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Ansiedade de separação cresce entre cães urbanos e especialistas alertam para sinais de estresse nos pets

 

 

A rotina das grandes cidades tem impactado não apenas a vida das pessoas, mas também o comportamento dos animais de estimação que acabam ficando mais tempo em casa. Cada vez mais presentes na dinâmica familiar, os cães podem apresentar sinais de ansiedade quando passam longos períodos sozinhos ou enfrentam mudanças frequentes na rotina da casa.

Especialistas apontam que a chamada ansiedade de separação tem se tornado uma
das queixas comportamentais mais comuns relatadas por tutores em clínicas
veterinárias, que nos últimos tempos, acabaram voltando para rotina normal, saindo
cada vez mais de casa.
O fenômeno ocorre quando o animal apresenta dificuldade em lidar com a ausência
do tutor ou com alterações no ambiente doméstico, como mudanças de casa,
viagens, novos integrantes na família ou alterações na rotina de trabalho.
“Os cães são animais sociais e estabelecem vínculos muito fortes com seus tutores.
Quando há mudanças na rotina ou períodos prolongados de ausência, alguns
animais podem desenvolver sinais de ansiedade”, explica a médica-veterinária da
Fórmula Animal, Maria Eduarda Fischer.
Entre os sinais mais comuns estão vocalização excessiva, agitação, destruição de
objetos, alterações no apetite e dificuldade para relaxar quando ficam sozinhos.
De acordo com especialistas, além do ambiente e da rotina, fatores fisiológicos
também podem influenciar o comportamento dos animais. Nos últimos anos,
pesquisas têm aprofundado o entendimento sobre a relação entre intestino e
cérebro, conhecida como eixo intestino–cérebro.
“Hoje sabemos que a microbiota intestinal participa da produção de
neurotransmissores ligados ao humor e à resposta ao estresse. Por isso, a saúde
intestinal também pode ter impacto no equilíbrio emocional dos pets”, explica a
veterinária da rede, que hoje oferece uma linha completa de soluções com
formulação microbiota, para solucionar problemas como este.
Dentro desse contexto, cresce o interesse por abordagens preventivas voltadas ao
bem-estar animal. A ideia é oferecer suporte ao organismo do pet para que ele
consiga lidar melhor com situações potencialmente estressantes do cotidiano.
Segundo a profissional, o cuidado com o equilíbrio emocional dos pets deve fazer
parte da rotina de prevenção em saúde animal.
“Assim como acontece com as pessoas, manter o organismo equilibrado pode
ajudar o animal a responder de forma mais tranquila aos desafios da rotina”, finaliza
a médica veterinária.

O tema ganha ainda mais relevância no Brasil, que possui uma das maiores
populações de animais de estimação do mundo. Dados do Instituto Pet Brasil
indicam que o país conta com mais de 160 milhões de pets, enquanto o setor
movimenta bilhões de reais por ano, segundo a Associação Brasileira da Indústria
de Produtos para Animais de Estimação.
Com os animais cada vez mais integrados às famílias, cresce também a
preocupação dos tutores com a qualidade de vida, comportamento e bem-estar
emocional de cães e gatos.

DOG RUN chega à 11ª edição no SP Market com corrida e cãominhada para pets e tutores

Evento ao ar livre acontece em 17 de maio, com percurso de 2 km e kits exclusivos para os participantes

O Shopping SP Market recebe, no dia 17 de maio (domingo), a 11ª edição da SP Dog Run, um dos eventos mais queridos pelos apaixonados por pets da Capital. A programação convida tutores e seus companheiros de quatro patas para uma manhã especial ao ar livre, unindo saúde, bem-estar e muita conexão. 

Com percurso de 2 km, o evento começa às 7h, com abertura da arena e em seguida, às 8h30 é a vez da Corrida Pet, e depois, a tradicional Cãominhada, às 9h15. Além do percurso, os participantes podem também aproveitar uma arena com atrações pensadas para garantir a diversão de toda a família, incluindo os pets. Quem se inscrever garante um super kit exclusivo para tornar a experiência ainda mais completa.

“É uma alegria receber mais uma edição da SP Dog Run no shopping. O evento já faz parte do calendário dos nossos clientes e reforça nosso compromisso em oferecer experiências que promovam bem-estar, convivência e momentos inesquecíveis entre tutores e seus pets”, destaca Maíra Santos, gerente de marketing do shopping. 

Com a expectativa de reunir mais de 1.500 duplas de cães e seus tutores, as inscrições já estão abertas pelo site https://www.spdogrun.com.br/, com valores a partir de R$ 70 e a retirada dos kits acontece no dia 16 de maio (sábado), das 11h às 19h, no próprio empreendimento. 

Serviço
11ª edição do SP Dog Run no Shopping SP Market
Data: 17 de maio de 2026 (domingo)

Programação:
8h30 – Largada Corrida Pet
9h15 – Cãominhada
Inscrições: a partir de R$ 70

Retirada de kits
Data: 16 de maio de 2026 (sábado)
Horário: das 11h às 19h
Local: Shopping SP Market

Sobre o SP Market
O shopping SP Market está localizado na Avenida das Nações Unidas, Zona Sul de São Paulo, próximo à estação Jurubatuba. O empreendimento, que é referência de diversão em todo o país, concentra o Parque da Mônica, maior parque de diversão indoor da América Latina e terceiro maior do mundo, o Hello Park, maior rede de parques multimídias do mundo, o Museu das Ilusões, maior acervo de ilusão ótica, e agora, conta com a Suhai Music Hall, nova casa de shows da Capital, a maior do Brasil, com capacidade para mais de 9 mil pessoas. Além disso, conta com um mix de mais de 250 operações, 11 salas Stadium Cinemark com tecnologia X-D, 3 praças de alimentação, restaurantes e completa ala de serviços. O complexo atrai mensalmente mais de 1 milhão de visitantes e destaca-se pela forte gastronomia com marcas como Outback, Coco Bambu, Madero, Mania de Churrasco Premium, Pecorino e Bar do Alemão.
Endereço: Av. das Nações Unidas, 22540, Jurubatuba
Central de Atendimento: (11) 5541-2006 – www.shoppingspmarket.com.br.
Mais informações: @shoppingspmarket_oficial

 

Mães de Pet: Amor Incondicional ou Invisibilização da Maternidade Humana?

O debate sobre o papel dos animais de estimação na família e o significado da maternidade

Nos últimos anos, a relação entre humanos e animais de estimação tem se transformado profundamente. Pets deixaram de ser meros guardiões ou companheiros para se tornarem membros integrantes da família, gerando um intenso debate sobre o termo “mãe de pet”. Essa expressão, que reflete o profundo vínculo afetivo e o cuidado dedicado aos animais, levanta questões complexas sobre o que define a maternidade e como a sociedade percebe os diferentes tipos de cuidado e responsabilidade.

A Humanização dos Pets e o Vínculo Afetivo
A crescente humanização dos animais de estimação é um fenômeno global. Cães e gatos, em particular, são frequentemente tratados como filhos, recebendo atenção, carinho e cuidados que se assemelham aos dedicados a crianças. Esse apego é muitas vezes recíproco, com os animais demonstrando lealdade e afeto incondicionais [1].

Estudos científicos têm explorado a base biológica desse vínculo. Pesquisas indicam que a interação entre humanos e seus cães pode levar à liberação de ocitocina, conhecido como o “hormônio do amor” ou “hormônio do vínculo”, tanto em humanos quanto em animais. Este hormônio está associado ao apego materno e ao cuidado, sugerindo que o olhar entre um tutor e seu pet pode ativar sistemas cerebrais semelhantes aos envolvidos na ligação entre mães e bebês [2] [3] [4].

O Contraponto: A Maternidade Humana e Seus Desafios
Apesar do inegável amor e dedicação dos tutores aos seus pets, o uso do termo “mãe de pet” gera controvérsia, especialmente entre mães de crianças humanas. A principal crítica reside na percepção de que a equiparação pode invisibilizar a complexidade, os desafios e a sobrecarga social inerente à maternidade humana [5] [6].

Mães de crianças argumentam que a responsabilidade de criar e educar um ser humano para a sociedade envolve pressões e julgamentos sociais que não se aplicam aos tutores de pets. Questões como a perda de espaço no mercado de trabalho, a divisão desigual das responsabilidades domésticas e a constante culpa são realidades enfrentadas por muitas mulheres que são mães [5]. A psicóloga Sophia Porto destaca que “se colocamos as relações diferentes sob o mesmo prisma, perdemos a essência de cada uma delas. Os vínculos são distintos” [5].

Tatiane Generali, idealizadora do projeto Mamãe Acolhe, ressalta as diferenças práticas: “A mãe de pet não é pressionada em vários aspectos que a mãe de criança é, especialmente no processo de criação e educação desse ser para a sociedade. Se o cachorro começar a latir, pouquíssimas pessoas vão olhar feio, mas se meu filho começar a chorar ou gritar, já vão taxá-lo de birrento, vão falar que eu não fui boa na hora de impor limites e por aí vai” [5]. Além disso, ela aponta que mães de pet não enfrentam o mesmo tipo de discriminação no mercado de trabalho ou a dificuldade de encontrar suporte para seus animais, em comparação com o que mães de crianças vivenciam [5].

O Reconhecimento Jurídico da Família Multiespécie
Paralelamente ao debate social, o campo jurídico tem avançado no reconhecimento dos animais de estimação como seres sencientes e membros da família. No Brasil, a jurisprudência e a legislação têm se movido para além da visão patrimonialista, que classificava os animais como meros bens. Decisões judiciais e projetos de lei buscam regulamentar a “família multiespécie”, reconhecendo o vínculo afetivo e a necessidade de proteção jurídica para os pets [7] [8] [9].

O Superior Tribunal de Justiça (STJ), por exemplo, já reconheceu a “natureza especial” dos animais de companhia, afastando a aplicação do regime de partilha de bens em casos de divórcio e admitindo o direito de visitas, priorizando o bem-estar do animal [7]. Leis como a Sansão (Lei 14.064/20) e projetos como a Lei Joca (PL 13/24) reforçam a compreensão de que os animais são seres vulneráveis sob tutela, e não apenas objetos [7].

Conclusão
O debate sobre se “mães de pet” também são mães é multifacetado e reflete as mudanças sociais na percepção dos animais de estimação e da própria maternidade. Embora o amor e o cuidado dedicados aos pets sejam inegáveis e cientificamente comprovados em termos de vínculo afetivo, é crucial reconhecer as distinções entre a maternidade humana e a tutela de animais. A maternidade de um ser humano envolve uma dimensão de responsabilidade social, educacional e emocional que, para muitos, não pode ser totalmente equiparada ao cuidado com um animal.

Em vez de uma competição, o diálogo pode focar na valorização de ambos os tipos de vínculo. O reconhecimento do papel dos pets na vida das pessoas não precisa diminuir a importância e os desafios da maternidade humana. Ambos os laços são válidos e significativos, cada um à sua maneira, e merecem respeito e compreensão em suas particularidades.

 

Brinquedos Educativos para Pets: Estimulando Mentes e Corações

A Importância do Enriquecimento Ambiental para a Saúde dos Nossos Companheiros

Bolinha, um dos brinquedos preferidos dos pets

Bolinha, um dos brinquedos preferidos dos pets


Nos últimos anos, a compreensão sobre o bem-estar animal tem evoluído significativamente, e com ela, a percepção da importância do enriquecimento ambiental para cães e gatos. Longe de serem meros acessórios, os brinquedos educativos desempenham um papel crucial no desenvolvimento físico e mental dos pets, prevenindo uma série de problemas comportamentais e de saúde.

Brinquedos educativos, também conhecidos como brinquedos interativos ou de enriquecimento ambiental, são projetados para estimular os instintos naturais dos animais, como farejar, caçar e resolver problemas. Ao invés de apenas entreter, eles desafiam o pet a pensar e a interagir de forma mais complexa com o ambiente.

Benefícios Inegáveis para a Qualidade de Vida
Os benefícios de investir em brinquedos educativos são vastos e impactam diretamente a qualidade de vida dos nossos amigos de quatro patas:

•       Estímulo Mental: Assim como os humanos, os pets precisam de desafios cognitivos para se manterem saudáveis. Brinquedos que exigem raciocínio previnem o tédio, o estresse e o declínio cognitivo, especialmente em animais mais velhos.
•       Redução de Estresse e Ansiedade: Para pets que sofrem de ansiedade de separação ou que ficam sozinhos por longos períodos, os brinquedos educativos podem ser uma ferramenta valiosa para desviar o foco do estresse e proporcionar uma distração positiva.
•       Gasto de Energia Adequado: Mesmo em ambientes com espaço limitado, esses brinquedos incentivam o movimento e o gasto de energia, contribuindo para a manutenção de um peso saudável e para a prevenção do sedentarismo.
•       Prevenção de Comportamentos Destrutivos: Um pet entediado ou ansioso pode direcionar sua energia para comportamentos indesejados, como roer móveis ou sapatos. Brinquedos educativos oferecem uma alternativa saudável e apropriada para essa energia.
•       Melhora na Alimentação: Muitos brinquedos educativos funcionam como dispensadores de alimento, fazendo com que o pet precise “trabalhar” para conseguir sua refeição. Isso não só prolonga o tempo da alimentação, auxiliando na digestão e na sensação de saciedade, mas também transforma a hora da comida em um desafio divertido

 
  Dicas de Especialistas para o Uso Correto

Para garantir que os brinquedos educativos cumpram seu papel e sejam seguros, especialistas recomendam algumas práticas:

•       Supervisão Inicial: Sempre supervisione o pet nas primeiras interações com um novo brinquedo para garantir que ele o utilize corretamente e não tente engolir partes pequenas.
•       Rodízio de Brinquedos: Para manter o interesse do animal, não deixe todos os brinquedos disponíveis o tempo todo. Faça um rodízio semanal, guardando alguns e apresentando outros, para que a novidade sempre estimule o pet.
•       Nível de Dificuldade Progressivo: Comece com brinquedos mais fáceis e, gradualmente, introduza desafios mais complexos. Isso evita a frustração e mantém o pet engajado no aprendizado.

Inovação e Sustentabilidade


O mercado de brinquedos para pets está em constante evolução. Para 2025, as tendências apontam para:

•       Sustentabilidade: Cresce a demanda por brinquedos feitos de materiais reciclados, orgânicos ou de fontes sustentáveis, refletindo uma maior consciência ambiental dos tutores.
•       Tecnologia Integrada: Brinquedos com sensores, que se movem sozinhos ou que podem ser controlados por aplicativos, oferecendo novas formas de interação e estímulo.
•       Foco em Saúde Mental: Produtos que visam especificamente o bem-estar emocional dos pets, com designs e funcionalidades que promovem a calma e reduzem a ansiedade.

Investir em brinquedos educativos é investir na saúde, felicidade e longevidade do seu pet. Ao proporcionar desafios e estímulos adequados, garantimos que nossos companheiros vivam uma vida plena e enriquecedora.

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Veterinária alerta para o risco de dar chocolate a cães e gatos.

A Semana Santa é marcada por muito consumo de chocolate em formato de ovos de Páscoa, bombons e coelhinhos doces. Mas atenção: a ingestão de chocolate por cães e gatos pode ser altamente perigosa e até letal.

