Author Archives: Diga Não à Leishmaniose

1º caso de leishmaniose é registrado em criançaVítima tem 6 anos

10/10/2011 19:36

1º caso de leishmaniose é registrado em criançaVítima tem 6 anos e é moradora da zona norte da cidade de Marília, seu estado de saúde não foi

Foi confirmado nesta segunda-feira (10), em Marília, o primeiro caso autóctone de LVA (Leishmaniose Visceral Americana), em uma criança de 6 anos moradora do bairro Santa Antonieta 2, zona norte. O estado de saúde do paciente não foi informado pela prefeitura.

“Doze anos após ter sido introduzida no estado de São Paulo a partir do Mato Grosso do Sul, traçando uma trajetória contínua ao longo da rodovia Marechal Rondon, a doença foi confirmada em nosso município”, afirma o coordenador de Vigilância Ambiental e Controle de Zoonoses, Lupércio Lopes Garrido Neto.

A Secretaria Municipal da Saúde iniciou um trabalho casa a casa, através dos agentes de saúde, numa busca ativa de pessoas com sintomas compatíveis (febre por mais de 15 dias, aumento do volume abdominal, falta de apetite ou palidez cutânea), além de animais suspeitos de portar a doença.

Um inquérito canino deverá encaminhar amostras de sangue de 100 cães da região visando avaliar a prevalência da doença nesses animais, que são os principais reservatórios na área urbana.

A leishmaniose visceral americana é a forma mais severa da doença e se caracteriza por acometer vários órgãos internos, entre eles o fígado e o baço, porém é perfeitamente curável quando diagnosticada oportunamente.

Ribeirão Pires atende suspeita de Leishmaniose em cachorra

A suspeita aconteceu no bairro Sítio do Francês na Estância. O material foi colhido e levado para análise em São Paulo

Neuza agradece à equipe da Prefeitura pelo rápido atendimento

Ribeirão Pires pode ter registrado um caso de uma grave e perigosa doença, a Leishmaniose. Quem conta é Neuza Maria Resende, que teve sua cadela atendida pelos profissionais da administração.

O caso aconteceu no bairro Sítio do Francês. Neuza, moradora do bairro há mais de uma década, agradece junto aos vizinhos e a atenção da Prefeitura de Ribeirão Pires, que em conjunto com profissionais veterinários e técnicos da Vigilância Sanitária, atendeu prontamente e de forma competente a sua solicitação.

O atendimento aconteceu por conta da suspeita de infecção de sua cadela Lindalva, uma Pastora Alemã, por Leishmaniose (Doença Contagiosa de notificação Compulsória). O material coletado da cadela foi enviado para análise no Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo e aguarda o resultado.

A doença é difundida em todos os estados do Brasil. É comum ao cão e ao homem (zoonose), e é transmitida pela picada de insetos do tipo “Mosquito Palha ou Birigui”, que são flebotomíneos, do gênero Lutzomyia e Phleobotumus. Estas espécies transmissoras foram detectadas nas matas de Ribeirão Pires através de estudos e pesquisas dos órgãos municipais e do Ministério da Saúde, já iniciados pela notificação de animais infectados nas vizinhanças, além da possibilidade da presença de tais insetos infectados (os transmissores da doença são os mosquitos Palha). A finalidade dos estudos é o controle e prevenção de focos da Leishmaniose.

De acordo com a Assessoria de Imprensa de Ribeirão Pires, a Vigilância recebeu a notificação de dois casos suspeitos da doença em cães de janeiro até 18/10 de 2011, ambos no sítio do Francês.

O 1º caso era positivo, sendo que o animal era oriundo de outro município e, após investigações a campo, que contou com o apoio da Secretaria de Estado da Saúde (Instituto Adolfo Lutz e Sucen), e com base no Programa Estadual de Controle da Leishmaiose, ficou constatado que o município não é considerado área de transmissão da doença.

No 2º caso, após realização de exames laboratoriais (coleta do material pela equipe de Vigilância), foi constatada que não se tratava da Leishmaniose.

A Vigilância à Saúde, através dos seus serviços específicos: sanitária, epidemiológica, centro de controle de zoonose, a cada evento/agravo/fato que chega a seu conhecimento e que tem significado / impacto em saúde pública, inicia uma série de ações a campo e intervenções (quando é o caso), embasados em princípios técnico-científicos e com base nas diretrizes (e apoio técnico) ministeriais e estaduais para que o agravo seja eliminado, reduzido ou controlado.

No caso da Leishmaniose, doença transmitida por vetor (um mosquito da espécie Lutzomia longipalpis), após devidas investigações, constatou-se que o município não possui em seu território tal agente transmissor da doença.

Portal de Garça – Marília: Caso de Leishmaniose terá acompanhamento por um ano

Portal de Garça – Marília: Caso de Leishmaniose terá acompanhamento por um ano

Em defesa do fim do sacrifício de animais infectados por leishmaniose – A Tribuna News

Em defesa do fim do sacrifício de animais infectados por leishmaniose – A Tribuna News

Coleta que identifica leishmaniose já foi realizada em 51 mil cães

TARYNE ZOTTINO 23/10/2011 13h37

A leishmaniose é transmitida ao cão e ao homem através da picada de um mosquito
A coleta de sangue que identifica a leishmaniose e faz parte de uma ação do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) para combater a doença, já foi feita em 51 mil cães da Capital. A expectativa é de que mais 90 mil animais passem pelo exame. O exame está acontecendo em todos os bairros da cidade.

Com o início da campanha de vacinação contra a raiva, coleta e imunização estão sendo realizadas em conjunto. A médica veterinária Maria Aparecida Conche Cunha alerta que os bairros que já passaram pela coleta serão visitados novamente para a vacinação.

Caso suspeite que o cão esteja com a doença e a equipe ainda não tenha realizado a visita, o dono deve levar o animal até o CCZ. Após 15 dias, o resultado fica pronto e o proprietário é informado, podendo contestar o exame. Porém, os custos de um novo teste em um laboratório particular são de sua responsabilidade.

Se o resultado for comprovadamente positivo, o animal deve ser entregue e submetido a eutanásia. A doença não tem cura e oferece risco à população, portanto, caso o dono se recuse a entregar o cão, poderá ser autuado.

Transmissão e sintomas

A leishmaniose é transmitida ao cão e ao homem através da picada de um mosquito infectado. O mosquito, ao picar um cão com leishmaniose, passa a ser um transmissor da doença.

Febre, crescimento exagerado das unhas, perda de pelos e emagrecimento são alguns dos sintomas que podem aparecer em cães com leishmaniose, porém grande parte dos animais infectados não manifestam indícios da doença.

