canadá) é a líder mundial em assistência à saúde, trabalhando para ajudar o mundo a viver bem. A MSD Animal Health, conhecida no Brasil como MSD Saúde Animal e nos Estados Unidos e Canadá como Merck Animal Health, é a unidade de negócios global de saúde animal da Merck. A MSD Saúde Animal oferece a veterinários, fazendeiros, proprietários de animais de estimação e governos a mais ampla variedade de produtos farmacêuticos veterinários, vacinas e soluções e serviços de gerenciamento de saúde. A MSD Saúde Animal se dedica a preservar e melhorar a saúde, o bem estar e o desempenho dos animais, investindo extensivamente em recursos de pesquisa e desenvolvimento amplos e dinâmicos e em uma rede de suprimentos global e moderna. A MSD Saúde Animal está presente em mais de 50 países, enquanto seus produtos estão disponíveis em 150 mercados. Para mais informações, visite www.msd-saude-animal.com.br

Notícias de Uberaba…MG

Cidade define diretrizes para Chagas e leishmaniose

Começa hoje e segue até o dia 28 a 27ª Reunião de Pesquisa Aplicada em Doença de Chagas e a 15ª Reunião de Pesquisa Aplicada em Leishmaniose, no Centro Educacional e Administrativo da UFTM. Em 2011, as reuniões, que congregam a comunidade científica nacional e internacional, homenageiam o médico e pesquisador uberabense Aluízio Rosa Prata, que em vida criou a reunião e viajou pelo mundo difundindo pesquisas para solução de doenças infectoparasitárias.

Segundo a coordenadora das reuniões, a cardiologista e professora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Rosália Morais Torres, Uberaba sedia o encontro científico há mais de 20 anos, funcionando como reduto de novas pesquisas e diretrizes de prevenção, diagnóstico e tratamento de Doença de Chagas e Leishmanioses pelo mundo. “Antes da reunião de pesquisa aplicada, principais pesquisadores da área se reúnem com a esfera governamental para a realização de oficinas para decidir quais medidas serão tomadas no Brasil em relação às doenças. As diretrizes do Ministério da Saúde nascem todos os anos desta reunião”.

Além disso, este ano, especialistas presentes na reunião vão fechar a revisão do Consenso Brasileiro de Doença de Chagas, criado em 2005 também em Uberaba. “Isto significa que todos os médicos e profissionais de saúde do Brasil devem seguir as orientações para tratamento e diagnóstico que saem dessa reunião, que geralmente são copiadas pelo resto dos países. Por isso, o mundo inteiro está de olho nesta reunião”, destaca a especialista. Ela lembra, ainda, que a reunião gera a discussão sobre o atual problema que o Brasil enfrenta com o crescimento de casos de leishmanioses em áreas urbanas. Hoje é o país com maior número de casos da doença em cidades.

Tratamento. O Triângulo Mineiro já foi região endêmica para doença de Chagas no passado, mas, como ainda existem dezenas de pessoas infectadas há mais de 20 anos, Rosália Morais destaca que a reunião irá realizar debates dando ênfase à implantação de novas tecnologias no tratamento da doença agregada ao medicamento. “Estamos buscando dentro da tecnologia a resposta para um tratamento mais eficaz. Uma das mesas-redondas, por exemplo, irá discutir nanofármacos, que são medicamentos em partículas bem pequenas, mas que podem ser mais eficientes e sem efeito colateral”, frisa a cardiologista.

Cratera com lixo, na Vila Marli, em Campo Grande, preocupa moradores

Buraco serviu como bacia de contenção, mas, atualmente, representa transtorno

ANAHI ZURUTUZA 26/10/2011 00h06

Foto: VALDENIR REZENDE/CORREIO DO ESTADO

Buraco transformou-se em transtorno (e risco) para os moradores
Água empoçada e lixo acumulado em uma cratera situada em área descampada na Vila Marli, região noroeste de Campo Grande, preocupa moradores do entorno. O buraco aberto artificilmente (por escavação) em terreno localizado no cruzamento da Rua Marluce com a Rua Diamantina, segundo moradores serviria como uma bacia de contenção da enxurrada vinda de outros bairros e que recorrentemente provocava alagamentos na Vila Marli. Contudo, o local transformou-se em depósito de lixo.