Olá Ana, tudo bem?

A advertência é da veterinária e PhD em Nutrição Animal Dra. Luciana Oliveira, que adverte que a intoxicação por chocolate é uma das ocorrências mais comuns nos atendimentos de urgência veterinária.

Segundo a especialista, o cacau contém metilxantinas — como teobromina e teofilina — compostos que são difíceis de serem metabolizados por cães e gatos. Quanto maior a concentração de cacau no chocolate, maior o risco de intoxicação. “A gravidade depende do tipo de chocolate e da quantidade ingerida. Chocolates mais escuros, com maior teor de cacau, são os mais perigosos”, explica Luciana.

E chocolates dietéticos podem ser ainda mais prejudiciais: produtos adoçados com xilitol, um adoçante comum em alimentos “diet” e “zero”, podem provocar uma queda brusca de açúcar no sangue.

“O xilitol pode causar hipoglicemia grave e levar o animal à morte se não houver atendimento rápido”, alerta Luciana. “Ele está presente em diversos produtos do dia a dia, como balas, chicletes, alimentos dietéticos e até enxaguantes bucais.”

Como socorrer

Dependendo da quantidade e de que tipo de alimento foi ingerido, os sintomas podem ser mais leves ou mais graves. “Os sintomas podem surgir desde poucos minutos a várias horas ou dias após a ingestão. A melhor providência a ser tomada é levar o animal ao veterinário o mais rápido possível, para que ele avalie a situação e veja se precisa ou não prestar algum suporte ao animal ou deixá-lo em observação”, explica Luciana.

Ela ressalta que atitudes comumente disseminadas como fazer o animal vomitar ou usar carvão ativado nem sempre surtem efeito. “Tais ações podem retardar o suporte médico que esse animal precisa receber. Então não é recomendado que pessoas leigas tentem resolver o problema por conta própria, pois isso aumenta os riscos de complicações que podem levar ao óbito”, alerta.

Sobre Dra. Luciana Oliveira

Médica veterinária formada pela Unesp de Jaboticabal, possui mestrado o doutorado na área de nutrição de cães e Gatos pela Unesp Jaboticabal. Fez estágio de doutoramento na Universidade LMU, de Munique/Alemanha. É membro do Colégio Brasileiro de Nutrição Animal Pet (CBA PET) e da Sociedade Brasileira de Nutrição e Nutrologia de Cães e Gatos (SBNutripet). Tem mais de 20 anos de experiência na área de Nutrição e Nutrologia de Cães e Gatos.

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Páscoa com os Pets – Como Celebrar com Segurança e Sem Riscos à Saúde deles

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A chegada da Páscoa traz consigo tradições milenares, reuniões familiares e, invariavelmente, uma abundância de chocolates e decorações temáticas. No entanto, o que representa um deleite para os seres humanos pode se transformar em um grave perigo para os animais de estimação. Médicos-veterinários alertam que o período de Páscoa registra um aumento significativo nas ocorrências de intoxicação alimentar em clínicas veterinárias, motivadas principalmente pelo consumo acidental de substâncias tóxicas presentes nos doces típicos.

O Vilão Oculto: A Teobromina no Chocolate


O principal risco reside no chocolate, que contém uma substância chamada teobromina. Enquanto o metabolismo humano processa essa molécula com facilidade, cães e gatos o fazem de forma extremamente lenta, permitindo que ela se acumule em níveis tóxicos no organismo. Quanto mais amargo e escuro for o chocolate, maior a concentração de teobromina e, consequentemente, maior o risco de letalidade.

“Muitos tutores acreditam que um pequeno pedaço de chocolate não fará mal, mas a toxicidade depende do peso do animal e da concentração de cacau. Os sintomas podem demorar algumas horas para aparecer, o que muitas vezes retarda o socorro necessário”, explica Dra Sirlei Rodrigues do Centro Veterinário Bom Pastor

Além do Chocolate: Outros Perigos da Época


Embora o chocolate seja o perigo mais conhecido, a Páscoa esconde outras ameaças que exigem atenção redobrada dos tutores:

1.      Lírios e Plantas Ornamentais: Comuns em arranjos de Páscoa, os lírios são extremamente tóxicos para gatos. O simples contato com o pólen ou a ingestão de uma pequena parte da folha pode causar insuficiência renal aguda.
2.      Embalagens e Enfeites: Papéis celofane, fitas e plásticos coloridos que envolvem os ovos de Páscoa podem ser ingeridos por curiosidade, causando obstruções intestinais graves que podem exigir intervenção cirúrgica.
3.      Uvas Passas e Xilitol: Presentes em pães de Páscoa e doces “diet”, as uvas passas podem causar falência renal em cães, enquanto o xilitol (adoçante) provoca uma queda brusca de glicose no sangue e danos hepáticos.

Tabela de Comparação: O que Evitar e o que Oferecer

Para garantir que o seu pet participe da celebração sem riscos, é fundamental substituir os itens perigosos por alternativas seguras e específicas para animais.

Sintomas de Alerta e Primeiros Socorros


Caso ocorra a ingestão acidental de substâncias proibidas, o tutor deve observar sinais clínicos como vômitos, diarreia, agitação excessiva, tremores, aumento da frequência cardíaca e convulsões. Nestes casos, a recomendação é clara: não tente induzir o vômito em casa sem orientação profissional e leve o animal imediatamente a um pronto-socorro veterinário, preferencialmente portando a embalagem do produto ingerido para facilitar o diagnóstico.

O Coelho não é um Brinquedo


Um ponto crucial abordado por entidades de proteção animal nesta época é a compra impulsiva de coelhos reais como presentes para crianças. Coelhos são animais sensíveis, que exigem cuidados específicos, espaço adequado e podem viver por mais de 10 anos. A adoção ou compra deve ser uma decisão planejada por toda a família, e não um impulso sazonal que, infelizmente, muitas vezes resulta em abandono semanas após o feriado.

Celebração com Responsabilidade

A Páscoa pode ser um momento de alegria para toda a família, incluindo os membros de quatro patas. Ao optar por produtos desenvolvidos especificamente para o paladar e a fisiologia animal, como os ovos de Páscoa à base de alfarroba, os tutores garantem que a festividade seja marcada apenas por boas memórias. A prevenção continua sendo o melhor remédio para garantir a longevidade e o bem-estar dos nossos companheiros.
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Cuidando do Seu Melhor Amigo na Terceira Idade: Um Guia Completo para Cães Idosos

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Pug Grande Otelo com 12 anos

À medida que nossos companheiros caninos envelhecem, suas necessidades mudam, e oferecer-lhes os cuidados adequados é crucial para garantir uma vida digna e feliz. A velhice em cães, geralmente a partir dos 7 anos (ou antes para raças maiores), traz consigo desafios específicos que exigem atenção e adaptação por parte dos tutores.
Sinais de Envelhecimento a Observar
Reconhecer os sinais de envelhecimento é o primeiro passo para um cuidado eficaz. Alguns dos indicadores mais comuns incluem:
•Mudanças no nível de atividade: Diminuição da energia, mais tempo de sono e relutância em brincar ou passear.
•Dificuldade de movimentação: Rigidez, claudicação, dificuldade para subir escadas ou se levantar, indicando possíveis problemas articulares como artrite.
•Alterações na visão e audição: Perda gradual da acuidade visual e auditiva, que pode levar a desorientação.
•Mudanças no apetite e peso: Variações no apetite, ganho ou perda de peso inexplicável.
•Problemas dentários: Acúmulo de tártaro, gengivite e perda de dentes, que podem afetar a alimentação e a saúde geral.
•Alterações comportamentais: Irritabilidade, ansiedade, desorientação, vocalização excessiva ou perda de interesse em atividades antes prazerosas.
•Problemas de higiene: Incontinência urinária ou fecal.
Cuidados Essenciais para Cães Idosos
1. Visitas Veterinárias Regulares
Consultas veterinárias semestrais ou anuais são fundamentais para monitorar a saúde do seu cão idoso. Exames de rotina podem detectar precocemente doenças comuns da idade, como problemas renais, cardíacos, diabetes e câncer, permitindo um tratamento mais eficaz.
2. Alimentação Adequada
A dieta de um cão idoso deve ser adaptada às suas necessidades metabólicas reduzidas e possíveis condições de saúde. Alimentos específicos para sêniores são formulados para serem mais digestíveis, com menos calorias para prevenir o ganho de peso, e enriquecidos com nutrientes como condroitina e glucosamina para a saúde das articulações, e antioxidantes para fortalecer o sistema imunológico.
3. Exercícios Moderados
Manter o cão ativo é importante, mas os exercícios devem ser adaptados à sua capacidade física. Caminhadas curtas e suaves, natação (se o cão gostar e não tiver contraindicações) e brincadeiras leves ajudam a manter a massa muscular, a flexibilidade das articulações e a saúde mental, sem sobrecarregar o corpo.
4. Conforto e Adaptação do Ambiente
O ambiente doméstico deve ser adaptado para proporcionar conforto e segurança. Camas ortopédicas aliviam a pressão nas articulações. Rampas ou escadas pequenas podem ajudar o cão a subir em sofás ou camas. Tapetes antiderrapantes em pisos lisos previnem quedas. Mantenha tigelas de água e comida em locais de fácil acesso.
5. Higiene e Cuidados Pessoais
A higiene regular é ainda mais importante na velhice. Escovação frequente ajuda a manter a pelagem saudável e a identificar caroços ou feridas. Banhos devem ser feitos com produtos suaves. A saúde bucal é crucial; escovação diária ou uso de petiscos dentários específicos podem prevenir doenças periodontais.
6. Estímulo Mental e Afeto
Cães idosos ainda precisam de estímulo mental para evitar o tédio e a deterioração cognitiva. Brinquedos interativos, jogos de olfato e carinho constante ajudam a manter a mente ativa e o bem-estar emocional. A atenção e o amor do tutor são insubstituíveis.
Conclusão
Cuidar de um cão idoso é um ato de amor e responsabilidade que recompensa com anos de companheirismo. Ao estar atento aos sinais de envelhecimento e adaptar os cuidados às suas necessidades, você garante que seu amigo de quatro patas desfrute de uma velhice confortável, saudável e feliz.

Saiba o que fazer quando o seu pet for picado por um animal peçonhento.

pets e animais peçonhentos

 

Nossos animais de estimação adoram explorar e se aventurar, mas em algumas situações, essa curiosidade pode colocá-los em risco. Picadas de animais peçonhentos, como cobras, aranhas e escorpiões, podem ser extremamente perigosas para os pets, causando dor intensa e até mesmo complicações graves. Saber como agir rapidamente é fundamental para preservar a saúde e o bem-estar do seu companheiro de quatro patas.
 

Identificando os sinais de picada

Os sintomas de uma picada podem variar dependendo do tipo de animal peçonhento. Porém, alguns sinais comuns incluem:

  • Dor intensa e inchaço no local da picada
  • Febre ou calafrios
  • Falta de coordenação
  • Dificuldade para respirar ou salivação excessiva
  • Vômito ou diarreia

Observar esses sinais logo após um passeio ou uma exploração em área aberta é essencial para iniciar o atendimento o quanto antes.

Passos imediatos a seguir

  1. Mantenha a calma e controle o movimento do pet: A movimentação do animal pode fazer o veneno circular mais rapidamente pelo corpo. Coloque-o em um local tranquilo e seguro para evitar que ele se movimente muito.
  2. Evite intervenções caseiras: Não tente cortar, sugar ou aplicar substâncias como álcool ou vinagre no local da picada. Essas práticas podem agravar o quadro e dificultar o tratamento adequado.
  3. Procure ajuda veterinária imediatamente: Leve seu pet a uma clínica ou hospital veterinário o mais rápido possível. A Rede Veterinária Sausalito conta com uma equipe especializada e preparada para lidar com casos de emergência como esse.

Tratamento

O tratamento vai depender do tipo de animal peçonhento envolvido e dos sintomas apresentados pelo pet. Em casos de picada de cobra, pode ser necessário o uso de soro antiofídico, enquanto picadas de aranhas e escorpiões podem exigir medicação para dor e anti-inflamatórios. O veterinário poderá estabilizar o pet e monitorar sua recuperação, evitando complicações.

Dicas de prevenção

Para reduzir os riscos de picadas, siga algumas dicas de prevenção:

  • Evite áreas de risco: Evite locais com mato alto ou pilhas de entulhos onde animais peçonhentos possam estar escondidos.
  • Supervisione o pet durante passeios: Deixe-o sempre próximo e sob vigilância para evitar que ele explore áreas perigosas.
  • Verifique o quintal e a casa regularmente: Elimine esconderijos, como madeiras empilhadas ou pedras, e mantenha o ambiente seguro.

A saúde e segurança do seu pet são prioridades! Em casos de emergência, não hesite em procurar ajuda. Buscar um veterinário de confiança ou uma clínica próxima a você é fundamental.

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CAES QUE LAMBEM PATAS, QUAIS SÃO AS CAUSAS, PREOCUPAÇÕES E CUIDADOS

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Se você é um amante de cachorros, já deve ter visto seu amigo de quatro patas lambendo as patas em algum momento. Embora isso possa parecer uma atividade comum para os cães, pode ser um sinal de problema!

Neste artigo, vamos explorar por que os cachorros lambem suas patas, as possíveis causas por trás desse comportamento e o que você deve fazer se notar seu peludo amigo fazendo isso com frequência.

Por que os Cães Lambem Suas Patas?

Os cachorros têm muitas maneiras de se comunicar conosco, e uma delas é através de suas ações. Lamber as patas é uma dessas ações, e pode haver várias razões por trás desse comportamento.

5 Razões do Porquê os Cachorros Lambem as Patas

1. Limpeza Pessoal

Assim como os gatos, os cachorros são criaturas extremamente limpas. Lambendo suas patas, eles podem estar realizando uma espécie de “banho” pessoal para se livrar da sujeira, poeira ou restos de comida que podem ter se acumulado em suas patas durante suas aventuras diárias.

2. Alívio de Coceira

Uma das razões mais comuns para um cachorro lamber suas patas é a coceira. Pode ser causada por uma variedade de fatores, como alergias a alimentos, alérgenos ambientais, picadas de insetos ou irritações na pele. Lambendo as patas, eles tentam aliviar o desconforto.

3. Ansiedade e Estresse

Os cachorros também podem lamber suas patas como um meio de lidar com o estresse e a ansiedade. Assim como as pessoas roem as unhas quando estão nervosas, os cães podem lamber suas patas como uma forma de automedicação para acalmar seus nervos.

4. Lesões ou Dor

Se o seu cachorro está lambendo uma pata específica com frequência, pode ser um sinal de que há algo errado com essa pata. Lesões, dor nas articulações ou entorses podem levar um cachorro a lamber constantemente uma área dolorida em busca de alívio.

5. Tédio e Tensão Mental

Cãessão a nimais inteligentes e precisam de estímulos mentais e físicos para se manterem saudáveis e felizes. Se eles não recebem a quantidade adequada de exercício e estímulo mental, podem ficar entediados e começar a lamber suas patas como uma forma de passar o tempo.

Lambedura Excessiva

Se o seu cachorro está lambendo suas patas constantemente, a ponto de causar irritação na pele ou feridas, isso é um sinal claro de que algo não está bem. É importante investigar a causa subjacente.