Vacina CaniLeish®

Vacina CaniLeish®

Varjão iniciou Plano de Prevenção e Controle da Leishmaniose e outras doenças nesta segunda

Varjão iniciou Plano de Prevenção e Controle da Leishmaniose e outras doenças nesta segunda

LEISHMANIOSE VISCERAL CANINA NEGLIGÊNCIA TOTAL

ESPERO QUE NA COPA O SURTO DE LEISHMANIOSE NO BRASIL NÃO SEJA UMA EPIDEMIA. JÁ IMAGINOU, TODOS PREOCUPADOS EM GANHAR DINHEIRO COM ESTÁDIOS E RODOVIAS, HOTÉIS E ETC, ETC, A SAÚDE ESTÁ AÍ A REVELIA. VAI SER UMA BOA MIDIA UM SI]URTO DE LEISHMANIOSE NA ÉPOCA DA COPA, QUEM SABE SE ALGUÉM DA PARENTELA DE TODOS OS ENVOLVIDOS CONTRAIR E VIEREM A ÓBITO ELES POSSAM MUDAR ESSE ABSURDO QUE É A NEGLIGÊNCIA E COLOCAR O PAÍS AO LADO DE PAÍSES TÃO ATRASADOS COMO INDIA E SUDÃO..

ACORDA BRASIL!!!

P.S. ANA MARIA BRAGA, APOIE ESSA CAUSA PRA EU PODER GRITAR COM VOCÊ!!

NÃO DÁ PRA AGUENTAR ESSE TIPO DE COISA…

NEM PENSAR EM VACINAR CÃES ENQUANTO TIVER QUE EUTANASIAR OS CÃES SORO POSITIVO…Gostaria de saber qual a posição dos CCZs com relação aos cães vacinados caso tenha um surto de leishmaniose? Como o caso do cão Golden Retriver Pluto de Presidente Prudente que foi eutanasiado e sua Dona provou que ele tinha sido vacinado.Alguém me responda, por favor??

Brasil desenvolve vacina contra a doença e obtém licença definitiva.
O Brasil pode comemorar mais um ganho na área biológica: a primeira licença para vacina contra a leishmaniose visceral canina pertence ao país. Clarisa Beatriz Palatnik de Sousa, professora do Instituto de Microbiologia da UFRJ, desenvolveu o medicamento e, agora, obteve uma licença definitiva sobre ele.

A doença – transmitida por insetos que picam cães infectados e repassam para o homem – atinge anualmente, 500 mil pessoas – 3 mil delas no Brasil. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a moléstia é uma das seis maiores endemias do planeta.

Endemia

Uma das formas de classificação de doenças é pela relação com a quantidade de ocorrências de uma enfermidade em uma população ou extensão geográfica. Por esses critérios, elas podem ser classificadas em endemias, epidemias e pandemias.

São consideradas doenças endêmicas as que são contagiosas, habitualmente comuns entre pessoas de uma região e decorrentes de fatores locais, como a malária na Amazônia, a doença de Chagas na região centro-oeste, a doença do sono em certas regiões da África, a esquistossomose no Nordeste e a Leishmaniose visceral canina, que atua em qualquer região.

As doenças epidêmicas são as chamadas contagiosas, que atacam ao mesmo tempo um grande número de pessoas em uma mesma época, afetando áreas onde a incidência da doença é geralmente pequena ou nula. Já as pandemias, são doenças contagiosas que se propagam rapidamente, atingindo ao mesmo tempo grande número de indivíduos de uma mesma população ou mesmo de um continente, assumindo proporções alarmantes.

Leishmaniose visceral canina

Muitas pessoas que têm cães não sabem, mas a leishmaniose visceral é uma doença grave e que vem se expandindo por todo Brasil. Trata-se de uma infecção que afeta o revestimento dos órgãos, sobretudo baço, fígado e medula óssea, provocando o aumento das vísceras.
Aqui, ela é transmitida pela picada do mosquito-palha (Lutzomyia longipalpis e Lutzomyia cruzi) e teve sua ocorrência relatada pela primeira vez na área urbana de Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Pesquisas revelam que a doença também pode ser transmitida por meio de transfusão sanguínea e acidentes de laboratório.

O mosquito se adapta bem ao ambiente peridomiciliar (próximo aos domicílios ou habitações humanas) e alimenta-se de hospedeiros, entre aves, o homem e outros animais silvestres e domésticos como o cão. Estudos já comprovaram que imunizar os cães pode ajudar a reduzir o número de casos e até erradicá-los, uma vez que não existe vacina para humanos. O percentual de proteção é de 95% para os animais vacinados.

De acordo com Clarisa, a política de saúde pública que vigora atualmente no Brasil prevê a remoção dos cães contaminados e o seu sacrifício. Com o desenvolvimento da vacina, ela espera poder poupar os animais e, também, diminuir a incidência da doença entre os humanos.
Animais e vida doméstica

Alguns cuidados podem evitar o contágio de algumas doenças transmitidas pelos animais.

- De preferência, não aceite nem compre animais sem conhecer a sua procedência;
- Leve o animal ao veterinário para saber se está tudo certo com ele;
- No caso de cachorros, é importante manter em dia vacinas e remédios contra vermes e evitar pulgas;
- Não deixar as crianças próximas do local onde o animal urina e defeca, pois esses dejetos podem transmitir doenças;
- Depois de tocar ou brincar com o animal, lave bem as mãos;
- Como os cães vão à rua e não passam por um processo de higienização é aconselhável não beijá-los.

Equipe procura vetor da leishmaniose em cinco bairros de Nova Mutum

A previsão da Coordenação de Vigilância Ambiental é de que até o final deste ano seja possível conhecer o resultado do estudo, tomando medidas necessárias para prevenir e controlar a doença

Afora o trabalho realizado desde o início do ano com o objetivo de capturar vetores da leishmaniose, à margem do Rio Arinos, agora uma equipe do Escritório Regional de Sinop da Secretaria de Estado de Saúde também procura identificar o mosquito em cinco bairros da cidade. De acordo com a coordenadora de Ambiental, Eliana Albano, a iniciativa se deve ao registro de pelo menos dois casos positivos da doença em cães em 2011. “A captura será feita durante três noites e, posteriormente, o material será encaminhado para análise em laboratório de Cuiabá”, explica.

A previsão da Coordenação de Vigilância Ambiental é de que até o final deste ano seja possível conhecer o resultado desse estudo, tomando as medidas necessárias, com vistas à prevenção e ao controle da doença. “A leishmaniose é uma doença grave causada por protozoários do gênero leishmania, transmitidos por mosquitos. Em cães devem ser observados sintomas como: crescimento das unhas, feridas de difícil cicatrização nas orelhas e focinho e emagrecimento rápido”, orienta Eliana.

De acordo com o médico veterinário da Secretaria de Saúde, Bruno Raimundi, o município de Nova Mutum vem intensificando o controle nos últimos anos. Em 2008, por exemplo, foram encaminhadas 10 amostras para análises, das quais resultou um caso comprovado. Já em 2011 o número de amostras, até setembro, chegou a 82, com dois casos comprovados. “Desde o ano passado, o município vem atuando de forma mais decisiva, a partir da estruturação e da capacitação da equipe”, observa Bruno.