O padeiro Paulo Coelho, 33 anos, mora a sete ano na Vila Marluce e conta que assistiu a construção da cratera. “O pessoal que fez o loteamento (Água Limpa Park, localizado ao lado da Vila Marli) que cavou esse buraco. Eles disseram que era para acabar com os alagamentos, até porque não iam conseguir vender os lotes se tivesse alagamento”.

Coelho relata que por certo tempo a cratera realmente funcionou como bacia de contenção, mas, atualmente, representa risco aos moradores. “Na época eles mostraram as fotos do projeto. Eles iam fazer tipo uma lagoa, bem bonitinha. Agora, é só um buraco abandonado”.

Já nas margens da cratera, é possível encontrar restos de materiais de construção, móveis velhos e uma carcaça de televisão. No interior do buraco, além da água da chuva acumulada, vária garrafas e sacos plásticos estão jogadas e também um sofá velho foi abandonado. “Até um tempo atrás tinha criança que vinha tomar banho nessa água. Mas, agora até bicho morto jogam aí”.

A preocupação de Delsio Domingues, 30 anos, filho de um casal que mora na região é com a saúde dos pais. “Tem a dengue, a leishmaniose e vai saber que outro tipo de doença as pessoas podem pegar por causa de lixão”.

Já Renato Rodrigues, 30 anos, que a três meses mudou-se para condomínio cujo muro dos fundos fica próximo ao buraco, teme que as margens da cratera comecem a desmoronar e que o desabamentos avancem até atingir o residencial. “Na próxima chuva essa as beiradas desse buraco não vão aguentar”. Segundo moradores a enxurrada que vem do Bairro Santa Luzia é tão forte, que no período crítico das chuvas a água contida na espécie lago artificial chega a transbordar.

Outro problema

No cruzamento das ruas Oscar Ferreira Bugre e Ovídeo de Paula Correia, moradores da Vila Marli tem de conviver com outro buraco. Segundo residentes, na tarde de segunda-feira, um caminhão que fazia entregas no bairro passou no local e o asfalto ce deu.

“O vizinhos já ligaram para a Águas Guariroba e eles disserram que era com a Sesop. Dizem que ligaram para a Sesop e disseram que o problema é com a Água, a gente não sabe até quando esse buraco vai ficar aí”, afirma a dona de casa, Vanessa Centurion, 36 anos. Ela ressalto o perigo de acidentes. “O pessoal colocou esses galhos e essa faixa aí para sinaliza, mas à noite se um motoqueiro passar e não ver, pode ter acidente sério”.

Prefeitura

Por meio da assessoria de imprensa, a administração municipal informou que nas intervenções feitas na Vila Marli com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Segredo não havia estava prevista a construção de lago artificial ou bacia de contenção, o que poderia justificar a escavação de um buraco. Contudo, um fiscal e equipe de limpeza serão enviados ao local para verificar a situação.

Leia mais no jornal Correio do Estado

Simpósio de Medicina Veterinária enfatiza a leishmaniose

25/Out/2011

A leishmaniose representa um dos grandes desafios mundiais, embora seja uma antiga antropozoonose, ainda hoje determina sérios agravos à saúde pública. Sua diversidade ecoepidemiológica,aliada ao processo de degradação ambiental, possibilita o envolvimento de diversas espécies animais e vetoriais, bem como com a consequente disseminação a diferentes nichos ecológicos.

Os recentes relatos de casos autóctones de Leishmaniose Visceral Canina em Santa Catarina reclassifica este estado em sua condição epidemiológica, sendo fundamental que os profissionais de saúde estejam informados e atualizados sobre o assunto.