Mudanças de Comportamento

Se o comportamento de lamber as patas é acompanhado por mudanças no apetite, sono ou atividade, pode indicar que seu cachorro não está se sentindo bem e precisa de atenção veterinária.

Inchaço ou Feridas

Qualquer inchaço, ferida, ou mudança visível na aparência das patas do seu cachorro deve ser examinada por um médico veterinário. Pois pode indicar uma lesão ou infecção que precise de tratamento imediato.

Mantenha as Patas Limpas

Se a lambida nas patas for devido à sujeira, certifique-se de manter as patas do seu cachorro limpas e secas. Isso pode ajudar a reduzir a necessidade de lambedura excessiva.

Elimine Possíveis Alergias

Se a alergia for a causa, seu médico veterinário pode recomendar uma mudança na dieta ou o uso de medicamentos para aliviar os sintomas alérgicos.

Proporcione Estímulos Mentais e Físicos

Para cachorros entediados, é importante proporcionar estimulação mental e física adequada. Passeie com seu cachorro regularmente, ofereça brinquedos interativos e desafios mentais para mantê-lo ocupado.

Considere a Ajuda de um Comportamentalista Canino

Se a lambedura for resultado de estresse ou ansiedade, um comportamentalista canino pode ajudar a identificar e abordar os problemas subjacentes de comportamento.

Os cachorros lambendo suas patas podem ser uma visão comum, mas é essencial prestar atenção quando esse comportamento se torna excessivo ou está associado a outros sintomas. Pode ser um sinal de que algo está errado e que seu peludo amigo precisa de cuidados adicionais.

Sempre consulte um médico veterinário para avaliar cada situação e garantir a saúde e o bem-estar do seu cachorro. Com os cuidados adequados, você pode garantir que seu companheiro canino tenha uma vida feliz e saudável.

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Tradição de Fé e Amor aos Animais: Frei Anacleto Celebra a Bênção das Criaturas

CVBP recebe Frei Anacleto por mais um ano para a benção.

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Uma das tradições mais queridas do nosso bairro está de volta! Neste sábado, 4 de outubro, data em que se comemora o Dia de São Francisco de Assis e o Dia Internacional dos Animais, o Centro Veterinário Bom Pastor (CVBP) receberá novamente o Frei Anacleto para a celebração da Bênção das Criaturas.

O evento, que já se tornou um marco na comunidade, acontece às 10h na sede do CVBP, localizada na Rua Cisplatina, 67. É um momento de grande significado para famílias e seus pets, que recebem uma bênção especial em honra ao santo protetor dos animais.

Bênção Estendida: Água Abençoada Fica Disponível

E para que nenhum animalzinho fique de fora das graças, o CVBP terá uma ação especial. Durante a cerimônia, o Frei Anacleto abençoará as águas, que serão acondicionadas em garrafinhas. Quem não puder comparecer no sábado poderá retirar a sua gratuitamente no Centro Veterinário Bom Pastor ao longo da semana seguinte ao evento.

Serviço:

  • O Quê: Bênção das Criaturas com Frei Anacleto
  • Quando: Sábado, 4 de outubro, às 10h
  • Onde: Centro Veterinário Bom Pastor – Rua Cisplatina, 67
  • Bênção Estendida: Garrafinhas com água abençoada disponíveis para retirada no local durante a semana.

Uma linda oportunidade de celebrar a fé e o carinho pelos nossos amigos de quatro patas. Participe e leve seu pet para este momento tão especial!

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Celebre o Dia dos Animais com um Ato de Amor: Projeto Pacotinho de Amor Realiza Feira de Adoção

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Neste sábado, 4 de outubro, data que celebra o Dia Internacional dos Animais e o Dia de São Francisco de Assis, o Projeto Pacotinho de Amor convida a comunidade para um ato de caridade que vai ao encontro do espírito da data: oferecer um lar a quem mais precisa.

A feira de adoção acontecerá na Pet Land, localizada na Rua Bom Pastor, 2177, das 10h às 15h. O evento será uma oportunidade para conhecer de perto o trabalho do projeto e diversos cães e gatos, todos aguardando por uma segunda chance e uma família para chamar de sua.

Celebrar o amor incondicional dos animais vai além dos cuidados. A adoção responsável é um dos gestos mais puros de compaixão, transformando não apenas a vida do pet, mas também enriquecendo a vida de quem o adota.

Serviço:

  • O Quê: Feira de Adoção do Projeto Pacotinho de Amor
  • Quando: Sábado, 4 de outubro, das 10h às 15h
  • Onde: Pet Land – Rua Bom Pastor, 2177
  • Por quê: Celebrar o Dia dos Animais com um gesto de amor que salva vidas.

Venha celebrar esta data especial escrevendo uma nova história de amor. Quem sabe não é no seu colo que um desses pacotinhos de amor vai encontrar seu lar definitivo?

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Campanha Diga Não à Leishmaniose faz 20 anos.

Campanha “Diga Não à Leishmaniose” completa 20 anos como referência no combate à doença negligenciada

Há exatos 20 anos, uma ligação telefônica mudaria para sempre a vida da assessora de imprensa Marli Pó. Do outro lado da linha, o estilista e apresentador Clodovil Hernandes trazia um alerta sobre uma doença misteriosa que atingia seus cães – a leishmaniose. Esse momento marcou o nascimento da Campanha “Diga Não à Leishmaniose”, que hoje se consolida como uma das mais importantes iniciativas de saúde pública voltadas para essa zoonose negligenciada no Brasil.

clodovil e os cães

De caso pessoal a movimento nacional

O cão Grande Otelo, mascote de Clodovil, tornou-se o primeiro caso emblemático da campanha após ser diagnosticado e tratado a tempo. “Aquela ligação foi um divisor de águas. Descobrimos uma doença que poucos conheciam, mas que mata silenciosamente”, relembra Marli Pó, idealizadora e coordenadora da iniciativa.

Ao longo dessas duas décadas, a campanha perdeu importantes apoiadores, como o próprio Clodovil e a apresentadora Hebe Camargo, mas ganhou força como um movimento plural. “É como um filho que cresceu e tomou seu lugar no mundo”, emociona-se Marli.

hebe e otelo campanha

Números que assustam

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam que a leishmaniose visceral, forma mais grave da doença, tem taxa de letalidade que pode chegar a 90% sem tratamento. No Brasil, apenas entre 2012 e 2022, foram registrados mais de 35 mil casos humanos, com mortalidade superior à dengue em algumas regiões.

“O maior desafio sempre foi a desinformação. A doença não escolhe classe social, mas poucos sabem como prevenir”, explica a coordenadora. A campanha já alcançou mais de 530 mil pessoas apenas através de seu blog, criado em 2011, além de manter um site informativo e realizar eventos por todo o país.

Articulação multissetorial

O sucesso da iniciativa se deve a uma rede de apoio incomum. O grupo BRASILEISH, formado por veterinários e advogados, trabalha na linha de frente dos direitos dos animais e humanos afetados. Entidades como a OAB e o Rotary Club incluem a pauta em seus calendários oficiais.

No campo artístico, nomes como, Daniela Albuquerque, Flavia Noronha, Solange Frazão, Camila Camargo, Saulo Meneghetti entre tantos outros,   e o ator Nico Puig – que chegou a ceder sua casa para um evento beneficente – deram visibilidade à causa. O grafiteiro Crânio contribuiu com obras de arte que se tornaram símbolos da campanha. Todos eles foram fotografados pelo renomado fotógrafo de pets argentino,  Lionel Falcon.

stand msd 2011

Tecnologia a serviço da prevenção

A parceria com a Scalibor trouxe uma importante ferramenta de combate: coleiras impregnadas com inseticida que repelem e matam o mosquito-palha, vetor da doença. “É uma solução tripla: protege o animal, elimina o transmissor e ainda combate carrapatos”, explica Marli.

Os próximos 20 anos

Para celebrar a data, a campanha prepara novidades que serão anunciadas em breve. “Já superamos muitos obstáculos, mas o trabalho continua. Cada vida salva é nossa maior recompensa”, finaliza a coordenadora.

Serviço:

Site oficial: www.diganaoaleishmaniose.com.br
Redes sociais: [@diganaoaleishmaniose]

Sobre a Leishmaniose:

Doença transmitida pelo mosquito-palha que afeta humanos e animais. Sintomas incluem febre prolongada, perda de peso e aumento do baço. A forma visceral pode ser fatal se não tratada.

#DigaNãoÀLeishmaniose #20AnosDeConscientização #SaúdePública

 

  

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Prevenir a leishmaniose em caes

Prevenção contra a leishmaniose: proteja seu pet e sua família
Especialista reforça a importância da prevenção para evitar a transmissão da doença, que não tem cura nos cães.

 

A leishmaniose é uma doença grave, que afeta tanto humanos quanto animais, sendo transmitida pela picada do mosquito-palha infectado. Sem cura para os cães, a doença pode causar sintomas severos e levar à morte. Por isso, a prevenção é essencial para a segurança dos pets e da população.
Recentemente, o primeiro caso de leishmaniose em humanos do ano em Marília, no interior de São Paulo, foi registrado. Um homem de 51 anos foi acometido pela doença, o que reforçou a necessidade de medidas preventivas.
A médica veterinária Mariana Galgaro, coordenadora técnica da MSD Saúde Animal, explica que a atenção à doença costuma crescer quando humanos são diagnosticados, embora os casos em cães sejam muito mais frequentes. “Os casos em seres humanos chamam a atenção para a gravidade da doença. Os casos em cães são muito mais numerosos, mas muitas vezes passam despercebidos pela população ou são negligenciados”, destaca.

A leishmaniose pode se manifestar de diferentes formas nos cães, sendo os principais sintomas: feridas na pele que não cicatrizam, febre, perda de peso, aumento do volume abdominal, apatia, crescimento exagerado das unha s e descamações na pele. “A doença não tem cura nos cães, apenas tratamento, que é custoso e tem limitações. A expectativa de vida do cão se torna reduzida e a qualidade dela também diminui drasticamente”, alerta Mariana.

Como proteger seu pet da leishmaniose Os tutores podem adotar diversas medidas preventivas para proteger seus cães. O
uso de produtos que impeçam a picada do mosquito, como a coleira Scalibor®, que faz parte do portfólio de produtos da MSD Saúde Animal, é uma das principais estratégias. “A coleira funciona impedindo o mosquito de se alimentar do sangue do animal. O princípio ativo, a deltametrina, presente na pele do cão, repele e pode matar o mosquito antes que ele consiga picar e transmitir o parasita para o cão”,
explica a veterinária. Além disso, sua ação prolongada por até quatro meses oferece uma proteção contínua e prática para os tutores.
Além da coleira, há outras medidas importantes que ajudam na prevenção, como:

Remoção de matéria orgânica de quintais, pomares e terrenos baldios para
evitar a proliferação do mosquito;
● Uso de telas em canis para impedir a entrada do mosquito-palha;
● Evitar passeios com os cães em matas ou áreas de vegetação densa ao
entardecer, período de maior atividade do mosquito.
Prevenção em cães ajuda a reduzir riscos para humanos
A proteção dos cães não beneficia apenas os animais, mas também reduz o risco
de transmissão para humanos. “Os cães são o principal reservatório doméstico da
leishmaniose. Quando o animal está protegido, o mosquito não consegue se
alimentar dele e, consequentemente, não se infecta com o parasita”, reforça
Mariana. Dessa forma, a transmissão da doença entre cães e humanos é
interrompida.
Com o recente caso registrado em Marília, a necessidade de prevenção fica ainda
mais evidente. Adotar medidas simples, como o uso de coleiras repelentes e a
limpeza de áreas externas (quintais, pomares, terrenos, etc) pode fazer toda a
diferença na luta contra a leishmaniose. Para garantir a melhor proteção para seu
pet e sua família, consulte um médico veterinário e mantenha os cuidados sempre em dia.

Cidade de Tupã tem primeiro caso de leishmaniose em 2025

A cidade de Tupã (SP) confirmou o primeiro caso de leishmaniose em humanos em 2025. A vítima é uma criança de dois anos, que está internada em Marília com quadro de saúde estável.

O caso acende o alerta para a proliferação da doença na região. Este é o segundo registro de leishmaniose em humanos no centro-oeste paulista em 2025. O primeiro foi em Marília, envolvendo um homem de 51 anos diagnosticado com a forma visceral da doença.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde de Tupã, equipes seguem atuando em nível máximo de alerta, com ações voltadas ao combate às arboviroses e outras doenças transmitidas por insetos.
O Diretor do departamento de Vigilância em Saúde de Tupã, Robson Luis Pereira da Silva, explicou ao TN1 que a prefeitura está intensificando as ações de combate à leishmaniose, especialmente no bairro Jamil Dualibi: “Esses trabalhos, eles consistem em uma busca ativa, tanto de suspeitos em cães como suspeitos em seres humanos nessa região”.

Robson também destacou que o mosquito-palha, transmissor da doença, se prolifera em ambientes diferentes do Aedes aegypti, causador da dengue.

“A mosca, do mosquito palha, fica em ambiente com resto de matéria orgânica, sujidades, folhas. A gente pede para que a população nos ajude nesse combate. O Poder Público faz as intensificações, faz as orientações, faz as buscas ativas, mas também depende da população estar limpando os seus quintais e tirando essas sujidades do fundo dos seus quintais”.
A prefeitura de Tupã informou que segue monitorando a situação e intensificando as ações de combate na região onde o caso foi confirmado.

Sobre a doença

A leishmaniose é uma doença infecciosa causada por parasitas do gênero Leishmania, transmitidos aos seres humanos e animais por meio da picada de insetos infectados, conhecidos como flebotomíneos ou mosquito-palha.

Segundo especialistas, a forma visceral é a mais grave, podendo afetar órgãos como baço, fígado e medula óssea. Se não tratada, pode ser fatal.

Entre os principais sintomas estão febre persistente, perda de peso, fraqueza, aumento do fígado e do baço e anemia. Em caso de suspeita, é fundamental procurar atendimento médico imediato.

O diagnóstico da leishmaniose pode envolver exames clínicos, testes sorológicos e biópsias. O tratamento, que deve ser acompanhado por profissionais de saúde, visa eliminar o parasita do organismo e pode variar de acordo com a forma da doença e as condições do paciente.

Pets “terapeutas”: Colégio integra animais de estimação ao dia a dia dos estudantes

Convívio impacta cerca de 300 crianças em Campo Mourão (PR); pets auxiliam em tratamentos médicos e participam de ações sociais

A convivência com os pets oferece mais do que a companhia de um amigo de quatro patas, de asas ou de escamas. Uma pesquisa realizada pela Human Animal Bond Research Institute, em parceria com a Mental Health America, elencou os cinco principais benefícios para a saúde mental em ter um animal de estimação.

 

O primeiro deles mostra que os pets ajudam a aliviar o estresse. O estudo revelou que os tutores têm frequência cardíaca e pressão arterial significativamente mais baixas em resposta a situações tensas e desagradáveis. Os demais resultados indicaram melhora no humor, na sensação de bem-estar, na redução do sentimento de solidão e na ajuda a pessoas com problemas mentais.