O POVO Online – Fortaleza – Vicente Pinzón recebe ação de desratização e controle do calazar

O POVO Online – Fortaleza – Vicente Pinzón recebe ação de desratização e controle do calazar

Campo Grande realiza ações contra leishmaniose

Fonte: Da Redação

Dados da Secretaria Estadual de Saúde (SES), apontam que até a última quarta-feira, 19, Mato Grosso do Sul já registrou 206 casos de leishmaniose visceral, sendo que só em Campo Grande foram 60% dos casos. Seis pacientes morreram por conta da doença.

O registro foi de 20 óbitos em 2010 e o número de casos da doença até o dia 19 desde mês se aproxima do total de pacientes durante todo o ano de 2010, quando a doença foi constatada em 214 pessoas.

Os números estão dentro do índice para considerar o nível de contaminação estável no Estado, segundo o gerente de zoonozes da SES, Paulo Mira Batista.

Ações – Em Campo Grande, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) está realizando desde julho a coleta de sangue de cães e gatos nas residências. A meta é coletar material de 100 mil animais até os próximos 40 dias.

Após a coleta dos materiais, o CCZ fará a informatização e análise para o levantamento do índice de infestação da doença na Capital. O relatório deve ser divulgado até o fim do ano. A borrifação nos bairros será realizada após o término da coleta de sangue dos animais.

Já o trabalho de manejo ambiental é realizado durante todo o ano, em conjunto com as ações contra a dengue. Os agentes percorrem os bairros para eliminar entulhos e locais propícios a propagação do mosquito transmissor.

MS tem 206 casos de leishmaniose, mais da metade registrados na Capital – Campo Grande News

MS tem 206 casos de leishmaniose, mais da metade registrados na Capital – Campo Grande News

DESABAFOS DE UMA SOCIEDADE OPRIMIDA…CHEGA DE NEGLIGÊNCIA. “DIGA NÃO A LEISHMANIOSE”

Leishmaniose em Brasília e o assassinato de cães em Brasília.

Amigos defensores dos animais.

Ocorre neste exato momento que eu escrevo (e já vem acontecendo, faz anos) a chacina de cães executada pela Secretaria de Saúde do GDF em nome de um “projeto” para erradicar a leishmaniose visceral na cidade. Escrevi na época do início do tal projeto um texto, que contra a minha vontade não foi publicado em nenhum jornal.

O motivo que busco a vossa ajuda, é que correm boatos que a presidente Dilma gosta de animais e talvez estejamos em outro momento político. Quem sabe um de vocês levasse esse texto ao conhecimento do deputado Ricardo Tripoli, com o intuito de terminarmos com essa crueldade.

Segue o texto.

“A Secretária de Saúde do GDF travestida de entidade preocupada com a saúde da população apresentou um espetáculo teatral digno de Ionesco, com vinhetas de Kafka. Foi no Colégio do Sol onde se reuniram alguns moradores do lago Norte e Varjão para esclarecimentos sobre a Leishmaniose Visceral, com alguns poucos casos humanos na cidade.

Usando o mesmo terrorismo já disseminado na mídia, a Secretaria conclamou os moradores que fizessem a eutanásia (ou sendo menos castiço, a chacina) de seus cães que apresentassem resultado soro positivo para um teste, aliás, não conclusivo.

O despreparo técnico de tal Secretaria (acompanhada por sua congênere de maior hierarquia, ou seja, o Ministério da Saúde) vai ao absurdo que nem os autores literários acima citados poderiam imaginar. Senão vejamos:

1. Não sabiam (e talvez não queiram saber) que hoje não há país moderno que use a eutanásia de cães para conter o surto de leishmaniose. Queria aqui lembrar que a Inglaterra não procede dessa maneira, ela que por séculos colocou em restrita quarentena de meses qualquer cão que chegasse do continente.

O verdadeiro vetor da doença é um tipo de mosquito que infecta o cão, que infecta outros mosquitos (que o sugam), e que eventualmente infectam o homem. Acabar com os mosquitos nem pensar… É muito caro e não produz votos.

2. Informaram, via uma portaria interministerial, que um proprietário canino não deve aplicar uma vacina de comprovada eficiência no animal, pois atrapalha os testes do governo e assim não podem decidir se o cão deva ser morto ou não… Ou seja, para usar uma técnica medieval (a morte) impedem que a doença possa ser contida pelo uso de vacinas.

3. Não sabiam que a universidade de Minas Gerais criou uma vacina que não apresenta o problema mencionado aos testes do governo. Não estou falando do Azerbaijão ocidental e sim de um estado vizinho.

4. Não sabiam que estão sendo realizados estudos sobre a transmissão da doença para humanos via ratos que, aliás, proliferam no Largo Norte e por Brasília inteira. Não lhes convém saber disso, pois ratos não têm proprietários e é uma responsabilidade da saúde pública exterminá-los.

5. Fingem não saber, que os testes do governo são inconclusivos e que por isso milhares de animais saudáveis foram sacrificados em vão.

Finalmente, para espanto geral, a “presidente da mesa” depois de ouvir vozes dissonantes em relação à opinião oficial prometeu marcar um encontro com veterinários ali presentes para se discutir, e eventualmente alterar, os procedimentos governamentais… Aliás, tal encontro nunca ocorreu… Então me pergunto por que só agora? Quantos animais não foram mortos sem motivo por esses senhores e quantos ainda continuarão, uma vez que nunca houve discussão…

Mas o que dói mais é saber que a doença que mais mata em Brasília não é a leishmaniose, mas sim a fila nos hospitais do governo onde falta tudo… Uma vergonha.

Alvaro Salla

salla@maffei.com.br,
_________________________________________________________________________

Por favor, encaminhe este email para as autoridades competentes, para os políticos que elegemos para defender os animais, e também para a imprensa. Que eles façam alguma coisa para impedir tamanha crueldade . Cada um fazendo o que é da sua competência.

Obrigada.

Nirley

BETIM – MG – Video mostrando como o centro de Zoonoses age numa endemia…

Imagina, “Os cães de rua soro positivo, são eutanasiados. Os negativos são devolvidos as ruas”...COM CERTEZA SEM NENHUMA PROTEÇÃO…QUE ABSURDO!!!!!

http://tvbetim.com.br/saiba-como-combater-a-leishmaniose

Correio Braziliense – Cidades DF – Plano de prevenção e controle da leishmaniose no Varjão segue até o sábado

Correio Braziliense – Cidades DF – Plano de prevenção e controle da leishmaniose no Varjão segue até o sábado

18/10/2011
Saúde Pública – médicos
Vamos trazer aqui algumas informações sobre a saúde pública na cidade de Bauru nas primeiras décadas do século XX. Com relação às moléstias que mais atacavam a população, podemos citar impaludismo, tuberculose pulmonar, cancros, tétano, anquilostomose, disenteria, sífilis, febre tifóide, gastroenterites e enterocolites de diversas causas, coqueluche, difteria, lepra, pneumonia, mal de chagas, leishmaniose eram males que causavam muitos prejuízos à saúde das populações do interior do Brasil.