Visando à discussão do papel destes profissionais neste contexto, bem como as estratégias de profilaxia e controle da doença, e perspectivas futuras, será realizado nos dias 17 e 18 de novembro, o I Simpósio de Medicina Veterinária, com foco na Leishmaniose. O evento é promovido pelo Instituto Federal Catarinense, de Araquari (SC).
Programação
17/11/2011 – quinta-feira
8h – Inscrições e entrega de material
9h – Abertura
9h15 – Quadro atual e perspectivas futuras sobre o contexto clínico-epidemiológico das leishmanioses nos animais: uma visão crítica (Marcella Z. Troncarelli – UNESP Botucatu)
10h45 – Caracterização clínico-epidemiológica das Leishmanioses em Humanos (Marise Mattos – HNR/IPEC/FIOCRUZ)
12h – Intervalo para almoço
14h – Cão: um inocente aliado das leishmanias (Marcella Z. Troncarelli – UNESP Botucatu)
16h – Leishmaniose – Como diagnosticar? (Paulo Ferian – CAV/UDESC)

18/11/2011 – sexta-feira
08h30 – Aspectos Epidemiológicos das Leishmanioses – Santa Catarina: Emergência ou Reemergência? (Mário Steindel – UFSC)
10h30 – Imunidade e Vacinação (Valéria M F Lima – UNESP Araçatuba)
12h – Intervalo para o almoço
14h – As Leishmanioses no contexto da saúde pública. (Hélio Langoni – UNESP Botucatu)
15h30 – Mesa Redonda: Proposta de Estratégias na Profilaxia e Controle da Leishmaniose em Santa Catarina: Qual o papel dos diversos segmentos? (Marcella Z. Troncarelli, Marise S Mattos, Paulo Ferian, Mário Steindel, Valéria Lima e Hélio Langoni)
17h30 – Encerramento
Inscrições e mais informações: htt://simposio-veterinaria.blogspot.com ou simvet.ifc.araquari@gmail.com

Fonte: Assessoria de Comunicação

MSD – Prêmio Veterinário Cidadão encerra inscrições em novembro

Classe veterinária tem até o dia 30 de novembro para participar de projeto de responsabilidade social e concorrer a prêmios

Os Médicos Veterinários, estudantes, clínicas e pet shops que ainda não inscreveram para o Prêmio Veterinário Cidadão precisam correr. As inscrições para participar encerram no dia 30 de novembro. Os resultados serão divulgados no dia 20 de dezembro e a entrega dos prêmios será feita a partir de janeiro de 2012.

Para participar é preciso se cadastrar, gratuitamente, no site www.veterinariocidadao.com.br Os interessados poderão inscrever eventos educativos e de mobilização social, palestras educativas, exposição educativa na mídia, conscientização comunitária, entre outras iniciativas inovadoras, em três categorias – Médicos Veterinários; Universitários de Medicina Veterinária; Clínicas e Pet Shops. O projeto que tem como objetivo a valorização, fidelização e reconhecimento social da classe veterinária (Médicos Veterinários e estudantes), clínicas e pet shops.

Para a gerente de Produtos da MSD Saúde Animal, Andrea Bonates, iniciativas educacionais, sociais e de participação comunitária fortalecem os vínculos sociais dos profissionais de Medicina Veterinária e produzem efeitos positivos para toda a sociedade. “Acreditamos que o Prêmio Veterinário Cidadão 2011 pode fomentar no mercado Pet boas e novas práticas de cidadania, educação, cultura, mobilização e responsabilidade social, contribuindo efetivamente para promoção da saúde e bem-estar animal e ainda ampliar o reconhecimento profissional e social dos Médicos Veterinários”, explica.
O Prêmio Veterinário Cidadão pretende criar oportunidades de divulgação, sensibilização e aproximação da sociedade com relação a importantes temas e desafios para a promoção do bem-estar e saúde animal e possibilitar o intercâmbio de informações, aprendizados e a multiplicação de boas práticas sociais na área de saúde animal.
Todos os participantes que alcançarem satisfatoriamente os critérios de avaliação de suas categorias receberão no início de 2012 o Certificado Veterinário Cidadão 2011, um instrumento de reconhecimento social e profissional, que visa garantir a todos os participantes o valor positivo de suas iniciativas junto à sociedade. Os melhores desempenhos serão premiados, além de ter suas ações divulgadas em veículos do segmento.