 

Apoio emocional

Além de contribuírem para a qualidade de vida de seus tutores, os pets ainda podem oferecer conforto e apoio emocional a pacientes em tratamentos de saúde. Essa relação — chamada de terapia assistida — proporciona entretenimento, oportunidades de motivação e melhoria das condições emocionais e cognitivas.

 

“Por conta dessa interação ocorre a diminuição do cortisol — o ‘hormônio do estresse’ — e a elevação da serotonina, endorfina e ocitocina que são chamados de ‘hormônios da felicidade’”, explica a coordenadora do curso de Medicina Veterinária do Centro Universitário Integrado de Campo Mourão (PR), Camila Mottin.

 

Pets “terapeutas”

Nesta mesma instituição de ensino superior — que fica no Noroeste do Paraná — esse tipo de terapia tem se tornado uma realidade por meio do projeto Pet Terapeuta, que oferece assistência assistida com a ajuda de duas cães labradoras: Luci e Luna, ambas com 3 anos de idade.

 

As cachorras auxiliam em tratamentos médicos disponibilizados pelas clínicas do Centro Universitário Integrado e também participam de ações sociais com os estudantes da Educação Infantil, Ensino Fundamental I e II e Ensino Médio do Colégio Integrado de Campo Mourão.

 

“Em 2024, cerca de 300 crianças já foram impactadas pelas visitas dos cães, pela recreação com esses animais e pela conscientização sobre a posse responsável. Na clínica veterinária, aproximadamente 30 pacientes foram atendidos e tiveram intervenções direcionadas e individualizadas”, conta Luana Drancka.

Quem são elas?

As labradoras Luci e Luna foram doadas pelo canil Paraíso do Mascote, de Maringá (PR), que também atua no adestramento dos pets. Camila e Luana — as tutoras responsáveis por conduzir os animais nas terapias em Campo Mourão — complementam os treinamentos.

 

“Os cães ‘terapeutas’ devem ser bem socializados, tranquilos, dóceis e atender comandos básicos de obediência. Esse é um trabalho desenvolvido com muito amor e envolve bastante dedicação e empenho pessoal”, destaca Camila Mottin.

 

O professor de Medicina Veterinária do Integrado, Felipe Correa, complementa: “Animais de estimação proporcionam companhia constante. A interação com eles diminui a ansiedade, estimula o sistema imunológico e promove o bem-estar. Ter um bichinho — especialmente um cachorro — incentiva a prática de exercícios regulares e contribui para um estilo de vida mais ativo. Além disso, os pets ajudam a aliviar sintomas de depressão, oferecem sensação de segurança e senso de propósito”.

Outros serviços 

Além de manter as atividades com as labradoras e oferecer todo o cuidado que elas precisam, o Centro Universitário Integrado também desenvolve ações de castração gratuita para cães e gatos de tutores em condição de vulnerabilidade social. Esse trabalho é feito por meio de parcerias com as prefeituras de Campo Mourão e região.

 

“A medida de controle populacional ajuda a evitar que os animais desenvolvam problemas de saúde. Por acreditar na importância dessa ação, o Integrado é parceiro de várias iniciativas que promovem a causa”, explica Camila Mottin.

 

A instituição de ensino superior tem convênios com os municípios de Peabiru (PR) e Luiziana (PR). A meta é castrar cerca de 240 animais em 2024. Até o mês de agosto, metade do objetivo já foi alcançado.

 

Além deste apoio, o Integrado também atua junto às ONGs da região. “Sempre que essas organizações precisam, elas nos procuram e fazemos a castração de animais que foram resgatados e serão encaminhados para adoção. Somadas as iniciativas, a previsão é que mais de 300 animais sejam castrados ainda neste ano”, observa a coordenadora do curso de Medicina Veterinária.

 

Sobre o Centro Universitário Integrado

Localizado em Campo Mourão (PR), o Centro Universitário Integrado oferece, há mais de 25 anos, ensino superior de excelência reconhecido pelo MEC com nota máxima (5) no Conceito Institucional e nota 4 no Índice Geral de Cursos (IGC). Atento ao que o mercado necessita, busca ofertar um ensino de qualidade voltado às competências que precisam ser desenvolvidas por todos os profissionais.

 

Para isso, conta com infraestrutura moderna, laboratórios com tecnologia de ponta, metodologias de ensino inovadoras e corpo docente com forte experiência acadêmica e vivência prática.

 

Atualmente, o Integrado oferece mais de 55 cursos de graduação presencial, semipresencial e a distância — incluindo Direito, Medicina e Odontologia — e mais de 100 cursos de pós-graduação em diversas áreas do conhecimento.

 

Sugestão de legenda

Luci e Luna — os cães “terapeutas” — ajudam em tratamentos médicos e participam de ações sociais com estudantes de Campo Mourão

 

Crédito das fotos

Camila Mottin

Plaza Sul fará 2 eventos filantrópicos nesse final de semana.

Plaza Sul Shopping realiza  2 eventos neste sábado, o de adoção pet e de prevenção ao câncer infantil.

Iniciativas reforçam o compromisso do empreendimento com causas sociais

Setembro, 2024 – O Plaza Sul Shopping receberá neste sábado, 21, dois eventos de cunho social que trazem diferentes tipos de conscientização: o “Adoção Pet”, focado na causa animal, e o “De Olho nos Olhinhos”, iniciativa do apresentador Tiago Leifert e de sua esposa, a jornalista Daiana Garbin, que tem como objetivo auxiliar na prevenção do retinoblastoma, um tipo de câncer nos olhos que acomete, principalmente, bebês.

“O Plaza Sul Shopping investe continuamente em causas que impactam diretamente o bem-estar de nossa comunidade. Ao abraçar iniciativas como essas, nosso shopping não apenas reforça sua responsabilidade social, mas também se posiciona como um verdadeiro agente de transformação”, afirma Camila Ramm, gerente de marketing do shopping, administrado pela ALLOS, a mais completa plataforma de serviços, entretenimento, lifestyle e compras da América Latina.

Adoção Pet

Em parceria com a ONG Aliança com a Vida, o Plaza Sul Shopping realiza na tarde de sábado, das 12h às 16h, a terceira edição do Adoção Pet, evento ideal para quem busca um novo companheiro, por meio da adoção responsável.

O evento acontece no Terraço Plaza (piso G4) e contará com um espaço para fotos, além de distribuição de pipoca para as crianças e pintura facial.

A ONG é especializada no resgate e recuperação de animais em situações vulneráveis. Antes de serem disponibilizados para adoção, todos são castrados, vacinados e vermifugados.

Para fazer a adoção, é necessário ter mais de 18 anos e passar por uma entrevista com a ONG, que vai analisar a compatibilidade e orientar os próximos passos.

De olho nos olhinhos

Com o objetivo de conscientizar sobre a retinoblastoma, durante todo o sábado, o Plaza Sul Shopping recebe a campanha “De olho nos olhinhos”. A iniciativa foi criada por Leifert e Garbin em 2022, após a filha do casal, Lua, ser diagnosticada com a doença, com apenas 11 meses de vida. Por terem sido pegos de surpresa, decidiram criar uma campanha para conscientizar os pais da prevenção à doença, que pode ser identificada pelos olhos dos bebês.

O estande da campanha, que ficará localizado no Piso 0, uma equipe especializada entregará brindes, como cartela de adesivos, desenhos para colorir e giz de cera, além de tirar todas as dúvidas dos pais e disseminar a informação necessária para que eles possam fazer as verificações e, no caso de ocorrência da doença, o diagnóstico precoce.

Segundo o Ministério da Saúde, quando diagnosticado precocemente e tratado em centros especializados, o índice de cura chega a 90%, com a preservação da visão da criança, porém, caso esse diagnóstico seja feito tardiamente, a doença pode causar cegueira e até a morte. A ação ocorre na semana do Dia Nacional de Conscientização e Incentivo ao Diagnóstico Precoce do Retinoblastoma, 18 de setembro.

Serviços:

Adoção Pet

Local: Terraço Plaza, no G4

Data e horário: 21/9, das 12h às 16h.

 

De Olho nos Olhinhos

Local: Piso 0 (P0)

Data e horários: 21/9 (sábado), das 10h às 22h

 

Plaza Sul Shopping

Endereço: Praça Leonor Kaupa, nº 100, Jardim da Saúde – São Paulo (SP)

 

AGOSTO VERDE : Leishmaniose em gatos: sinais e prevenção.

AGOSTO VERDE é o mês da conscientização nacional da leishmaniose, estabelecido desde 2016.

A leishmaniose visceral é uma doença causada pelo protozoário do gênero Leishmania spp. Este parasita é transmitido através da picada dos mosquitos dos gêneros Lutzomyia e Phlebotomus, também conhecidos como “mosquitos-palha” ou flebotomíneos respectivamente. Embora afete principalmente humanos e cães, os gatos também podem contrair a doença.

Em gatos, a leishmaniose geralmente se manifesta de forma subclínica, levando à dificuldade no diagnóstico da doença nesta espécie.

A seguir, fornecemos informações detalhadas sobre a manifestação da leishmaniose em gatos e seu manejo clínico.

Características gerais

A leishmaniose é uma doença endêmica presente em vários países da América Latina, Mediterrâneo Europeu, Oriente Médio e Ásia. Devido à sua ampla distribuição geográfica e ao seu complexo ciclo de transmissão, é considerada uma das doenças vetoriais de maior impacto na saúde pública no mundo.

Foram identificadas mais de 30 espécies de Leishmania spp., das quais pelo menos 20 são patogênicas para mamíferos.

A Organização Pan-Americana da Saúde estima que a leishmaniose é endêmica em 98 países e territórios e que mais de 350 milhões de pessoas estão sob risco de serem infectados pelo parasita.

Em relação aos animais domésticos, L. infantum é a espécie de maior prevalência nesse grupo. Essa espécie acomete principalmente cães, causando a Leishmaniose Visceral Canina, uma das doenças zoonóticas mais importantes da América Latina.

A presença da leishmania em animais domésticos não afeta apenas a saúde e bem-estar desses animais, mas também pode aumentar o risco de transmissão da doença para os humanos.

O gatos podem ser infectados pelas mesmas espécies de leishmania encontradas nos cães, no entanto, é importante mencionar que a taxa de infecção em felinos é menor e existem menos casos relatados.

Embora ainda não existam estudos específicos sobre a via de transmissão da Leishmania spp. em felinos, sabe-se que a principal forma de contágio é através da picada de flebotomíneos infectados. Por outro lado, até o momento, não há estudos suficientes que demonstrem a transmissão vertical e horizontal em gatos, como demonstrado em cães, humanos e camundongos.

Sinais e sintomas

Embora a leishmaniose em gatos geralmente seja assintomática, aqueles que apresentam sinais clínicos geralmente têm algum tipo de comprometimento imunológico, geralmente uma infecção concomitante com agentes retrovirais (FIV e/ou FeLV), estão sob tratamentos imunossupressores ou apresentam doenças crônicas e degenerativas.

Em gatos sintomáticos, é comum observar a apresentação cutânea da leishmaniose, caracterizada pela presença de lesões dérmicas e mucocutâneas. Entre elas se destacam:

  • Úlceras
  • Nódulos
  • Alopecia
  • Dermatite esfoliativa

Tanto os nódulos quanto as úlceras podem ocorrer de forma localizada ou generalizada, distribuindo-se ao redor da cabeça, especialmente na região do nariz, boca e pálpebras, assim como na região distal dos membros. Devemos considerar que as úlceras podem se agravar devido a infecções bacterianas secundárias.

gatocomleish

Por outro lado, a dermatite esfoliativa, ao contrário do que ocorre em cães, é menos comum em felinos.

Também podem ocorrer sintomas inespecíficos, como perda de peso, falta de apetite, desidratação, letargia e linfadenomegalia generalizada.1

Nos casos relatados, foram mencionadas as seguintes alterações hematológicas2,3

  • Anemia normocítica normocrômica arregenerativa
  • Pancitopenia
  • Hiperproteinemia por hipergamaglobulinemia
  • Aumento das enzimas hepáticas

Prevenção e considerações

Embora os cães sejam considerados os principais reservatórios de Leishmania infantum, pesquisas recentes indicam que os felinos também podem atuar como reservatórios secundários da doença. Isso significa que, embora os gatos não sejam essenciais para a sobrevivência do parasita na população de mamíferos, eles podem abrigar a doença para outros indivíduos.

Mais estudos são necessários para entender completamente o papel epidemiológico dos gatos na transmissão da Leishmania spp. Infelizmente não há uma vacina para os pets.

Portanto, para prevenir a doença na população, é necessário adotar uma série de medidas preventivas multifatoriais. Essas medidas devem se concentrar principalmente na erradicação do flebótomo nos lares.

É importante tomar medidas para evitar que os cães, os principais reservatórios da doença, contraiam a infecção. Para isso, possíveis medidas a serem implementadas são:

No lar:

  • Erradicar ervas daninhas e vegetação ao redor das residências
  • Evitar o acúmulo de resíduos orgânicos
  • Evitar locais de reprodução do vetor, principalmente durante o entardecer e anoitecer
  • Implementar medidas de saneamento ambiental com inseticidas
  • Utilizar repelentes e telas mosquiteiras
  • Manter limpo o ambiente de moradia dos pets

Em relação aos cães:

  • Usar inseticidas repelentes de liberação constante e longa duração (coleiras, pipetas)
  • Controlar ativamente cães com suspeita clínica da doença e realizar monitoramento sorológico.

É indispensável conscientizar a população sobre a importância de seguir essas medidas preventivas, incentivando a colaboração e o compromisso na prevenção da leishmaniose visceral. A erradicação dessa doença requer uma abordagem integral e colaborativa, onde a eliminação do flebótomo e a proteção dos cães são as medidas prioritárias.

A prevenção da leishmaniose é uma tarefa a longo prazo que requer um compromisso compartilhado entre a comunidade, os profissionais de saúde e os tutores dos pets.

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AGOSTO VERDE – CONSCIENTIZAÇÃO DA LEISHMANIOSE

AGOSTO VERDE – CAMPANHA “DIGA NÃO À LEISHMANIOSE” CONSCIENTIZA SOBRE A PREVENÇÃO DA DOENÇA QUE OS HUMANOS TAMBÉM SÃO VÍTIMAS!
 
Leishmaniose – segunda enfermidade que mais mata humanos no mundo, depois da malária e é negligenciada pela saúde pública. Para a leishmaniose, calazar ou doença do mosquito palha, como é conhecida em várias regiões, infelizmente não há uma medida cem preventiva como uma vacina e entendemos que, para os humanos, é apenas informação correta, repelente e muito cuidado para não ser picado pelo inseto transmissor. Oremos!!!
De cor alaranjada, se reproduz em restos orgânicos e adora umidade. Sabe aquela mosquinha do ralo que aparece quando há umidade? Então, ele é parente dela, só que se chama flebotomíneo, é minúsculo, com 3mm e quase imperceptível. Sua picada é indolor e os sintomas da doença aparecem após seis meses a 1 ano, causando um estrago considerável.
A coleira scalibor é a mais efeicaz coleira para não só repelir, mas matar o inseto. Ela ajuda o meio ambiente.

A coleira scalibor é a mais efeicaz coleira para não só repelir, mas matar o inseto. Ela ajuda o meio ambiente.