Uma das causas era a falta de limpeza dos quintais e das casas e a existência de fossas que contaminavam os poços que abasteciam as residências. Este problema só poderia ser resolvido quando a cidade tivesse provida de abastecimento de água encanada e potável.

Assim, a melhor medida para a prevenção das doenças era através da prevenção da higiene pessoal e limpeza das casas e inspeção constante dos alimentos consumidos pela população. Trabalho este difícil e realizado pelo inspetor de saúde. Uma medida preventiva adotada em 1917 foi o abate de bovinos e suínos fiscalizado pela Prefeitura. O serviço de inspeção veterinária do gado para abate, assim como o exame da carne e dos diversos órgãos do animal abatido, geralmente não era feito de modo adequado, causando muitas doenças. Na administração de Octávio Pinheiro Brisolla (1918-1921), as providencias com relação aos problemas urbanos, que o prefeito anterior, Luiz Vicente Figueira de Mello, já havia iniciado, foram dados continuidade neste governo, quanto ao serviço de água, matança de cães vádios, a limpeza de terrenos baldios, campanha de vacinação, inspeção na matança de animais para consumo da população visando diminuir os índices de mortalidade no município.

Em 1918 verificamos que as doenças respiratórias tiveram maior frequência na incidência das causas mortis, levando-se em consideração a epidemia de gripe espanhola, nos meses de outubro a dezembro. As doenças infecciosas e parasitárias, como coqueluche, paludismo, tifo, malária, verminoses e ancilostomose alcançaram 21% dos óbitos; a falta de assistência médica apresentou um índice de 18,5%. Índices menores, mas significativos para mortes causadas por doenças relacionadas ao aparelho digestivo, 10,3% e sintomas mal definidos 6,4% por se tratar de óbitos de pessoas desconhecidas ou que faleceram em locais distantes sem oportunidade de se definir a causa mortis.

O número de crianças menores, de um e até dois anos, eram as maiores vitimas de morte 29,8% – 1918, sendo que a maioria falecia sem muita ou nenhuma assistência médica ou hospitar. (18,5% – 1918). O número de óbitos entre pessoas de 20 a 49 anos chegou em 1918 a 34,7%. Na década de 20, contávamos com dois hospitais – a Santa Casa de Misericórdia, desde 1913, e a Sociedade Beneficente Portuguesa, desde 1918. As causas para estes índices elevados era: o município não possuía verbas suficientes para manutenção do serviço de higiene; número insuficiente de delegacias de saúde e de pessoal qualificados. Havia poucos médicos e laboratórios confiáveis e acessíveis, levando sempre muito tempo para diagnosticar as doenças para combatê-las A falta de educação higiênica devido à pobreza e más condições dos trabalhadores rurais e da ferrovia. Neste contexto, encontramos poucos médicos que se dedicavam bravamente para atender a população e ao mesmo tempo orientar e combater a “concorrência” de um elemento muito presente na vida das pessoas: os curandeiros, que eram punidos pelo poder público, mas que persistiam na prática com ervas e garrafadas.

Podemos citar como exemplo, entre outros: Sergio Werneck, Álvaro Sá, Luis Vicente Figueira de Mello, José de Castro Goyanna, Rodrigues Costa, João Braúlio Ferraz, Silvio Miraglia, Alípio dos Santos, que representam homens dedicados a salvar vidas.

Fica aqui nossa homenagem a todos os médicos que lutaram e lutam para tornar real o Direito Constitucional à Saúde para todos. Parabéns. Dia do médico – 18/10.

A autora professora , Marcia Regina Nava Sobreira, é colaboradora de Opinião
Marcia Regina Nava Sobreira

Zoonoses realiza borrifação em bairros de Teresina – Geral – Piauí – 180graus

Zoonoses realiza borrifação em bairros de Teresina – Geral – Piauí – 180graus

Campanha “Diga Não a Leishmaniose” Ganha espaço no stand da MSD Saúde Animal que participa da Pet South


Divulgação da Campanha Diga Não à Leishmaniose e a presença dos cães terapeutas do grupo TAC são destaques no estande da companhia

De 18 a 20 de outubro, a MSD Saúde Animal marca presença na 10ª Pet South America, com um estande repleto de atrações. O evento, que acontece no Pavilhão Vermelho do Expo Center Norte, em São Paulo, das 13 às 21h, contará a presença do renomado fotógrafo internacional de pets, Lionel Falcon, e a ex-assessora de imprensa do estilista e Deputado Federal Clodovil Hernandes, que divulgará a Campanha Diga Não à Leishmaniose; e os cães terapeutas do grupo TAC, associação sem fins lucrativos, voltada à prestação de serviços na gestão de projetos sociais nas áreas da saúde humana, educação e inclusão social, que utilizam como base de seus programas a interação entre o homem e o cão.

O estande da MSD Saúde Animal terá um espaço destinado para a divulgação da Campanha Diga Não à Leishmaniose, que começou com a união de diversos artistas contra essa grave doença de saúde pública, por se tratar de uma zoonose de alta letalidade. Entre os que já aderiram à causa estão Hebe Camargo, Daniela Albuquerque, Flávia Noronha e Solange Frazão, Karin Hils, Aline Wirley, Nico Puig, além dos Médicos Veterinários de Franca, Ribeirão Preto e região do Morumbi, em São Paulo. Lionel Falcon, e a idealizadora e coordenadora da campanha, Marli Pó estarão à disposição para tirar dúvidas e oferecer detalhes da campanha e de como se proteger da doença.www.diganaoaleishmaniose.com.br

Outra atração será a presença da equipe TAC – Terapia Assistida por Animais – e seus cães terapeutas, que realizam trabalhos sociais com crianças autistas, portadores de necessidades especiais, idosas e dependentes químicos – patrocinados pela MSD Saúde Animal.

Além disso, os Médicos Veterinários da companhia estarão à disposição dos visitantes para tirarem dúvidas sobre as doenças que acometem os animais domésticos. Aqueles que passarem pelo estande poderão tirar uma foto, escolher o fundo com cinco diferentes temas de bichos, e levar para casa essa recordação.

“Esse ano, além de apresentarmos nossa linha de produtos pet, decidimos destacar as ações sociais que a empresa patrocina e ressaltar a importância dessa campanha nacional contra a leishmaniose, com o apoio dos artistas”, finaliza a gerente de produtos Pet da MSD Saúde Animal, Andrea Bonates.