Siga o Prêmio Veterinário Cidadão no Twitter: @vetcidadao

Entenda o passo a passo
1) Leitura do Regulamento no Site www.veterinariocidadao.com.br

2) Escolha da categoria do Prêmio Veterinário Cidadão

3) Concepção e planejamento das ações

4) Execução das ações idealizadas

5) Registro das ações executadas no site (dados, informações gerais, resultados, fotos, matérias na mídia e outros)

6) Avaliação pela comissão julgadora e reconhecimento dos melhores desempenhos

Premiação Veterinário Cidadão 2011
Categoria Clínica e Pet Shop

1º Lugar

• R$ 5.000 em equipamentos veterinários ou produtos MSD Saúde Animal
• Troféu Prêmio Veterinário Cidadão 2011
• Capa de uma edição da revista VetNews

2º Lugar

• R$ 3.000 em equipamentos veterinários ou produtos MSD Saúde Animal
• Troféu Prêmio Veterinário Cidadão 2011

3º Lugar

• R$ 1.500 em produtos MSD Saúde Animal
• Troféu Prêmio Veterinário Cidadão 2011

Categoria Médico Veterinário

1º Lugar

• R$ 3.000 em equipamentos veterinários ou produtos MSD Saúde Animal
• Troféu Prêmio Veterinário Cidadão 2011
• Capa de uma edição da revista VetNews

2º Lugar

• R$ 2.000 em equipamentos veterinários ou produtos MSD Saúde Animal
• Troféu Prêmio Veterinário Cidadão 2011

3º Lugar

• R$ 1.000 em equipamentos veterinários ou produtos MSD Saúde Animal
• Troféu Prêmio Veterinário Cidadão 2011

Categoria Universitário

1º Lugar

• R$ 2.000 em equipamentos veterinários ou produtos MSD Saúde Animal
• Troféu Prêmio Veterinário Cidadão 2011
• Capa de uma edição da revista VetNews

2º Lugar

• R$ 1.000 em equipamentos veterinários ou produtos MSD Saúde Animal
• Troféu Prêmio Veterinário Cidadão 2011

3º Lugar

• R$ 500 em equipamentos veterinários ou produtos MSD Saúde Animal
• Troféu Prêmio Veterinário Cidadão 2011

MULTIRÃO DE LIMPEZA CONTRA A LEISHMANIOSE NA CIDADE DE MARÍLIA

Nico Puig visita 10° Pet South América em apoio à Campanha Diga Não à Leishmaniose

Apoiando a divulgação da Campanha Diga Não à Leishmaniose e na conscientização da população sobre essa grave doença de saúde pública, o ator Nico Puig, que faz o papel do coronel Filinto, em “Amor e Revolução”, do SBT, foi clicado com seus cães pelo renomado fotógrafo internacional de pets, Lionel Falcon. O primeiro dos veteranos, Nico Puig foi um dos apoiadores da campanha em 2005. Agora, sua prole está maior. Além da Mel (raça dachshund), participaram da foto o Freud (pug) e o Tarantino (chiuaua pelo longo).


Como mais uma forma de apoiar o projeto, o ator prestigiou a 10ª Pet South America, no stand em que a Campanha Diga Não à Leishmaniose divulgou suas ações. Ele e o Grande Otelo, cão símbolo da campanha, ficaram à disposição para tirar fotos com o público.


Nico posa com Grande Otelo e a Dra Christiane Otsuki da cidade de Araçatuba em São paulo. Uma das cidades mais endêmicas

A leishmaniose é transmitida tanto aos cães quanto aos humanos por meio da picada de um inseto conhecido popularmente como “mosquito palha”. Os sintomas mais visíveis aos donos de animais são feridas na pele e emagrecimento acentuado. Os proprietários mais atentos perceberão que o animal está diferente (abatido, fraco), sem apetite, com as mucosas pálidas (anemia), volume abdominal aumentado e podem apresentar um aumento exagerado do tamanho das unhas. Nos humanos a doença provoca apatia, febre, perda de peso, anemia e um aumento acentuado no tamanho do baço.