Para os cães, temos a coleira SCALIBOR da MSD SAÚDE ANIMAL, que já foi usada em várias cidades como medida preventiva e teve muita eficácia. Nenhuma outra tem a mesma comprovação. Temos outras no mercado e também as pipetas que podem ajudar no combate, fique atento a bula e a recomendação do veterinário, importante sempre consultá-lo.
O Bom da coleira, é que ela ajuda o meio ambiente, favorecendo aos humanos também, pois além de repelir, ela mata o inseto.
Próximo a São Paulo, temos várias cidades que já tem o mosquito que são: Cotia, Embu e Indaiatuba. Próximo a essas cidades é preciso cuidar bem dos pets.
PRÓXIMA EDIÇÃO FALAREMOS SOBRE A LEISHMANIOSE FELINA. FIQUE LIGADO!
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EVENTO DE ADOÇÃO PET NO MUSEU DO IPIRANGA

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Projeto Pacotinho de Amor retorna aos eventos no Ipiranga neste Domingo.
 
No próximo dia 28 de Julho das 10h às 15h o Museu receberá o evento de adoção Pet com o PROJETO PACOTINHO DE AMOR, que fará a seleção das famílias para receberem seus novos integrantes. O evento é organizado pela Subprefeitura do Ipiranga, a OAB do Ipiranga.
As normas para a adoção: Idade acima de 18 anos, trazer documentos e acima de tudo muito amor e a certeza da posse responsável.
 
Te esperamos.
 
28 de Julho
Das 10h às 15h
Em frente ao Museu do Ipiranga, na FEART Feirinha de Artesanato.
 
Conheça alguns dos candidatos à adoção. 
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Cachorro sozinho em casa? Veja dicas para amenizar o tempo solo dele.

Dicas para deixar seu cachorro sozinho em casa

Atitudes importantes pro seu cachorro não sofrer

Você pode adotar hábitos para diminuir a ansiedade da separação quando seu cachorro vai ficar sozinho em casa durante muito tempo. Cães que não conseguem ficar sozinhos entram em depressão, procuram ocupar o tempo destruindo móveis e objetos e fazem besteiras para chamar a atenção.

cachorro sozinho em casa

Se o cachorro ficar sozinho esporadicamente, ele não vai chegar a se acostumar mal com a sua ausência. As dicas deste post são para o caso de os tutores trabalharem fora e o cachorro precisar se adaptar a uma rotina onde ele terá que ficar sozinho durante um longo período.

1 – NUNCA diga “tchau”, dê beijos, fale fininho… Isso significa (para ele) que existe alguma situação que está te incomodando, te fazendo sofrer. Consequentemente ele fica angustiado e poderá chorar, latir, se auto-mutilar, etc. Quando for sair, simplesmente vire as costas e saia. Sem despedidas, sem voltas (para dar uma “espiadinha”), sem dó. Quanto mais “normal” parecer a situação, mais rápido ele se acostuma a ela.

2 – Quando voltar espere um pouco para fazer “festinhas”. Caso abra a porta já passando a mão nele, fazendo carinho e pegando no colo, ele ficará te esperando todos os dias, muito ansioso por sua volta. Chegue em casa, troque de roupa, aja normalmente e só aí faça festinha pro seu cão. É tentador, mas você estará fazendo o melhor pra ele.

3 – Deixe brinquedos para mastigar, bolinhas e petiscos escondidos. Existem brinquedos inteligentes que fazem com que ele tenha o que fazer por algum tempo. Deixe dois ou três brinquedos “especiais” guardados. Esses brinquedos nunca ficarão à disposição dele o tempo todo. São brinquedos que você brinca com ele, estimula bastante e quando ele estiver doidinho pelo objeto, você guarda. Esses brinquedos servem também para ajudar nessas horas de solidão prolongada. Você também pode adaptar, pegar uma garrafa pet, colocar petiscos que ele adore dentro, vedar bem e fazer furos mínimos pela garrafa.

4 – Se puder, deixe uma camiseta sua com ele. Seu cheiro faz com que ele não se sinta tão sozinho.

5 – Cuidado com coisas como brinquedos que soltam partes, pelúcia, ossos, etc. Caso ele engasgue com um pedaço, você não estará perto para ajudar. Tire também fios e objetos quebráveis. Desligue equipamentos eletrônicos das tomadas para o caso dele mastigar. O ideal é que você delimite um espaço, assim você diminui os riscos de ele se machucar. Por exemplo, fechar as portas dos banheiros, quarto de hóspedes, enfim.

6 – Caso seja filhote, ele deve ficar preso em uma área restrita enquanto não estiver habituado com a nova casa, com a rotina de ficar sozinho e com as necessidades no jornal ou tapetinho.

Quer sugerir uma pauta? Manda e mail para marlipress@gmail.com 

Lambeijos em todos!!

Marli

 

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Câmara aprova a LEI para transporte de animais

“Lei Joca”: transporte de animais em cabine de avião é aprovada pela Câmara

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Após o episódio fatídico, que levou a morte do cão da raça golden retriever,  Joca,  e com a mobilização que houve, o assunto foi levado discutido entre os deputados em Brasília,  para que se torne LEI e possamos levar nossos companheiros de 4 patas, junto a nós nas viagens.

A Câmara aprovou, o projeto de lei que determina às companhias aéreas que oferecem o serviço de transporte de cães e gatos a colocá-los dentro da cabine de passageiros em voos domésticos, que está sendo chamada de “Lei Joca”.

Agora, a matéria será enviada ao Senado.

De acordo com o texto do relator, deputado Fred Costa (PRD-MG), a empresa aérea poderá se negar a realizar o transporte em caso de risco à saúde do animal, de segurança e de restrições operacionais.

Foi citado pelo deputado o cão Joca,  que foi devolvido morto ao seu tutor em 22 de abril após transporte aéreo realizado pela Gol Linhas Aéreas.

O cachorro seguiria, inicialmente, de Guarulhos até o aeroporto de Sinop, no Mato Grosso, mas foi transportado, por engano, até Fortaleza, no Ceará.

Estamos todos aqui torcendo para que a Lei seja aprovada e tudo fique bem. Alguém sempre tem que ser sacrificado para que outros se salvem!!!

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CACHORRO LAMBENDO A PATA

 CAUSAS, PREOCUPAÇÕES E CUIDADOS

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Se você é um amante de cachorros, já deve ter visto seu amigo de quatro patas lambendo as patas em algum momento. Embora isso possa parecer uma atividade comum para os cães, pode ser um sinal de problema!

Neste artigo, vamos explorar por que os cachorros lambem suas patas, as possíveis causas por trás desse comportamento e o que você deve fazer se notar seu peludo amigo fazendo isso com frequência.

Por que os Cachorros Lambem Suas Patas?

Os cachorros têm muitas maneiras de se comunicar conosco, e uma delas é através de suas ações. Lamber as patas é uma dessas ações, e pode haver várias razões por trás desse comportamento.

5 Razões do Porquê os Cachorros Lambem as Patas

1. Limpeza Pessoal

Assim como os gatos, os cachorros são criaturas extremamente limpas. Lambendo suas patas, eles podem estar realizando uma espécie de “banho” pessoal para se livrar da sujeira, poeira ou restos de comida que podem ter se acumulado em suas patas durante suas aventuras diárias.

2. Alívio de Coceira

Uma das razões mais comuns para um cachorro lamber suas patas é a coceira. Pode ser causada por uma variedade de fatores, como alergia a alimentos, alérgenos ambientais, picadas de insetos ou irritações na pele. Lambendo as patas, eles tentam aliviar o desconforto.

3. Ansiedade e Estresse

Os cachorros também podem lamber suas patas como um meio de lidar com o estresse e a ansiedade. Assim como as pessoas roem as unhas quando estão nervosas, os cães podem lamber suas patas como uma forma de automedicação para acalmar seus nervos.

4. Lesões ou Dor

Se o seu cachorro está lambendo uma pata específica com frequência, pode ser um sinal de que há algo errado com essa pata. Lesões, dor nas articulações ou entorses podem levar um cachorro a lamber constantemente uma área dolorida em busca de alívio.

5. Tédio e Tensão Mental

Cachorros são animais inteligentes e precisam de estímulos mentais e físicos para se manterem saudáveis e felizes. Se eles não recebem a quantidade adequada de exercício e estímulo mental, podem ficar entediados e começar a lamber suas patas como uma forma de passar o tempo.

Lambedura Excessiva

Se o seu cachorro está lambendo suas patas constantemente, a ponto de causar irritação na pele ou feridas, isso é um sinal claro de que algo não está bem. É importante investigar a causa subjacente.

Mudanças de Comportamento

Se o comportamento de lamber as patas é acompanhado por mudanças no apetite, sono ou atividade, pode indicar que seu cachorro não está se sentindo bem e precisa de atenção veterinária.

Inchaço ou Feridas

Qualquer inchaço, ferida, ou mudança visível na aparência das patas do seu cachorro deve ser examinada por um médico veterinário. Pois pode indicar uma lesão ou infecção que precise de tratamento imediato.

Mantenha as Patas Limpas

Se a lambida nas patas for devido à sujeira, certifique-se de manter as patas do seu cachorro limpas e secas. Isso pode ajudar a reduzir a necessidade de lambedura excessiva.

Elimine Possíveis Alergias

Se a alergia for a causa, seu médico veterinário pode recomendar uma mudança na dieta ou o uso de medicamentos para aliviar os sintomas alérgicos.

Proporcione Estímulos Mentais e Físicos

Para cachorros entediados, é importante proporcionar estimulação mental e física adequada. Passeie com seu cachorro regularmente, ofereça brinquedos interativos e desafios mentais para mantê-lo ocupado.

Considere a Ajuda de um Comportamentalista Canino

Se a lambedura for resultado de estresse ou ansiedade, um comportamentalista canino pode ajudar a identificar e abordar os problemas subjacentes de comportamento.

Os cachorros lambendo suas patas podem ser uma visão comum, mas é essencial prestar atenção quando esse comportamento se torna excessivo ou está associado a outros sintomas. Pode ser um sinal de que algo está errado e que seu peludo amigo precisa de cuidados adicionais.

Sempre consulte um médico veterinário para avaliar cada situação e garantir a saúde e o bem-estar do seu cachorro. Com os cuidados adequados, você pode garantir que seu companheiro canino tenha uma vida feliz e saudável.

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Trumas em animais após resgate

Chuvas no Rio Grande do Sul: traumas em animais após resgate podem ser tratados com amor, diz especialista

 
Após horas ou até dias em situação de desespero depois das fortes chuvas no Rio Grande do Sul, o que fica para muitos animais é algum nível de trauma. É o que mostram, pelo menos, alguns vídeos que viralizaram nas mídias sociais, nos quais cães e outros bichos aparecem fazendo movimento de nado mesmo não estando na água.
Em outros registros, cachorros podem ser vistos sobre o teto de suas casinhas, em abrigos — uma repetição da cena muitas vezes vista no estado, quando animais, sem terem para onde ir em meio à inundação, ficaram em cima de telhados.
O amor dos tutores, nesse sentido, é fundamental para a total recuperação dos bichos. O abrigo precisa dar, dentro do possível, tranquilidade para os animais, além de espaço para que possam exercer suas características naturais. Isso é bem estar, garantindo que fiquem livres de fome e sede que os marcaram o período anterior. Mas só o tempo pode curar. É claro que a presença do tutor ou do responsável junto ao animal é fundamental porque ali existe uma relação de empatia, confiança e, sobretudo, amor. 
Especialista em comportamento animal, Adroaldo Zanella acrescenta que a duração das sequelas do “evento traumático”, pode depender da “idade do indivíduo, características individuais de resiliência e atenção” que o animal recebeu após aquela situação.Ele afirma ainda que animais correm um risco maior de trauma no comparativo com seres humanos: O risco de traumas em animais é potencialmente maior porque eles não processam informações que possam motivar a espera. O processo cognitivo dos animais é avançado, mas eles vão operar com informações pontuais. Não vão manter expectativas de resgate baseada em ações humanas. Eles não têm nem a paz que as pessoas têm a partir de crenças religiosas para ajudar. 
Um dos vídeos que se tornou viral é o compartilhado nas mídias sociais pela dentista Camila Heluany, que está atuando como voluntária no resgate e cuidado com animais em Canoas (RS). Nas imagens, o cachorro aparece movimentando as patas como se estivesse nadando.
Além dos pets, os animais de grande porte, também foram muito resilientes nessa tragédia do sul, o mais conhecido deles, foi o CAVALO CARAMELO, que ficou dias na mesma posição e foi resgatado pelo corpo de bombeiros de SP e 2 veterinário, um deles do sul. Verdadeiros heróis, os de 4 patas e os de pés!! Parabéns a todos os voluntários que se dispuseram em ajudar. Agradeço em nome da coluna e de toda a equipe e leitores do nosso site.

Projeto Pacotinho de Amor estará com seus pets na feirinha de adoção

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EVENTO DE ADOÇÃO PET NO PRÓXIMO DOMINGO
 
No próximo domingo, 7 de Abril,  das 10h30 às 15h acontecerá a tradicional feirinha de adoção do PROJETO PACOTINHO DE AMOR. Dessa vez, quem receberá os pets, será a Academia Atlântida que fica no bairro da Água Rasa, próximo ao Ipiranga.
As normas para a adoção: Idade acima de 18 anos, trazer documentos e acima de tudo muito amor e a certeza da posse responsável. 
 
Essas belezinhas e outros mais, esperam por suas famílias. NÃO COMPRE, ADOTE!!!
 
7 de Abril
Das 10h30 às 15h
ACADEMIA ATLÂNTIDA 
Rua Rhone, 06 – Água Rasa – SP
 
Contato para saber mais sobre o projeto, apadrinhar e adotar
 whatsapp – 11-99489-6555 falar com Babi.


 

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Novo livro de Mauricio de Sousa e Alexandre Rossi, o Dr Pet, será lançado no próximo sábado, em São Paulo

CAPA Dr Pet - 29-02-2024

Evento será realizado na Livraria da Vila do Shopping Higienópolis, às 15h, e contará com a presença dos autores, que participarão de sessão de fotos exclusiva com o público

“Como Educar seu Cãozinho”, novo livro de Mauricio de Sousa e Alexandre Rossi – o Dr Pet – será lançado no próximo sábado, 2 de março, às 15h, na Livraria da Vila do Shopping Higienópolis, em São Paulo. Na ocasião, o público poderá participar de sessão de fotos com os autores, organizada por senha. O tempo de duração da sessão de fotos está sujeita à disponibilidade dos autores.

Sobre o livro

Ao ganhar o tão esperado amigo canino, a emoção é grande e tudo parece uma festa, mas cuidar de um cachorrinho é um grande desafio. As crianças precisam compreender que regras são necessárias para que todos na casa aproveitem ao máximo a experiência de ter um animal de estimação, sem estresse.

Para mostrar como trilhar este caminho, de forma divertida e responsável, duas grandes personalidades se juntaram: o ilustrador Mauricio de Sousa e o especialista em comportamento animal Alexandre Rossi, o Dr Pet. O livro Como educar seu cãozinho (editora Caramelo – selo da SOMOS Educação) é fruto desta união e traz os personagens da Turma da Mônica, como os adoráveis Bidu e Floquinho, para mostrar aos jovens leitores comandos eficazes e cuidados necessários aos cães, de forma que garanta a segurança e a felicidade tanto dos bichinhos quanto de seus donos.