Sobre a MSD Saúde Animal
A Merck é hoje a líder mundial em assistência à saúde, trabalhando para ajudar o mundo a viver bem. A Merck Animal Health, conhecida como MSD Saúde Animal é a unidade de negócios global de saúde animal da Merck. A MSD Saúde Animal oferece a veterinários, fazendeiros, proprietários de animais de estimação e governos a mais ampla variedade de produtos farmacêuticos veterinários, vacinas e soluções e serviços de gerenciamento de saúde. A MSD Saúde Animal se dedica a preservar e melhorar a saúde, o bem estar e o desempenho dos animais, investindo extensivamente em recursos de pesquisa e desenvolvimento amplos e dinâmicos e em uma rede de suprimentos global e moderna. A MSD Saúde Animal está presente em mais de 50 países, enquanto seus produtos estão disponíveis em 150 mercados. Para mais informações, visite www.msd-saude-animal.com.br


Leishmaniose mata mais que Dengue.

Mosquito palha ou flebótomo, menor que o pernilongo

Leishmaniose mata mais que dengue em Minas Gerais

A leishmaniose visceral é transmitida pelo flebótomo, mais conhecido como mosquito palha
Enquanto todas as atenções estão voltadas para a dengue, existe doença que tem preocupado por sua alta letalidade. É o caso da leishmaniose visceral, cuja situação em Minas Gerais está merecendo atenção.
Por exemplo, a leishmaniose visceral já matou mais que a dengue em Belo Horizonte, em 2010. Também no interior do Estado a situação é grave e coloca Minas como território de alto risco, segundo dados preliminares do Ministério da Saúde (MS). De acordo com o MS, Minas Gerais foi o segundo com o maior número de casos de leishmaniose no ano passado, atrás apenas do Ceará.
Segundo a Gerência Regional de Saúde em Uberaba informa que em 2010 foram notificados 8 casos de leishmaniose visceral, nos 27 municípios ligados à Regional, “todos importados de outras localidades”. Também no ano passado foram notificados pela GRS 6 casos de leishmaniose tegumentar americana, com dois casos importado de outras áreas.
Ainda segundo informações da referência técnica em Zoonoses da GRS, Maria Amélia da Silveira Martins, neste ano já foram notificados 2 casos de leishmaniose visceral, sendo um importado e o outro em investigação, enquanto a leishmaniose tegumentar americana foram notificados 3 casos, em 2011, sendo 1 importado. Vale lembrar que todos estes casos são em humanos.
Já a Secretaria Municipal de Saúde informa que não foram registrados casos da doença em humanos em Uberaba, entretanto observa que em 2009 foram realizados 1.581 exames em animais, sendo que 21 foram positivos, enquanto no ano passado foram realizados 1.279 exames e foram confirmados, também, 21 casos em animais. Ainda segundo a secretaria, neste ano ainda não foi registrado nenhum caso da doença.

Estado – Informações da Secretaria de Estado de Saúde dão conta que de 2009 para cá foram 1.232 vítimas da leishmaniose em Minas, sendo que 132 morreram. Belo Horizonte concentrou, neste mesmo período, 22,8%, o equivalente a 282 casos, e 41% dos óbitos, num total de 55 vítimas. A situação, em relação a letalidade, é muito grave. Tanto que no ano passado foram confirmados 51.755 casos de dengue e 15 pessoas em 2010 na capital mineira. Já a leishmaniose registrou 131 vítimas, sendo que 22 foram a óbito, também em Belo Horizonte.

Maria das Graças Salvador

Paciente espera confirmação de leishmaniose

Bom dia,
Segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Contaminação por Leishmania fez três vítimas, uma fatal, em 2011; 299 cães foram sacrificados em sete meses por suspeita de doençaCão é a segunda opção na preferência do mosquito; população deve ficar atenta (foto: Emerson Secco – arquivo)

Além das três pessoas, uma das quais morreu, contaminadas pelo protozoário Leishmania, este ano, no município, a diretora da Vigilância Epidemiológica informou estar aguardando confirmação de um quarto caso de leishmaniose. O homem está internado, à espera do resultado dos exames. Carmen Budoia acredita que o maior foco da doença são os cães – o Leishmania é transmitido através da picada de mosquitos infectados – e o veterinário da Prefeitura Roberto Camargo informou à Câmara ter eutanasiado 3.442 animais de 2003 até 10 de agosto; 299 só em aproximadamente sete meses de 2011.

São Paulo registra a forma mais grave de Leishmaniose Visceral em criança de 6 anos

11/10/2011

Criança de 6 anos ficou internada por cinco dias no Hospital das Clínicas, em São Paulo, depois de contraído Leishmaniose Visceral Americana, a forma mais severa da doença. Esse foi o primeiro caso autóctone [quando é contraído na cidade] registrado em São Paulo.
A doença foi diagnosticada por meio de exame especifico realizado pelo Hospital das clínicas e confirmado pela Instituto Adolf Lutz. O garoto foi medicado e depois de cinoc dias internado, teve alta neste domingo (9).

Com a confirmação do caso, a Secretaria da Saúde de São Paulo iniciou uma trabalho de varredura nas casas da região onde mora a criança.

É transmissível tanto ao cão [sem tra…
Agentes de saúde trabalham numa busca ativa de pessoas com sintomas compatíveis, além de animais suspeitos de portar a doença. Um inquérito canino deverá encaminhar amostras de sangue de cem animais da região que são os principais reservatórios na área urbana.
Além disso, o Coordenador da Vigilância Ambiental e Controle de Zoonoses, Lupercio Lopes Garrido Neto, afirma que uma série de ações deverá ser promovida, em relação à população humana, aos cães e ao meio ambiente.

“A população deve ser estimulada a manter os espaços urbanos limpos (como quintais e terrenos), acondicionar o lixo de maneira adequada, evitar fazer descartes em terrenos vagos e promover qualquer acúmulo de matéria orgânica, como formas de dificultar a proliferação do inseto”, afirma Garrido.

*Com Diário Marília

Plano de Ação de Prevenção e Controle da Leishmaniose

Plano de Ação de Prevenção e Controle da Leishmaniose

Bauru registra novos casos de leishmaniose; uma pessoa morreu

13/10/11 17:15 – Saúde

Da redação JCNet

Três novos casos de leishmaniose foram registrados em Bauru, de acordo com informação da Secretaria Municipal de Saúde, nesta quinta-feira (13), sendo que, um deles evoluiu para óbito. No total, o município registrou 25 casos da doença em 2011 com três mortes.

Uma bauruense, de 26 anos, que morreu no último dia 15 de agosto, foi uma das vitimas, de acordo com o divulgado nesta quinta-feira pelo Instituto Adolfo Lutz de São Paulo.

Outras duas pessoas receberam tratamento no Hospital Estadual de Bauru. Foram um menino, de 7 anos, e um adolescente, de 14 anos.

A leishmaniose é transmitida por vetores da espécie Lutzomia longipalpis; mosquitos de tamanho diminuto e de cor clara, conhecidos comumente como mosquitos “palha”, que vivem em ambientes escuros, úmidos e com acúmulo de lixo orgânico (ex.: galinheiros).

Febre de longa duração, fraqueza, emagrecimento e palidez são alguns dos sintomas apresentados pelos humanos, quando infectados. O período de incubação é muito variável: entre dez dias e dois anos.