Ajude a combater a leishmaniose
- Não deixe seu cão solto nas ruas;
- Mantenha-o sempre com a coleira à base de deltametrina;
- Mantenha o seu quintal limpo para evitar procriação do mosquito;
- Consulte um Médico Veterinário regularmente;
- Saiba mais sobre leishmaniose no site www.diganaoaleishmaniose.com.br

MARILIA – Saúde inicia inquérito canino segunda-feira na Zona Norte

Veterinários da SMS (Secretaria Municipal da Saúde) iniciam nesta segunda-feira (24) a coleta de amostras de sangue de cães para a realização de inquérito canino, para avaliar a prevalência da leishmaniose nestes animais, que são o reservatório do parasita que provoca a doença na zona urbana.

A ação será realizada a partir da casa da criança de 6 anos, que foi confirmado o primeiro caso de LVA (Leishmaniose Visceral Americana), no bairro Santa Antonieta II, na zona norte de Marília. Devem ser coletadas amostras de 100 cachorros. O inquérito canino faz parte de um conjunto de ações deflagradas pela SMS para bloqueio de transmissão da leishmaniose. Desde que foi confirmado o caso de LVA, equipes de Saúde já fizeram visita nas casas da região realizando busca ativa de pessoas com sintomas da doença (febre por mais de 15 dias, aumento do volume abdominal, falta de apetite ou palidez cutânea), de cães com suspeição de terem a enfermidade, além de verificar as condições de limpeza dos quintais e terrenos adjacentes. Durante a semana carro de som passou no bairro pedindo aos moradores que fizessem a limpeza de quintais, retirando os materiais inservíveis, fazendo o acondicionamento correto de lixo orgânico (folhas, fezes de animais), e desde quarta-feira (19), equipes da Prefeitura realizam trabalho de remoção de materiais inservíveis naquela região, em quatro bairros: Santa Antonieta II, Parque das Nações, Nova Almeida e Jardim Primavera. De acordo com o secretário municipal de Serviços Urbanos, José Expedito Capacete, foram retirados em três dias 33 toneladas de materiais. “Vamos ainda fazer um trabalho de recolhimento neste sábado (22), pela manhã até as 13 horas, pois tem muito o que ser recolhido”, afirma. O descarte de materiais inservíveis e lixo orgânico é de fundamental importância para evitar a proliferação do mosquito-palha ou birigui (Lutzomiya longipalpis), vetor da leishmaniose. “O inseto se reproduz em material orgânico em decomposição, principalmente quando estes estão em locais com pouca insolação. Por isso, a limpeza das áreas e manutenção dos locais seguros são de fundamental importância para conter a proliferação do vetor”, diz o coordenador de Vigilância Ambiental e Controle de Zoonoses, Lupercio Lopes Garrido Neto. A doença A leishmaniose é uma zoonose, ou seja, uma doença que afeta animais e seres humanos. O vetor, a Lutzomiya longipalpis (mosquito- -palha ou birigui), transfere o parasita Leishmania chagasii ao se alimentar de sangue de animais reservatórios infectados, para pessoas e animais sadios. Os principais reservatórios nas áreas silvestres são as raposas e cachorros do mato, e nas cidades, o cão doméstico. Uma forma da doença, a leishmaniose tegumentar, provoca lesões em pele e mucosas, e é endêmica em nossa região. Já a LVA, forma mais severa, se caracteriza por acometer vários órgãos internos, entre eles o fígado e o baço, porém é perfeitamente curável quando diagnosticada oportunamente. No cão, reservatório do parasita, são sintomas da doença: o crescimento exagerado das unhas, emagrecimento, aumento do volume do abdome, queda de pelo em torno dos olhos e lesões ulcerativas nas extremidades das orelhas.