“A ideia deste livro surgiu quando comecei a reparar que muitas crianças vinham falar comigo nos eventos e comentavam nas minhas lives”, conta Alexandre Rossi. “Elas se mostram sempre muito interessadas em entender melhor os seus pets e ensinar truques, o que é excelente, porque a ciência já provou que essa relação traz inúmeros benefícios para ambos. Eu já estava produzindo conteúdo em minhas redes voltado para as crianças, mas faltava algo mais didático e lúdico”, diz Rossi.

Permeado por ilustrações da Turma da Mônica, que explicam as situações corriqueiras no convívio com os pets, o livro traz, em detalhes, dicas para educar com eficácia. Com linguagem simples e direta, a obra mostra como estabelecer regras claras, ensiná-las com gentileza e recompensar o pet pelos comportamentos corretos. Além disso, o livro explica como utilizar objetos de treinamento, como o clicker (aparelho de adestramento que funciona com um botão de comando).

Segundo Mônica Sousa, diretora-executiva da Mauricio de Sousa Produções e tutora de Feijão, Farofinha, Fiapo, Joãozinho, Clone e Panterinha, a parceria com Alexandre Rossi contribui na construção de futuros pais e mães de pet cada vez mais responsáveis: “É fundamental que as crianças sejam orientadas, com muito amor e de forma didática, sobre o fato de que os animais de estimação precisam de carinho e cuidados diários e representam uma responsabilidade assumida ao longo de anos. Os peludos são ótimos companheiros e, ao chegarem em uma família, só trazem ainda mais alegria e ensinamentos sobre amor incondicional”, destaca.

“O livro Como Educar seu cãozinho, escrito pelo Dr Pet Alexandre Rossi e ilustrado pelo nosso estúdio, já está fazendo história. As dicas são essenciais para fazer seu pet feliz, assim como servem para ensiná-lo comportamentos de interação com seus tutores. Eu tenho o Bidu como personagem que está no logotipo de nosso estúdio. E não é por acaso!”, enfatiza Mauricio de Sousa.

“Lembre-se: você e sua família são a matilha de seu cãozinho. Por isso, a melhor forma de ensiná-lo é mostrar que ele tem um ambiente seguro”, alertam os autores na conclusão do livro. Um ótimo presente para quem acaba de ganhar um animalzinho.

Sobre os autores:

Mauricio de Sousa nasceu em Santa Isabel (SP), em 27 de outubro de 1935, e passou a infância em Mogi das Cruzes. Aos 19, mudou-se para São Paulo e trabalhou na Folha da Manhã (hoje Folha de S. Paulo) como repórter policial. Em 1959, criou o primeiro personagem – o cãozinho Bidu, iniciando a carreira como autor de quadrinhos. Nos anos seguintes, criou mais de 400 personagens — Mônica, Cebolinha, Magali, Cascão, Chico Bento, Horácio, entre outros, até que, em 1970, lançou a revista da Mônica. Desde então alcançou mais de 1 bilhão de revistas publicadas até hoje, chegando a mais de 30 países. Aos quadrinhos, se juntam centenas de livros ilustrados. Seus personagens foram para parques, shows ao vivo e animações além de milhares de produtos. Hoje tem o maior estúdio de quadrinhos do continente. É considerado o maior formador de leitores do país. Recebeu do UNICEF o título de escritor para crianças e, em 2007, a personagem, Mônica, que completa 60 anos em 2023, tornou-se embaixadora do UNICEF.

Alexandre Rossi, conhecido como Dr Pet, é especialista em comportamento animal (Universidade de Queensland), Zootecnista e Mestre em Psicologia (USP), além de médico-veterinário (FMU). É também membro do Conselho de Bem-Estar Animal do CRMV-SP e da Associationof Professional DogTrainers (APDT). Ao longo de sua carreira, trabalhou e desenvolveu pesquisas sobre pets e outros animais em diversos países. No Brasil, criou o método Adestramento Inteligente e fundou a Cão Cidadão, maior franquia de adestramento da América Latina, hoje parte do ecossistema Petz. Paralelamente, apresentou diversos quadros na TV, como o Dr Pet (exibido no Domingo Espetacular, na TV Record). Atualmente, apresenta o quadro Encontro Pet, no Encontro com Patrícia Poeta, da TV Globo. O Dr Pet ainda ministra palestras, marca presença em eventos relacionados a comportamento animal, além de ser autor de sete livros e diversos cursos de adestramento. Mas ele não faz isso sozinho! Junto com seus “filhos peludos”, Barthô, Bruno e a gatinha Miah (sem esquecer da querida Estopinha, que faleceu recentemente!), ele é uma grande referência no assunto, seja divulgando conhecimento científico ou dicas mais descontraídas aos tutores.

Serviço:

Lançamento do livro Como educar seu cãozinho

Local: Livraria da Vila – Shopping Pátio Higienópolis – Piso Pacaembu. (Av. Higienópolis, 618 – São Paulo/SP).

Data: 2 de março (sábado)

Horário: 15h

Sobre a unidade de Literatura da SOMOS Educação – Com mais de 1,6 mil obras em seu catálogo e mais de 500 autores nacionais e estrangeiros, de diversos gêneros literários, a área de Literatura da SOMOS Educação reúne obras dos selos Ática, Atual, Caramelo, Formato, Saraiva e Scipione de literatura infantojuvenil. A área também é responsável pelo Coletivo Leitor, portal que busca difundir o valor e a importância da leitura e da literatura para o ser humano desde criança, estimulando a criatividade e o desenvolvimento da empatia.

Sobre a Mauricio de Sousa Produções 

A Mauricio de Sousa Produções é uma das maiores empresas de entretenimento do Brasil, responsável por uma das marcas mais admiradas do país, a Turma da Mônica. A MSP investe em inovação e produz conteúdos em todas as plataformas com a mais alta tecnologia, alinhando educação, cultura e entretenimento. No licenciamento, trabalha com 200 empresas que utilizam seus personagens em mais de 4 mil itens. A presença da marca na plataforma YouTube já passou de 19,8 bilhões de views, sendo a maior audiência para Mônica Toy, conteúdo desenvolvido exclusivamente para esta plataforma; além do engajamento e interações orgânicos com os fãs em mídias sociais. Na área editorial, possui um dos maiores estúdios do setor no mundo, com 500 títulos de livros e mais de 1 bilhão de revistas vendidas, ambos responsáveis pela alfabetização informal de milhões de brasileiros.

Fonte: Mira Comunicação

 

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O EXAMES DO SEU PET ESTÃO EM DIA?

Convidamos a Dra.Bianca Lomasi, Médica Veterinária, Especializada em Análises Clínicas e Mestre em Ciências da Saúde, para nos esclarecer um pouco mais sobre esse assunto.

A Medicina Veterinária é uma área em crescente ascensão nos últimos anos no Brasil. Os animais têm ocupado posição de destaque nas famílias, sendo considerados como membros da mesma. Eles têm recebido atenção privilegiada sobre todos os aspectos, desde utensílios, acessórios, dieta, higiene e até mesmo cirurgias e terapias especializadas para cada espécie.

A área de laboratório clínico através de exames laboratoriais vem acompanhando este cenário, oferecendo equipamentos e exames com avançadas tecnologias e específicos para cada doença das diversas espécies, como cães, gatos e pets não convencionais (roedores, coelhos, aves, répteis, peixes). Os são fundamentais no diagnóstico precoce das doenças e acompanhamento dos tratamentos.

Os laboratórios veterinários, nem todos, oferecem o serviço de forma muito semelhante aos laboratórios humanos, com a colaboração de softwares específicos para a veterinária, com informações sobre preparo específico para cada exame (jejum alimentar) e liberação de laudos via site corporativo através de login e senha confidencial.

Atualmente, há uma  gama de exames e procedimentos laboratoriais disponíveis na Medicina Veterinária como o hemograma, hormônios, sorologias, PCRs em amostras de sangue, exames de urina, fezes, colheita de biópsias de diversos tecido e análise de histopatologia, citologia, dentre outros. Todos eles colaboram com o clínico veterinário oferecendo informações complementares para o sucesso diagnóstico e tratamento adequado para cada doença e paciente. A solicitação de exames  laboratoriais em alguns casos se faz necessária e imprescindível para um diagnóstico exato e seguro.

A colheita das amostras é realizada com enfermeiros treinados através de técnicas de contenção e colheita adequadas para cada espécie e que ocorre em salas especialmente preparadas para este procedimento. Há ainda salas planejadas exclusivamente para colheitas em felinos a fim de proporcionar um ambiente tranquilo, seguro e confortável para o paciente.

Atualmente, alguns laboratórios veterinários também oferecem serviço especializado de colheita e análise de animais silvestres e exóticos. Estes pets não convencionais estão cada vez mais presentes nos lares brasileiros, convivendo harmoniosamente com os cães e gatos.

Desta forma, o Médico Veterinário especializado em exame laboratorial tem enfrentado com sucesso os constantes desafios com as mudanças do cenário pet, sendo necessária a atualização constante e capacitação profissional em prol do bem estar de nossos pacientes.

E não esqueça, sempre consulte o veterinário e faça exames de rotina, para saber se está tudo bem. Assim como nós humanos, eles também precisam de um acompanhamento para prevenir possíveis doenças. @marlipress @biancalomasi

Você sabe calcular a idade do seu cão?

Um estudo realizado pela BBC UK, determinou que para calcular a idade de cada cachorro é preciso levar em conta alguns fatores.
> Cada raça tem uma velocidade diferente de avançar os anos
> Cada raça demora um tempo diferente em cada etapa da vida (juventude e vida adulta)
> Cachorros de raça pequena tem um período curto de juventude e uma longa vida adulta
> Cachorros de raça grande são o oposto, demoram cerca de dois anos para adquirir totalmente sua forma adulta e > então, vivem cerca de mais 4 ou 5 anos
> Cachorros de raças pequenas vivem mais do que cachorros de raças grandes

Na tabela, considere que:

Pequeno = até 9kg
Médio = 10 a 23kg
Grande = Mais de 24kg

Para calcular a idade real dos cães utilize esses multiplicadores:

Para os dois primeiros anos de vida
Cachorros pequenos: multiplicar cada ano por 12,5
Cachorros médios: multiplicar cada ano por 10,5
Cachorros grandes: multiplicar cada ano por 9

A partir do terceiro ano de vida, acrescentar mais essa multiplicação:
Cachorros pequenos (multiplicar cada ano por): Lhasa Apso 4,49 / Shih Tzu 4,78 / Chihuahua 4,87 / Beagle 5,20 / Cocker Spaniel 5,55 / Pug 5,95 / Buldogue Francês 7,65
Cachorros médios (multiplicar cada ano por): Labrador Retriever 5,74 / Golden Retriever 5,74, Staffordshire Bull Terrier 5,33
Cachorros grandes (multiplicar cada ano por): Pastor Alemão 7,84 / Boxer 8,90

Pets podem contrair dengue/zika/chikungunya?

A Dirofilariose também é considerada uma zoonose, ela tem alta incidência em regiões litorâneas, mas também pode ocorrer em regiões interioranas, e é conhecida como doença do verme do coração. É transmitida por mosquitos como Aedes spp., Anopheles spp., Culex spp., que são conhecidos por transmitir doenças como dengue, zika, chikungunya, em humanos, sendo que essas últimas três, NÃO SÃO TRANSMITIDAS PARA CÃES E GATOS, porém tem seus vetores comuns! A Dirofilariose causa em cães e gatos alterações cardiopulmonares, podendo levar a sinais clínicos como tosse, cansaço fácil ao exercício, apatia, mucosas arroxeadas devido à alteração cardíaca, pois o verme adulto se aloca no coração.

 Qual melhor forma de proteger os pets contra os mosquitos?

A melhor forma de proteger os animais contra os mosquitos é o uso de repelentes, podem ser usados através de coleiras repelentes, sprays, pipetas, odorizadores de ambiente (de citronela por exemplo), principalmente quando vão estar em locais com alta probabilidade de contato com esses vetores.  As coleiras e pipetas são de farmácia veterinária e podem ser adquiridas com orientação do médico veterinário, sendo que as coleiras podem ter uma vida útil de 2 – 4 meses, e as pipetas devem ser reforçadas a aplicação tópica a cada 30 dias. O uso em ambiente de odorizadores e repelentes de ambiente devem sempre respeitar as indicações de uso e proteção para animais e crianças visando evitar intoxicações!

Além de doenças, picadas de mosquitos podem provocar irritação e coceira. Como o tutor deve agir para amenizar o incômodo.

Além das picadas dos mosquitos transmitirem essas doenças, podem causar irritação, dor local, coceira e vermelhidão na pele dos animais, e em casos de animais mais sensíveis podem desencadear crise alérgica levando a inchaço local. Em caso de irritações leves, pode ser realizado banhos ou compressas frias com chá de camomila para ajudar na irritação local, em casos mais graves de coceira exacerbada, vermelhidão intensa e irritação é sempre importante buscar atendimento veterinário!

 Quais as principais doenças transmitidas por mosquitos a cães e gatos e qual a gravidade delas?

 As principais doenças transmitidas por mosquitos para cães e gatos são a Dirofilariose e a Leishmaniose. Ambas são doenças graves que podem levar os animais a óbito.

 Alguma pode ser transmitida a humanos?

A Leishmaniose é considerada uma zoonose – ou seja pode ser transmitida para o ser humano de forma acidental- porém não através do cachorro, mas sim através do vetor comum, o mosquito (mosquito-palha – um flebotomíneo) que após picar um cão contaminado, se infecta e na sequência ao picar um ser humano pode infectá-lo também. Essa doença tem incidência maior em regiões interioranas da América Latina, porém alguns casos da doença estão sendo relatados em regiões metropolitanas.

Desde 2013 o tratamento de Leishmaniose é autorizado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária pelo médico veterinário em cães e gatos positivos para a doença (antigamente a eutanásia de animais acometidos pela doença era obrigatória uma vez que comprovado). Animais com essa doença podem apresentar perda de peso importante, alterações de pele, crescimento exacerbado de unhas e como consequência terem insuficiência renal devido a doença.

CAMPANHA DE ADOÇÃO PARA ESSAS FOFURAS DO PROJETO PACOTINHO DE AMOR

 

Nossa coluna se solidariza com projetos especiais, e claro, o resgate de animais abandonados requer muita responsabilidade. E nós, nos empenhamos em ajudar aos que fazem, e você poderá ajudar de alguma forma.
O PROJETO PACOTINHO DE AMOR, não é uma ONG, são pessoas que se uniram em um só propósito, resgatar os pets que aparecem e dar um lar à eles. Mas, infelizmente a fila não acaba. Muitos já foram adotados, mas, novos também já chegaram.

Entrem para essa corrente do bem!

Sigam o INSTAGRAM, @projeto.pacotinhodeamor

Formas de ajudar:

– Amadrinhando um resgatado;
– Doando vermífugo;
– vacinas,
– anti pulgas;
– banhos;
– castração.

Entre em contato pelo whatsapp: 11-99489-6555

Se quiser adotar, será necessário ter acima de 18 anos, portar documento, preencher um formulário e passar por uma entrevista diretamente com os representantes do projeto.
Conheça alguns que esperam por um lar.