A manutenção da limpeza nos quintais, o acondicionamento correto do lixo orgânico (restos de comida, cascas de frutas, verduras e outros) são medidas preventivas contra a doença.

Veterinária alerta para perigo de não tratar a leishmaniose canina com insecticidas – Os Bichos

Veterinária alerta para perigo de não tratar a leishmaniose canina com insecticidas – Os Bichos

Abaixo-assinado MOBILIZAÇÃO CONTRA EXTERMÍNIO DE CÃES COM LEISHMANIOSE NO BRASIL

Urgente!!!!! Entrem no link e assinem!!

Humberto Salla, principal incentivador e responsável direto pelo Projeto de Lei sobre Leishmaniose (PL 1738/2011), do Deputado Federal Geraldo Resende, criou esta petição on line para ser entregue aos deputados envolvidos com o PL 1738/2011 sobre leishmaniose do Dep. Geraldo Resende. Precisamos nos mobilizar o mais rápido possível. Os animais e seus tutores agradecem!

Abaixo-assinado MOBILIZAÇÃO CONTRA EXTERMÍNIO DE CÃES COM LEISHMANIOSE NO BRASIL
www.peticaopublica.com.br

Chip combate leishmaniose visceral SP


Uma boa noticia para a população de SP, é que a Secretaria de Estado da Saúde deu inicio nesta semana a um projeto com objetivo de instalar microchips em cães a fim de identificar animais infectados com leishmaniose visceral americana.

O programa leva o nome de “Legal pra Cachorro“, tem como meta inicial monitorar, pelos próximos dois anos, a população canina em 10 municípios localizados na região de Marília, onde foram registrados 96 casos e oito mortes de humanos pela doença entre 2008 e 2009.

De inicio cerca de 20 mil animais passarão por inquérito censitário. Eles, vão receber um microchip, onde ficarão armazenadas as informações sobre sua saúde e endereço. Nesse microprocessador, também serão guardados os resultados dos exames de sangue realizados no período da pesquisa.

CCZ sacrificou 7.493 cachorros e gatos neste ano em Fortaleza

O coordenador do Programa do Calazar do CCZ, Sérgio Franco, garantiu que o órgão só faz capturas de animais quando solicitado e apenas se o cachorro ou gato estiver doente
JOSÉ LEOMAR

Destes, 50% eram casos confirmados de calazar; decisão judicial impede a morte de animais saudáveis

O Centro de Controle de Zoonose de Fortaleza (CCZ) informou já ter sacrificado 7.493 animais (cachorros e gatos) nesses nove primeiros meses de 2011. Deste total, 50% (3.746,5) tinham comprovadamente a leishmaniose visceral- LV (Calazar).

A outra metade compõe a população de animais que se encontra em fase terminal (câncer), ou com doenças incuráveis e a de animais considerados agressivos.

Sobre a origem desses animais, o coordenador do Programa do Calazar do CCZ, Sérgio Franco, explica que muitos deles, em fase terminal, foram entregues ao CCZ pela população; outro quantitativo foi recolhido pelo Centro, após a comprovação positiva da LV, quando da realização de campanhas e o restante foi recolhido após solicitação da população.

Ele descartou a existência de qualquer tipo de captura de animal por parte do CCZ, a não ser quando solicitado e se os mesmos já estiverem dentro dos perfis citados.

“Conhecemos a determinação judicial existente desde 2008, que nos proíbe de sacrificar animais sadios. Então, somente podemos sacrificar animais comprovadamente irrecuperáveis – com laudo veterinário que comprove a situação deles. Os que são sacrificados são animais com calazar, que não têm cura, ou portadores de doença terminal, como cinomose”, explicou Franco. O dirigente também descartou receber, no Centro, um animais sadios cujos donos não os querem mais. Apesar de faltarem ainda três meses para o fim de 2011 e com os casos que ainda estão pendentes em análises laboratoriais, a incidência do calazar tem diminuído na Capital e no Estado se comparada ao mesmo período de 2010.

Em Fortaleza, no ano passado, foram registrados, nos 12 meses, 262 casos confirmados, com dez óbitos. Neste ano, até ao mês de setembro, foram 136, com dez óbitos.

De acordo com o responsável pelo serviço de controle da LV, do CCZ, existem 50 outros casos suspeitos em análise. Outros cinco óbitos acontecidos também estão sendo analisados se a causa morte é ou não o calazar.

Já segundo dados estatísticos da Secretaria de Saúde do Estado (Sesa), em 2010, foram confirmados 581 casos, com um total de 26 óbitos. Este ano, até o mês de setembro, 249 casos já foram confirmados com 22 óbitos. De acordo ainda com informações da assessoria de comunicação da Sesa, existem muitas ocorrências que estão com pendência de comprovação laboratorial para ser atestada ou não.

Raiva

Com relação à raiva animal e humana, a situação é considerada tranquila, já que em Fortaleza não se registra caso confirmado há sete anos. O último aconteceu em 2004. A raiva animal (urbanizada) está sob controle.

Apesar de praticamente erradicada no Brasil, a raiva ainda representa ameaça à vida humana e animal no mundo. Dados da OMS apontam que, a cada ano, pelo menos 55 mil pessoas morrem após serem mordidas por um animal infectado, e 20 milhões de animais são sacrificados na tentativa de algumas nações conterem a disseminação desta zoonose. A raiva pode ser transmitida ao homem por mordida, lambida ou arranhão de um animal infectado. A taxa de letalidade entre humanos é próxima de 100%.

Recolhimento

2.071 Cães portadores de doenças incuráveis foram recolhidos nas residências das pessoas que solicitaram, a presença dos técnicos do CCZ

ADALMIR PONTE
REPÓRTER

Presidente do CRMV/MS fala sobre leishmaniose em entrevista na tv.

A presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária – CRMV/MS, Sibele Cação, concedeu entrevista ontem ao SBTMS, às 18 horas, no jornal TJ MS. A pauta foi sobre leishmaniose.
Sibele defende o controle da doença por meio de vacinação e frisa que o elevado número de animais abatidos não contribuiu para a redução da doença e contaminação. Além disso, nem todos os animais sororreativos, de acordo com a presidente, desenvolvem a doença, que pode permanecer em estado latente no animal. “É inaceitável o abate desse animais. O cão é o reservatório e não o transmissor da doença” frisou.
A presidente disse, ainda, que o Conselho vem acompanhando vários trabalhos científicos que provam a cura clínica do cão, assim como ocorre com o ser humano.
Outro ponto importante destacado pela entrevistada é de que o Ministério da Agricultura autorizou o uso de vacinação, como pode ser conferido na Instrução Normativa Interministerial Nº 31, de 09.07.07, que aprova o Regulamento Técnico para pesquisa, desenvolvimento, produção, avaliação, registro e renovação de licenças, comercialização e uso de vacina contra a Leishmaniose Visceral Canina.
Saiba mais
No Brasil, a vacina completa sete anos de mercado. Estatísticas comprovam que entre 2004 e 2008, mais de 70 mil cães foram vacinados em todo o Brasil e, segundo as informações fornecidas pelos veterinários responsáveis pela vacinação, a proteção conferida é superior a 97%. Este é um resultado importante, que foi obtido a partir de levantamentos realizados a campo, ou seja, em cães residentes em áreas endêmicas e submetidos ao desafio natural.