Começa vacinação de 120 mil animais em Campo Grande

Além da vacinação, está sendo feita coleta de sangue dos animais para verificação do sintoma da leishmaniose

DA REDAÇÃO 22/10/2011 00h02

Foto: Divulgação/Prefeitura de Campo Grande
Gatos e cães estão sendo vacinados
Agentes municipais de saúde da Prefeitura de Campo Grande estão visitando as residências da Região Urbana do Prosa, no Jardim Noroeste e na Região Urbana do Imbirussu, no bairro Nova Campo Grande para aplicar a vacina contra raiva em cães e gatos. Mais de 120 mil animais domésticos serão imunizados contra a doença na Capital por agentes da Secretaria Municipal de Saúde Pública (Sesau).

Segundo o agente de saúde do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), Anderson Patrick Timoti Pedroci, além da vacinação e coleta de sangue dos animais, para verificação do sintoma da leishmaniose, os agentes estão informando que os donos os felinos podem fazer a castração dos animais. “Está opção de castração pode ser feita nos machos e fêmeas. O dono do animal que optar por este serviço, basta levar o animal de estimação até o CCZ”, informou.

Mutirão de limpeza contra a leishmaniose está prorrogado

Mais de 33 toneladas de entulhos foram recolhidas nos três dias da operação

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Getúlia aprova a operação – Foto: Ricardo Prado
A Secretaria de Serviços Urbanos resolveu prorrogar o mutirão de limpeza em bairros da zona norte da cidade iniciado na última quinta-feira. A decisão foi tomada devido ao volume de entulho que ainda não foi recolhido pelos caminhões que permanecem nos quintais e calçadas dos bairros alvos da operação.

Segundo o secretário de Serviços Urbanos, José Expedito Carolino, foram recolhidas mais de 33 toneladas de entulhos durante os três dias de mutirão. “Já escalei uma equipe para dar continuidade no trabalho e na segunda também vamos repassar todos os bairros novamente”.

Os 50 funcionários vão continuar o trabalho de recolhimento hoje e segunda-feira das 8h às 17h, ruas dos bairros Jardim Primavera, Parque das Nações, Nova Almeida, e parte do Santa Antonieta 2.

“Pedimos que os moradores continuem colaborando com a secretaria colocando o entulho de suas casas na rua para que seja recolhido nos próximos dois dias”, disse Capacete.

A notícia foi bem recebida pela população dos bairros cobertos pelo mutirão. Como a moradora Getúlia de Oliveira Lima, 69, que já está em dia com sua responsabilidade e desde quando os agentes de saúde avisaram sobre a operação se apressou em separar tudo o que estava inutilizado em seu quintal.

Ela aprova a iniciativa da prorrogação do mutirão, já que os vizinhos ainda têm muito entulho em casa. “Na minha casa está tudo certo, mas muita gente ainda está esperando a passagem do caminhão”, disse.

A dona de casa Celina França, 57, também está em dia com a saúde pública já que contribuiu com a limpeza nos bairros. A favor de mutirões como este que podem melhorar em muito a saúde da população. “Isso deveria ser feito periodicamente e não apenas em alguns bairros, mas na cidade inteira”, sugeriu.

SOROCABA – Produtor rural busca atendimento para tratamento de leishmaniose

o Produtor rural Mauro dos santos, de 53 anos, espera consulta.

Samira Galli
samira.galli@jcruzeiro.com.br

Diagnosticado com leishmaniose, o produtor rural do bairro Caguaçu, Mauro dos Santos, de 53 anos, sofre há cinco meses com uma úlcera aberta na perna direita e não consegue completar o tratamento para a cura da doença na Policlínica Municipal Especialidades. Apesar do produtor ter ido buscar ajuda clínica particular, a doença só pode ser tratada pelo poder público. “Não consigo me tratar de nenhum jeito”, lamenta Santos. Outros quatro moradores do bairro foram diagnosticados com a doença e já medicados. Apesar dos números, a Vigilância Sanitária (VE) afirma que não há registro de surtos da doença na cidade. Segundo dados da Secretaria de Saúde (SES), em 2010, Sorocaba registrou seis casos de leishmaniose tegumentar. Neste ano, até ontem, foram registrados cinco casos da doença.