 

OS CÃES DE GUERRA DO EXÉRCITO BRASILEIRO

caes do exercito
Você sabia que o termo “Cão de Guerra” é utilizado para se referir a cachorros treinados especialmente para o emprego militar? Esses animais, que também recebem treinamento para ações de combate, desenvolvem atividades que vão desde o patrulhamento e a guarda de instalações militares, até o faro para a busca de drogas e explosivos. Dentre suas funções estão, ainda, a de cães policiais.
Sua carreira militar inicia-se logo após o desmame, o que ocorre por volta de seus 40 dias de vida, e eles podem permanecer no serviço ativo até os oito anos de idade. Pode parecer pouco tempo, no entanto, para a vida de um cão, esse período é o suficiente e seu desligamento das atividades é merecido e necessário. Em comparação com a vida de um ser humano, o envelhecimento desses amigos caninos inicia-se mais cedo e, por eles irem perdendo a capacidade de adaptação a sobrecargas funcionais, não se pode exigir que possuam a mesma atuação de um animal jovem, mesmo que tenham recebido todos os tratamentos e acompanhamentos existentes ao longo de sua vida.

Dessa forma, mantemos os níveis operacionais dos canis militares, com uma renovação contínua e gradual do efetivo e um controle de seus quantitativos, sempre com cães no início do treinamento, com outros aptos a atuar e com aqueles que já estejam atingindo a idade de passarem para a reserva. Para isso, alguns batalhões, possuem um canil apto a realizar todas essas atividades e segue rigorosamente todas as normas militares de adestramento, atento ao bem-estar animal, para que o plantel esteja sempre em plenas condições para cumprir qualquer missão, sem que nenhum cão seja prejudicado.

Nosso plantel é composto de cães das raças Rottweiler, pastor Alemão e Pastor Belga de Malinois, e cada raça possui uma aptidão e habilidade e é treinada para uma missão específica. Alguns cães possuem a capacidade de desenvolver mais habilidades, o que chamamos de cão multifuncional.

Queremos que você participe desta coluna.  Mande a sua sugestão de pauta para o e-mail, marlipress@gmail.com ou no direct do instagram @diganaoaleishmaniose 

DIA MUNDIAL DOS ANIMAIS É COMEMORADO NO IPIRANGA 

Dia 4 de Outubro, foi o Dia Mundial dos Animais. 

Para celebrar esse dia, a Clínica Veterinária Bom Pastor, como em todos os anos, recebeu o FREI ANACLETO e vários tutores com seus animais.

Todos os anos a Dra Sirley Rodrigues e sua equipe recebem tutores com seus cães e vários convidados para uma festa incrível. Neste ano, a bênção foi mais intimista.
 
Vários tutores com seus cães estiveram lá, receberam a bênção e retiraram a água abençoada pelo FREI.
 
Quem ainda quiser retirar a sua, só dar uma passadinha na clínica e retirar a sua.
 
QUE DEUS CONTINUE ABENÇOANDO OS NOSSOS ANIMAIS E AOS SEUS TUTORES E PROTETORES! 
CONFIRA AS FOTOS DESSE DIA ESPECIAL 
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Aromaterapia em pets, pode?

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Na maioria das vezes, a aplicação da aromaterapia veterinária é feita no ambiente. Os óleos essenciais para animais são borrifados em caminhas e arranhadores, por exemplo, para que a inalação do odor ocorra indiretamente.

Contudo, há profissionais que realizam a aplicação tópica, ou seja, na pele do pet. Ela pode ser feita em pontos específicos ou durante a massagem. Isso vai depender da avaliação veterinária.

As plantas usadas para elaborar os óleos essenciais dependem do objetivo a ser alcançado. As mais comuns são:

  • Laranja;
  • Limão;
  • Lavanda;
  • Gengibre;
  • Camomila;
  • Erva do gato,
  • Hortelã

Alertas sobre aromaterapia em animais

É muito importante que o tutor nunca comece a usar qualquer óleo essencial em cães, gatos e outros animais sem a orientação do médico-veterinário. Em alguns casos, quando o produto é usado de forma errada, há a chance de intoxicar o pet.

Isso é ainda mais perigoso quando a aromaterapia veterinária é aplicada em gatos. Esses animais são mais sensíveis e, se a diluição do óleo essencial não for correta e voltada para a espécie, o risco aumenta.

Dessa forma, qualquer tratamento deve ser indicado por um profissional.

Outros cuidados com a aromaterapia

  • Nunca use os óleos essenciais para animais perto dos olhos, nariz ou mucosa do animal, pois isso causará irritação;
  • Nunca administre os óleos essenciais para animais via oral, pois são tóxicos;
  • Garanta que o pet não esteja por perto quando for borrifar o produto no ambiente. Isso é importante para evitar que caiam, acidentalmente, gotículas do produto em olhos, boca, nariz ou região genital do animal;
  • Tenha cuidado redobrado com os gatos, pois eles têm mais dificuldade em metabolizar os óleos essenciais e podem se intoxicar;
  • Nunca use o produto indicado para humanos nos pets, pois a concentração é muito alta e poderá prejudicar a saúde deles,
  • Sempre observe a reação do seu bichinho. Caso note que ele não gosta, que começa a espirrar ou tem qualquer outra reação ruim, suspenda o uso e entre em contato com o médico-veterinário.

Embora a aromaterapia para animais possa ajudar a tratar alterações comportamentais, nem sempre ela é a técnica de escolha. Há outras formas, como o adestramento, aumento nas atividades físicas e alterações na rotina, que poderão ser as mais indicadas.

Por isso, nunca comece um tratamento sem a orientação de um profissional. Só com o suporte veterinário você terá a certeza de que estará adotando o que é melhor para o seu animal de estimação.

Fonte : Seres

Por: @reservadocearomas

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IDEXX comemora uma década de mercado pet no Brasil

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A IDEXX, líder e pioneira em diagnósticos, reconhecida mundialmente no mercado veterinário, comemora quatro décadas impulsionando a inovação e transformando a saúde dos animais de estimação em todo o mundo. Com sede em Maine (EUA), emprega quase 11.000 profissionais globalmente e atende a clientes em mais de 175 países. Nos últimos 40 anos, a IDEXX solidificou sua posição como líder global em inovação para a saúde animal, fornecendo insights e soluções que permitem à comunidade veterinária tomar decisões médicas confiáveis, melhorar o cuidado com os pacientes e gerenciar suas práticas com eficiência.

Em 2013, a IDEXX inaugurou sua sede LATAM localizada no Brasil. A empresa orgulhosamente celebra seu décimo ano no país, em uma jornada caracterizada por contribuições significativas para o diagnóstico veterinário e o bem-estar dos animais de estimação. Além de suas inovações diagnósticas, o impacto da IDEXX no Brasil se estende ao apoio abrangente aos veterinários na prestação de diagnósticos de alta qualidade. O estabelecimento de um moderno Laboratório de Referência, em São Paulo, exemplifica a dedicação da empresa em fornecer diagnósticos de primeira linha e serviços de suporte.

“Nós revolucionamos os diagnósticos”, diz Eduardo Abecia, Gerente Geral LATAM, expressando o compromisso da IDEXX em incorporar tecnologia e inovação aos diagnósticos veterinários. “Trouxemos sofisticação diagnóstica em hematologia e bioquímica, tornando possível obter resultados de qualidade de laboratório de referência, em poucos minutos, na própria clínica.”

Além de inovação e instalações modernas, a IDEXX reconhece a importância da educação para o avanço da medicina veterinária. Ao estabelecer parcerias estratégicas com líderes de opinião e universidades, a IDEXX Brasil posiciona-se na vanguarda da transferência de conhecimento e realização de melhores práticas pela comunidade veterinária. Por meio de oficinas, webinars e programas educacionais, a IDEXX capacita os veterinários com os mais recentes avanços em diagnósticos e cuidados médicos, aprimorando suas habilidades e melhorando os resultados para os pacientes.

No total, são mais de 100 profissionais dedicados ao atendimento direto de clientes no Brasil. Com isso, a IDEXX valoriza relacionamentos mais próximos entre a equipe e os veterinários. Essa abordagem centrada nas pessoas tem gerado resultados positivos, com pesquisas recentes mostrando o reconhecimento dos clientes aos serviços prestados pela IDEXX.

“Somos impulsionados por uma missão compartilhada de aprimorar o padrão de cuidado para os animais de estimação”, enfatiza Eduardo Abecia. “Nosso investimento em pessoas é essencial para criar uma conexão mais próxima e significativa com os veterinários.”

Ao completar dez anos no Brasil, a IDEXX renova o compromisso em ultrapassar os limites dos diagnósticos veterinários e apoiar a comunidade veterinária na prestação dos melhores cuidados possíveis aos animais de companhia. Olhando para o futuro, a empresa mantém-se firmemente comprometida em sua missão de avançar a medicina veterinária e melhorar a vida dos animais e seus tutores. Com foco inabalável em inovação, educação e satisfação do cliente, a IDEXX continuará moldando um futuro mais brilhante e saudável para os animais de estimação e os veterinários.

Sobre a IDEXX

Empresa líder mundial em diagnóstico com 40 anos de atuação, oferece tecnologias e serviços aos veterinários. Com sede em Maine (EUA), a IDEXX emprega quase 11.000 pessoas globalmente e atende clientes em mais de 175 países. Há 10 anos no Brasil, a empresa solidificou sua posição como líder global em inovação para a saúde animal, fornecendo insights e soluções que permitem à comunidade veterinária tomar as mais assertivas decisões médicas, oferecer melhor cuidado aos pacientes e gerenciar suas práticas com eficiência. Para mais informações, acesse: https://www.idexx.com.br/pt-br/about-idexx/

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Para prevenção da leishmaniose em cães, coleiras são fundamentais

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Coleiras de ação repelente e inseticida são essenciais no combate à leishmaniose em cães

O uso de coleiras com função repelente e inseticida tem sido indicado por especialistas como a melhor forma de prevenção à leishmaniose visceral, doença que acomete cães em todas as regiões do Brasil. A enfermidade é extremamente relevante, já que se trata de uma zoonose de notificação obrigatória ao Ministério da Saúde. Nos últimos 10 anos, foram registrados 31.585 casos em humanos, dos quais 2.404 evoluíram para morte.

“A utilização de coleiras com efeito repelente e inseticida contra o mosquito-palha, o principal vetor do protozoário Leishmania e causador da doença, é uma excelente forma de prevenção da leishmaniose visceral, pois reduz a possibilidade de transmissão por meio de princípios ativos altamente eficazes e seguros”, informa o médico-veterinário Jaime Dias, gerente técnico e de marketing de animais de companhia da Vetoquinol, empresa que celebra 90 anos em 2023.

Importante: para cada caso em humanos há pelo menos 200 cães infectados, o que potencializa a transmissão da doença – já que o mosquito pica ambas as espécies, levando o protozoário de um para outro. Contudo é muito importante que se utilize coleira produzida com alta tecnologia para uma ação repelente segura e eficaz.

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FrontMax® Coleira é a única do mercado com tecnologia exclusiva em seu processo de produção que possui 3 princípios ativos: fipronil, piriproxifeno e permetrina, que ficam em contato com a gordura da pele e pelos do animal, sendo liberados de forma gradativa e contínua durante o período de ação da coleira que são de 8 meses”, O processo de repelência de FrontMax® Coleira contra o mosquito palha, tem contribuído com tutores de todo o país para prevenir a leishmaniose em seus cães, explica o médico-veterinário, que possui residência com foco em doenças infecciosas dos animais domésticos pela Universidade Estadual Paulista (Unesp),”O processo de produção de FrontMax® Coleira é inovador, pois utiliza termopolímeros além de dermocosméticos que dão mais estabilidade à formulação e contribuem para a redução de reações de pele. Resistente à água e sem cheiro, a coleira é indicada para cães de todas as raças”, complementa Jaime Dias.

Sintomas da Leishmaniose Visceral

O tutor deve ficar atento e procurar imediatamente um médico-veterinário ao notar os seguintes sintomas no seu pet: desânimo, fraqueza, perda de apetite, emagrecimento progressivo, perda de massa muscular, descamações na pele, feridas no focinho, orelhas, região das articulações e cauda, além de perda de pelos, crescimento exagerado das unhas, vômito e diarreia. Isso porque a leishmaniose pode causar a morte do animal além de colocar em risco a saúde da sua família.

Sobre a Vetoquinol Saúde Animal

A Vetoquinol Saúde Animal está entre as 10 maiores indústrias de saúde animal do mundo, com presença na União Europeia, Américas e região Ásia-Pacífico. Com expertise global conquistada ao longo de 90 anos de atuação – celebrados em 2023 – a empresa também cresce no Brasil, onde expande suas atividades há 12 anos, desde 2011. Grupo independente, a Vetoquinol projeta, desenvolve e comercializa medicamentos veterinários e suplementos destinados à produção animal (bovinos e suínos), animais de companhia (cães e gatos) e equinos. Desde sua fundação, em 1933, na França, combina inovação com diversificação geográfica. O crescimento do grupo é impulsionado pelo reforço do seu portfólio de soluções associado a aquisições em mercados de alto potencial de crescimento, como a brasileira Clarion Biociências, incorporada em 2019. No Brasil, a Vetoquinol tem sede administrativa em São Paulo (SP) e planta fabril em Aparecida de Goiânia (GO), atendendo todo o território nacional. Em termos globais, gera mais de 2,5 mil empregos e está listada na bolsa de valores Euronext Paris desde 2006 (com o símbolo VETO). Para mais informações, contate o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) formado por profissionais da área veterinária para auxílio aos clientes. A ligação é gratuita: 0800 741 1005. Ou acesse www.vetoquinol.com.br.

 

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Mais atençao a saude dos pets, faz IDEXX crescer dois digitos por ano

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Avanço e modernidade dos diagnósticos para pets podem prolongar a vida dos animais e aliviar as preocupações dos tutores

Com mais atenção à saúde dos pets, IDEXX Diagnósticos cresce dois dígitos por ano

Testes para detecção de doenças em 20 minutos nas clínicas, equipamentos de alta tecnologia para exames complexos e contribuição ao trabalho dos médicos veterinários. A população de cerca de 102 milhões de cães e gatos do Brasil* conta com a mesma atenção à saúde que as pessoas. “Afinal, eles são membros da família”, resume Eduardo Gosztonyi Abecia, gerente geral LATAM da IDEXX, empresa líder global de diagnósticos para animais, que está completando dez anos no país e cresce a dois dígitos todos os anos.

O negócio de diagnósticos veterinários ainda é modesto no Brasil. Segundo estimativas da IDEXX, representa em torno de R$ 500 milhões. É pouco para o tamanho do mercado de cães e gatos, que movimentou R$ 42 bilhões em 2022,segundo a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), e num país em quecerca de 50% dos lares tem pelo menos um pet, aponta a Comissão de Animais de Companhia do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Comac-Sindan). Nos Estados Unidos, o segmento movimenta mais de US$ 1 billhão/ano.