Fonte:Comunicação CRMV/MS

CÃOMINHADA EM SÃO CAETANO DO SUL EM APOIO A PREVENÇÃO DO CÂNCER DE MAMA.

Em frente ao Parque das Crianças na Av Kennedy.

“O GRITO DO BICHO”: CAMPANHA CONTRA ABANDONO DE ANIMAIS – CESAR MILLAN…

"O GRITO DO BICHO": CAMPANHA CONTRA ABANDONO DE ANIMAIS – CESAR MILLAN…: EXCELENTE CAMPANHA!!!! NÃO DEIXEM DE VER!!!!! .

O Ator Nico Puig apoia a campanha DIGA NÃO A LEISHMANIOSE

Queridos,

Todos corremos muito com nossos afazeres e ontem não poderia ser diferente. Quando se trata de apoiar a campanha, saio correndo mesmo.
Esse mundo PET está bem diversificado e tenho conhecido pessoas realmente interessadas na causa, como a Lully, do Calendário Celebridade Vira-Lata, a renda é revertida para a castração de cães que ela faz por esse Brasil afora, bacana não é?! Você poderão comprá-lo através do www.celebridadeviralata.blogspot.com, que tem link aqui no blog.
Outra coisa bem bacana é que o ator e meu querido amigo Nico Puig,
está hoje atuando na novela AMOR E REVOLUÇÃO DO SBT COMO O coronel Filinto, nos cedeu seu precioso tempo para fotografar com seus lindos cães. A Mel, já é veterana e já foi fotografada em 2005 como vcs podem ver no lado direito do Blog e o PUG, é o Freud e também o Tarantino …uns fofos.

Explicamos a importância da campanha e já colocamos coleiras neles, foi uma festa, como sempre…

Antes de cobrar as autoridades temos que fazer a nossa parte para conscientizar as pessoas passando informações e divulgando a campanha, pois “UNIDOS SOMOS UM SÓ CORPO E MUITO MAIS FORTES!”

Até a próxima,

Marli Pó

Prudente confirma quatro novos casos de leishmaniose em cães

O CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) apresentou nessa terça-feira (4/10) o resultado de 15 amostras de sangue de cães, que foram analisadas pelo Instituto Adolpho Lutz, das quais quatro apresentaram resultados positivos em relação à LVA (Leishmaniose Visceral Americana).

Prudente contabiliza 39 cães com leishmaniose neste ano
De acordo com o diretor do CCZ, o médico veterinário Célio Nereu Soares, dos quatro novos registros positivos, três casos são autóctones e um importado. Segundo ele, os três cães autóctones foram encontrados nos Parque Cerejeiras e no Bosque. Já o caso importado trata-se de um cachorro que veio da cidade do Mato Grosso e estava no Parque São Judas Tadeu.
Conforme o diretor do CCZ, as equipes aguardam o resultado de mais 700 amostras que estão sendo analisadas pelo Adolpho Lutz e devem ser entregues assim que o instituto receber o material reagente. Segundo ele, no momento as coletas que estão suspensas e devem ser retomadas ainda nesta primeira quinzena de outubro. No entanto, algumas coletas continuam sendo realizadas apenas em cães suspeitos de ter a doença. O diretor do CCZ adianta que com os novos resultados apresentados o município contabiliza 27 casos autóctones e 12 importados, somando no total 39 cães com leishmaniose.
Para alertar a população as equipes do CCZ continuam os trabalhos de visitas às residências para cadastrar os animais. Neste mês de outubro a atuação das equipes ocorre nos bairros: Jardim das Rosas; Condomínio João Paulo II e Jardim Caiçara. “A intenção é saber a quantidade total de cães e gatos na área urbana de Prudente. Com isso o trabalho visa à conclusão do senso canino e felino”, adianta o diretor do CCZ. O senso deve ser concluído até o final deste ano, sendo que o cadastro atual já contabiliza mais de 20 mil animais. Na oportunidade a população recebe orientações em relação à prevenção da leishmaniose. (Com assessoria de imprensa)

Dia Internacional dos Animais


4 DE OUTUBRO

Quatro de outubro é o Dia dos Animais, a mesma data em que se festeja o dia de São Francisco de Assis. E não é coincidência, pois esse santo é o protetor dos animais. Ele sempre se referia aos bichos como irmãos: irmão fera, irmã leoa. São Francisco de Assis também amava as plantas e toda a natureza: irmão sol, irmã lua… São expressões comuns na fala do santo, um dos mais populares até os nossos dias.
Nascido na cidade de Assis, em 1182, Francisco (quando ainda não era santo) tentou ser comerciante, mas não teve sucesso. Nas cruzadas, lutou pela fé, mas com objetivos individuais de se destacar e alcançar glórias e vitórias.
Até que um dia, segundo contam livros com a história de sua vida, Francisco recebeu um chamado de Deus, largou tudo e passou a viver como errante, sem destino e maltrapilho. Desde então, adotou um estilo de vida baseado na pobreza, na simplicidade de vida e no amor total a todas as criaturas.

O SURGIMENTO DOS ANIMAIS

Para falar do surgimento dos animais temos que lembrar a escala geológica da terra. Os paleontólogos (que estudam os animais e vegetais fósseis) remontam a vida no planeta ao período chamado pré-Cambriano, a época das primeiras coisas viventes, 3,6 bilhões de anos atrás.
Na era Paleozóica (mais ou menos entre 500 e 300 milhões de anos atrás) em seu primeiro período, o Cambriano, surgiram a vida marinha e os primeiros vertebrados. Em seguida, no período Ordoviciano, surgiram os primeiros corais catalogados e outros seres da vida marinha (chamados de briozoários). No Siluriano, surgiram as primeiras plantas e os animais invertebrados. No Devoriano, os primeiros anfíbios, insetos e peixes. No Carbonífero, os primeiros répteis. No Permiano, houve a extinção de muitos animais.
Atribui-se à era Mesozóica (perto de 250 a 65 milhões de anos atrás), período Triássico, o aparecimento dos primeiros dinossauros e mamíferos; ao Jurássico, dos primeiros pássaros e mais e mais dinossauros; porém no período Cretáceo, dinossauros e outros organismos foram extintos. Dinossauros representavam menos de 10% dos mais de 40 grupos de répteis da Era Mesozóica.
Vêm da Era Cenozóica (de 65 milhões de anos atrás até nossos tempos), período Paleogeno, o surgimento dos tipos modernos de plantas floríferas e a expansão e diversificação de mamíferos. No período Neogeno, o homem moderno se espalhou por todo o planeta, mas muitos mamíferos desapareceram.
Cientistas acreditam também que há cerca de 65 milhões de anos aconteceu um grande impacto no planeta, causado pela queda de um asteróide, alterando a superfície da terra e com resultados ambientais tão devastadores que muitos seres vivos não conseguiram sobreviver. Há correntes científicas que acreditam nesse impacto, mas não o consideram a única causa da extinção dos dinossauros na Era Mesozóica. Pelos registros fósseis, a diversidade entre eles já estava em declínio no final do Cretáceo.
Mas os dinossauros são o melhor exemplo de sucesso e adaptação. Eles estiveram no planeta por mais tempo do que qualquer outro animal terrestre (por mais de 150 milhões de anos) e deram origem aos pássaros.
O que costumamos aprender comumente sobre os eles, em livros, cinema e TV, nem sempre é 100% correto, existe muita informação desatualizada e mesmo incorreta, muitas vezes sem por exemplo uma revisão de paleontólogos, os especialistas em estudá-los.
O assunto desperta grandes paixões e vale a pena aprofundar os conhecimentos sobre ele.