A leishmaniose é transmitida ao homem pela picada de mosquitos flebotomíneos, chamados de “mosquito palha” ou birigui. Santos afirma que esse mosquito é comum na região. O produtor conta que a doença se manifestou através de uma mancha roxa do tamanho de uma moeda de R$ 1, com a picada do mosquito no centro.

Com o avanço da doença, Santos passou por quatro médicos vasculares até surgir a suspeita de leishmaniose. Encaminhado para a Policlínica, ele passou por um médico dermatologista que contestou os exames feitos em rede particular, e encaminhou Santos a realizar novamente todos os exames. Entretanto, até agora, ele não conseguiu retornar ao tratamento, já que teve a consulta desmarcada por duas vezes.

Com dores intensas, o produtor rural conta que passa noites em claro e está impossibilitado de andar há cinco meses. Abalado, Santos tem tomado todos os tipos de fármacos para aliviar as dores. “Tomei muitos antibióticos e antidepressivos, porque não aguento mais ficar nessa situação. Cheguei a acabar com um frasco de lisador por dia por causa da dor. Se me dessem veneno falando que a dor ia melhorar, eu tomava.”

Vizinho de Santos, o lavrador Jucelino Espinosa Rodrigues, 37, também já pegou a doença, e ficou quase um ano com duas feridas expostas nas pernas. “Demoraram quase seis meses para me darem o remédio. Mas bastou 28 dias tomando o soro que fiquei curado”, comemora.

Secretaria de Saúde

A VE informou em nota que toda ação de monitoramento do vetor da leishmaniose é feita pela Superintendência de Controle de Endemias (Sucen), órgão estadual, e que “todas as medidas de rotina são efetivas para o controle da doença em Sorocaba.”

A SES afirma que a consulta de Mauro dos Santos já está agendada para segunda-feira na Policlínica. Afirma ainda que, por causar efeitos colaterais muito graves, é necessário que haja a confirmação do diagnóstico e que o paciente passe por uma avaliação severa para receber o medicamento para o tratamento da leishmaniose (Glucantime), que só é disponibilizado pela rede pública de saúde.

Apesar de não existir registro de surtos da doença em Sorocaba, a VE afirma que há um número maior de casos registrados nas regiões rurais. A pessoa que apresentar lesões de pele com aspecto de úlcera, com bordas elevadas e fundo granuloso, geralmente indolor, deve procurar imediatamente a unidade de saúde mais próxima de casa.

A VE orienta a população para que mantenha quintais e terrenos baldios limpos, evitando assim possíveis criadouros do mosquito vetor; manter ambientes externos livres da presença de matéria orgânica e manter animais domésticos saudáveis, recebendo cuidados veterinários constantes.

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Leishmaniose visceral
Fonte: O Globo
Notícia publicada em: 19/10/2011
Autor: Claúdio Motta

A primeira vacina contra a leishmaniose visceral canina é brasileira. Desenvolvida pela professora do Instituto de Microbiologia da UFRJ Clarisa Beatriz Palatnik de Sousa, ela obteve, agora, uma licença definitiva. Transmitida sobretudo por insetos que picam cães infectados, a doença afeta, anualmente, 500 mil pessoas — três mil delas no Brasil — e é considerada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) uma das seis maiores endemias do planeta.

Estudos comprovam que a imunização de cães pode ajudar a reduzir significativamente o número de casos, e até erradicálos, uma vez que não existe vacina para humanos.
A leishmaniose é transmitida pelo Lutzomyia longipalpis, que precisa ser infectado por cachorros antes de contaminar homens.

A proteção para os cães vacinados chega a 95%.

— A política de saúde pública atual é remover os cães contaminados e sacrificá-los — afirmou.

— Estamos motivados pela necessidade de poupar esses animais, além da necessidade de diminuir a incidência.

A leishmaniose é uma infecção que afeta o revestimento dos órgãos, sobretudo baço, fígado e medula óssea, provocando o aumento das vísceras.