“Entre os nossos desafios, está o trabalho importante de incorporar a cultura dos diagnósticos junto aos tutores, sempre em parceria com os médicos veterinários. E estamos tendo sucesso. O mercado cresce todos os anos e assim vem o principal: os animais de estimação estão recebendo cada vez melhor cuidado, fortalecendo o seu bem-estar e qualidade de vida”, explica Abecia.

Para o sucesso desse trabalho, a IDEXX investiu em uma equipe de profissionais técnicos para trabalhar em parceria com os clínicos especializados em pets, oferecendo tecnologias, serviços e conhecimento.

“As pessoas amam seus pets e tem cuidado cada vez mais deles. Nosso papel é oferece a melhor e mais avançada tecnologia em diagnóstico para a clínica veterinária, contribuindo para que o profissional ofereça ainda mais qualidade de vida para os pets”, reforça o gerente geral LATAM da IDEXX.

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Como superar a perda de um pet. Estopinha Rossi virou estrelinha.

Estopinha Rossi, morre aos 14 anos.

Nesta semana, nos deparamos com postagens nas redes sociais, da tristeza de Alexandre Rossi, Dr. Pet e sua cachorrinha Estopinha, muito conhecida e amada por todos. Ela já estava com 14 anos e no final dos seus dias, foi doloroso ver e relembrar de todos os nossos que partiram. Parece que vai com eles, um pedacinho da gente!

Perante a morte de um animal de estimação é comum ter-se a sensação de que apenas se deve chorar por um ser humano, mas isto não é verdade. A relação com um animal pode ser muito profunda e da mesma forma deve ser feito um luto:

A melhor forma de fazer um luto é se permitir expressar tudo aquilo que sente, chore se quiser ou não expresse nada se não lhe apetecer. Mostrar como se sente é muito importante para gerir de forma saudável as suas emoções.

Expresse às pessoas de confiança como era a relação com o seu pet, o que lhe fez aprender, em que momentos estava consigo, como você gostava dele… O objetivo disto é poder expressar as suas emoções.

Quando for possível, deve entender que já não é preciso ter em sua casa os utensílios do seu cachorro ou gato. Deve ser capaz de doar a outros cachorros ou animais que precisem, como o caso de cães de refúgios. Mesmo que você não o queira fazer, é importante que o faça, deve entender e assimilar a nova situação e esta é uma boa forma de o fazer.

Pode ver quantas vezes quiser as fotografias que tem com o seu pet, por um lado isto ajuda a expressar o que sente e por outro a assimilar a situação, a fazer o luto e a entender que o seu animal partiu.

As crianças são especialmente sensíveis à morte de um pet, por isso deve tentar que eles também se expressem com liberdade, que possam sentir-se com direito a sentir tudo aquilo que sentem. Se com o tempo a atitude da criança não se tiver recuperado, talvez possa precisar de uma terapia de psicologia infantil.

Foi definido que o tempo de luto pelo falecimento de um animal não deve ser superior a um mês, caso contrário seria um luto patológico. Mas não tenha em conta este tempo, cada situação é diferente e pode ser que você demore mais tempo.

Se perante a morte do seu pet está sofrendo de ansiedade, insônia, apatia… Talvez você também precise de uma atenção especializada que o ajude.

Tente ser positivo e se lembrar dos momentos mais felizes a seu lado, fique com as melhores recordações que conseguir e tente sorrir sempre que pensar nele. E foi isso que o Dr. Alexandre fez, relembrou momentos muito bons com ela.

Todos os cães são únicos, quando temos mais de um, mas, podemos tentar acabar com a dor do seu pet falecido, oferecendo uma casa a um animal que ainda não tenha, o seu coração ficará repleto de amor e carinho mais uma vez.

 

Pet Stop, praça de “aulimentação” para tutores é inaugurada no Raposo Shopping em Sao Paulo

 

Espaço exclusivo visa atender à demanda crescente das chamadas famílias multiespécies.

As conhecidas como famílias multiespécies – ou seja, aquelas que englobam animais de estimação, especialmente cães e gatos – agora contam com mais um espaço de acesso gratuito projetado exclusivamente para elas no Raposo Shopping. Denominada “Pet Stop”, a praça de “aulimentação” para humanos acompanhados de pets está localizada no piso São Paulo.

O novo espaço, no empreendimento que já é pet friendly, é reservado para os tutores fazerem suas refeições na companhia dos seus melhores amigos de quatro patas. A Pet Stop também será palco de eventos e atividades temáticas exclusivas para animais de estimação, incluindo workshops e palestras sobre cuidados e bem-estar dos pets, oferecendo aos visitantes uma combinação única de entretenimento e educação.

Também no piso São Paulo, o empreendimento disponibiliza gratuitamente o Cantinho Pet, onde estão reunidos diversos brinquedos e obstáculos para os cães gastarem energia e se divertirem, diariamente, durante todo o horário de funcionamento do Shopping. Dentre eles: passarela, salto no pneu, mini rampa, salto na barra, túnel e slalom – circuito de barras metálicas ou plásticas erguidas em fileira para que os cães possam fazer o movimento zigue-zague em treinamento de agilidade. Cães e gatos contam ainda com um banheiro e bebedouros com água fresca.

Os espaços foram especialmente projetados para atender às necessidade de quem passeia pelo empreendimento com os pets, em linha com a crescente demanda por espaços pet friendly. Segundo dados do Radar Pet 2021, realizado pela Comissão de Animais de Companhia (Comac), o Brasil é o terceiro país com maior número de animais domésticos. Durante a pandemia, o número de animais nas casas do País cresceu 30%, fechando 2021 com um total de 149,6 milhões de pets.

 

Serviço: Praça de “Aulimentação” Pet Stop
Onde: Piso São Paulo do Raposo Shopping (Rod Raposo Tavares, km 14,5 – São Paulo/SP)
Horário: durante o horário de abertura do Shopping
Segunda a sábado: das 10hr às 22hrs
Domingo: das 14h às 22hrs
Quanto: gratuito
Classificação: livre

Mais informações: www.rapososhopping.com.br ou pelo telefone (11) 3731-5000

 

 

Reabilitação para animais: saiba quais são os tratamentos mais indicados para a recuperação de lesões

Com o avanço da medicina veterinária, equipamentos de ponta promovem bem-estar animal, indo além da cura

 

Quem convive com animais sabe o quanto é difícil quando eles estão doentes. Não é uma tarefa fácil cuidar deles e tratá-los corretamente. Graças aos avanços da tecnologia no campo da medicina veterinária, já existem diversos programas de reabilitação animal que oferecem tratamentos eficazes para solucionar diferentes tipos de problemas: prevenir lesões, restaurar e manter as funções do animal, auxiliar no alívio da dor e inflamação, melhorar a qualidade de locomoção e diminuir possíveis desconfortos do bichinho.

 

Para Rodrigo Moretti, médico veterinário e consultor científico da HTM VET, indústria referência no desenvolvimento e fabricação de equipamentos para saúde e bem-estar animal, o objetivo não é só curar, mas também proporcionar qualidade de vida.

 

“Atualmente, a tecnologia é parte essencial em muitas coisas do nosso dia a dia, desde as lâmpadas das nossas casas até as inteligências artificiais e robôs. Na área da saúde não poderia ser diferente. Mais legal que isso é poder utilizar as tecnologias médicas na medicina veterinária, em prol da saúde e bem-estar dos animais. Os equipamentos da HTM Vet possuem resultados incríveis, com rápida recuperação e toda segurança da HTM. E poder ver seu animalzinho saudável e feliz novamente não tem preço”, diz.

 

Com uma variedade de dispositivos e equipamentos surgindo nesse segmento, Rodrigo elenca dois dos principais tratamentos que podem ajudar na recuperação dos pets e pacientes veterinários em caso de lesões. Confira:

 

O uso das Fototerapias (LED e Laser), no tratamento dos animais:

A fototerapia, através do LED e Laser, é um dos tratamentos mais utilizados no processo de cicatrização de feridas, reparação de lesões, pós-operatórios e antissepsia local. Essa tecnologia garante rápida cicatrização, melhora de quadros inflamatórios e dores. No caso do LED azul, também atua no combate a fungos, bactérias e outros agentes infecciosos. O procedimento é realizado com o equipamento LED LASER VET, e seus resultados são considerados satisfatórios e seguros.

 

“É um procedimento indolor, que utiliza a emissão de luz em diferentes comprimentos de onda, para proporcionar um tratamento eficaz e uma melhor qualidade de vida ao animal”, indica Rodrigo.

 

Tecarterapia para dor aguda e recuperação de lesões musculares

A tecarterapia é um tratamento que estimula a reparação e atua com ação analgésica e anti-inflamatória através do calor gerado pelo movimento de cargas elétricas nos tecidos musculares. O equipamento utilizado, o Tecarterapia Vet, possui tecnologia multifrequencial, em que é possível trabalhar com três frequências distintas, aplicadas de forma individual ou combinada, para tratamento de dor aguda e crônica, quadros inflamatórios, relaxamento muscular e recuperação de lesões musculares.

Além disso, o equipamento possui a revolucionária técnica hands free, que utiliza pulseiras para o profissional, de modo que a radiofrequência seja transmitida pelas mãos do veterinário para as áreas de tratamento do animal. Assim, a tecnologia do aparelho pode ser utilizada associada a uma massagem manual e/ou manobras de drenagem. “A técnica hands free proporciona uma experiência sensorial única entre o médico veterinário e o animal, fortalecendo o laço de confiança dos dois e trazendo tratamentos mais confortáveis para o pet”, conclui Rodrigo.

 

Sobre a HTM VET

A HTM VET nasceu de uma indústria referência no desenvolvimento e fabricação de equipamentos eletro-eletrônicos dirigidos ao segmento de saúde no Brasil, a HTM Eletrônica, referência no desenvolvimento e fabricação de equipamentos dirigidos ao segmento de estética e fisioterapia. A empresa foi fundada em 1999. Com equipe multidisciplinar altamente capacitada, a HTM está localizada em Amparo – SP e tem como foco profissionais esteticistas e fisioterapeutas que têm interesse em tecnologia para clínicas.

Turismo Pet, conheça um local mais que especial pet friendly

 

Considerada uma das principais cabanas de luxo do turismo de experiência do
Brasil, a Nomad Place também é pet friendly e proporciona para o hóspede a
possibilidade de dividir momentos especiais com o seu bichinho de estimação.
No local é possível contar com pote para ração, espaço para caminhar com o seu
pet e funcionários receptivos aos animais.
“Entendemos na nossa jornada que muitas pessoas que procuravam as nossas
cabanas, esperavam também ter um local onde pudessem compartilhar momentos
com o seu pet. Já chegamos a receber hóspedes que vem sozinhos com os seus
bichos, ou que ainda vem para fazer ensaio fotográfico com o seu melhor amigo”,
conta Halmer Marques, proprietário e fundador da Nomad Place.
As reservas podem ser efetuadas através do Instagram ou ainda pelo Airbnb.
Sobre a Nomad Place
Criada em 2020 pelo empresário Halmer Marques, a Nomad Place é um complexo
de cabanas de luxo.
Com sede em São Bento do Sapucaí e no recém-inaugurado complexo na cidade
CUNHA/SP, com 04 cabanas e até setembro serão inauguradas mais 09 cabanas.

As cabanas possuem o formato A-Frame, Domo e Tiny House, e foram inspiradas
na cultura nórdica. O intuito da marca é oferecer um turismo de experiência e se
tornar referência no setor.
NOMAD PLACE tem estrutura de hotel, mas com a rusticidade e a liberdade que
um acampamento oferece.
Alguns diferenciais do complexo de cabanas de luxo:

 As cabanas são equipadas com cozinha para o hospede caso deseje
possa cozinhar, mas há opção do “CHEF” do Nomad preparar um
jantar exclusivo dentro da cabana.
 Água quente
 Sabonete
  Roupa de cama
 Aquecedor
 Lareira
 Geladeira
 Forno e fogão
 Cafeteira
 Louças
 Churrasqueira
 Estacionamento
 WIFI
 Pet friendly

Nomad Place | Sua cabana na montanha nomadplacebr.com

Curso de banho e tosa em pets, como lazer e ampliação de conhecimento

Com a pandemia, vivida por todos, houve uma baixa nas atividades de muitos profissionais liberais. Com isso, muitos procuraram além de uma nova ocupação, ou um plano B, cursar algo que além de aprimorar conhecimento,  fosse tb, uma forma de equilibrar a mente. Aqui, o jornalista Rodrigo Lico, com mais de duas décadas atuando na profissão, decidiu ingressar em um curso inusitado e totalmente divergente e diametralmente oposto de formação, o curso de banho e tosa para pets, algo que sempre teve vontade de praticar como lazer e “terapia” e eventualmente uma segunda profissão a ser conciliada com o jornalismo.

Lico revela que a princípio não pretende largar sua profissão, na qual possui desenvoltura, conhecimento técnico e prático, é possível conciliar, destaca ele. Mas revela que nada impede de conhecer outras áreas para se desenvolver e adquirir novas aptidões. O jornalista explica que: “o ser humano não pode ser estagnado, uma metonímia que utilizo frequentemente, é a de que:  {não somos árvores para nascer, crescer e morrer no mesmo lugar}. Temos o espírito aventureiro, desbravador e constantemente ansiamos sempre por mais, conhecer e aprender novas coisas”, conclui Rodrigo.

O jornalista escolheu esse curso específico, por que sempre amou estar na presença dos animais, sempre foi tutor de cachorros desde sua infância, de diversas raças e tamanhos, e que a companhia dos pets é algo prazeroso e relaxante em sua vida. Durante o curso ele teve a oportunidade de conhecer mais sobre os animais de estimação, estudou raças, comportamentos, como tratar o animal em suas particularidades, a utilizar adequadamente ferramentas como: tesouras, máquinas de tosa, secador, soprador e produtos cosmetológicos em geral destinados aos pets.

Lico revela que este curso tem sido uma verdadeira terapia, mas não é tão simples e fácil como muitos imaginam e que concilia essa atividade com a sua profissão de comunicólogo é plausível. Ele conclama que outras pessoas experimentem essa experiência, diversificar seus nichos profissionais de atuação. Indubitavelmente isso proporcionará um conhecimento mais amplo e aprimoramento em outros ofícios e promoverá o desenvolvimento pessoal, profissional e social na vida, proporcionando lazer e relaxamento. “Um médico pode se tornar um excelente profissional de gastronomia; um advogado pode ser um surfista referência em esportes. É preciso se permitir, adequar o tempo, para o que lhe faz bem e evitar o stress de uma rotina caótica e atribulada de somente uma profissão que pode alienar e estagnar a capacidade das pessoas”, conclui o futuro groomer.

Rodrigo aconselha: “se permita desenvolver novas atividades, descobrir novos talentos e aptidões que você nunca imaginou possuir, desperte e pratique algo que amplie a sua sensação de bem estar em outra profissão além da que já exerce”. Para quem gosta de animais de estimação (cães e gatos) e quer conhecer esse universo promissor que cresce a cada dia, saber como cuidar melhor do seu pet, eu recomendo conhecer a escola Belas Patas, situada na zona leste de São Paulo, acesse (https://belaspatas.com.br/).

Aproveite e se inspire no Lico e comece hoje mesmo aquele curso que além de te trazer um conhecimento inusitado, ainda te fará mais leve e mais feliz!! Fica a dica!!