QUEM PODERIA IMAGINAR?

A primeira classificação dos animais, como conhecemos hoje, se deu em 350 a.C., com Aristóteles. Este filósofo grego catalogou, na época, 500 espécies. Ele já considerava o golfinho, por exemplo, um bicho da terra, explicando que, ao contrário dos peixes, ele amamentava os seus filhotes. Assim como as baleias, o golfinho se desenvolveu, de fato, em terra firme, migrando depois para o mar.
Mal podia imaginar o sábio Aristóteles que, num futuro distante, esses mesmos golfinhos estariam ameaçados de extinção, necessitando de projetos voltados para a proteção das espécies, a fim de evitar o pior, ou seja, o extermínio. Aqui mesmo no Brasil, a noroeste da principal ilha do arquipélago de Fernando de Noronha, na costa pernambucana, os chamados golfinhos-rotadores são objeto de preocupação e cuidados de pessoas e entidades que se dedicam ao ecoturismo naquela região.
Os golfinhos-rotadores ganharam esse nome por conta das inúmeras acrobacias executadas ao saltarem e mergulharem na água. Tipo de comportamento alegre, ainda não entendido pelos estudiosos, podendo ser desde uma mera brincadeira até uma sinalização acústica.
As maiores ameaças a esses mamíferos marinhos são, além de um turismo não controlado, degradando e poluindo o habitat natural, as capturas acidentais e também intencionais dos pescadores. Já nas Filipinas, na Austrália e Venezuela, por exemplo, a captura desses animais tem como objetivo aproveitar a gordura do golfinho para usar como isca na pesca do tubarão.
NEM SEMPRE FOI ASSIM
Em tempos remotos, a quantidade de animais e plantas no planeta era tanta, que o homem não chegava a representar qualquer tipo de ameaça às espécies existentes. Hoje em dia, no entanto, a situação é bem outra: somos mais de seis bilhões de pessoas no mundo, com práticas e atitudes que vêm diminuindo a população dos animais e também a das plantas e organismos vivos da terra.
O comércio ilegal de inúmeras espécies, além da destruição dos ecossistemas naturais, vêm a ser as duas grandes ameaças à sobrevivência da vida silvestre. No Brasil, são mais de 200 espécies da fauna e mais de 100 da flora que estão condenadas à extinção, caso nenhuma medida seja tomada a respeito com o intuito de protegê-las. Entre os vegetais, o mogno é uma árvore sob ameaça de desaparecer, assim como a arara azul e o mico-leão-dourado são animais em vias de sumir do planeta. Mexer com a flora é também mexer com a fauna, desequilibrando a relação bicho-habitat.

ANIMAIS TAMBÉM TÊM DIREITOS

“Chegará o dia em que os homens conhecerão o íntimo dos animais, e, neste dia, um crime contra um animal será considerado um crime contra a humanidade”.
Leonardo da Vinci (1452-1519)
Como vocês podem ver, há cinco séculos já havia a preocupação com os animais. Mas foi só em 1978 que os seus direitos foram registrados, quando a UNESCO aprovou a Declaração Universal dos Direitos do Animal. O Dr. Georges Heuse, secretário geral do Centro Internacional de Experimentação de Biologia Humana e cientista ilustre, foi quem propôs esta Declaração. Você confere a seguir o texto do documento, que foi assinado por vários países, inclusive o Brasil.
DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DO ANIMAL
Art. 1º – Todos os animais nascem iguais perante a vida e têm os mesmos direitos à existência.
Art. 2º – O homem, como a espécie animal, não pode exterminar os outros animais ou explorá-los violando este direito; tem obrigação de colocar os seus conhecimentos a serviço dos animais.
Art. 3º – Todo animal tem direito à atenção, aos cuidados e à proteção do homem. Se a morte de um animal for necessária, deve ser instantânea, indolor e não geradora de angústia.
Art. 4º – Todo animal pertencente a uma espécie selvagem tem direito a viver livre em seu próprio ambiente natural, terrestre, aéreo ou aquático, e tem direito a reproduzir-se; Toda privação de liberdade, mesmo se tiver fins educativos, é contrária a este direito.
Art. 5º – Todo animal pertencente a uma espécie ambientada tradicionalmente na vizinhança do homem tem direito a viver e crescer no ritmo e nas condições de vida e de liberdade que forem próprias de sua espécie; Toda modificação deste ritmo ou destas condições, que forem impostas pelo homem com fins mercantis, é contrária a este direito.
Art. 6º – Todo animal escolhido pelo homem como companheiro tem direito a uma duração de vida correspondente à sua longevidade natural; Abandonar um animal é ação cruel e degradante.
Art. 7º – Todo animal utilizado em trabalho tem direito à limitação razoável da duração e intensidade desse trabalho, alimentação reparadora e repouso.
Art. 8º – A experimentação animal que envolver sofrimento físico ou psicológico é incompatível com os direitos do animal, quer se trate de experimentação médica, científica, comercial ou de qualquer outra modalidade; As técnicas de substituição devem ser utilizadas e desenvolvidas.
Art. 9º – Se um animal for criado para alimentação, deve ser nutrido, abrigado, transportado e abatido sem que sofra ansiedade ou dor.
Art. 10º – Nenhum animal deve ser explorado para divertimento do homem; As exibições de animais e os espetáculos que os utilizam são incompatíveis com a dignidade do animal.
Art. 11º – Todo ato que implique a morte desnecessária de um animal constitui biocídio, isto é, crime contra a vida.
Art. 12º – Todo ato que implique a morte de um grande número de animais selvagens, constitui genocídio, isto é, crime contra a espécie; A poluição e a destruição do ambiente natural conduzem ao genocídio.
Art. 13º – O animal morto deve ser tratado com respeito; As cenas de violência contra os animais devem ser proibidas no cinema e na televisão, salvo se tiverem por finalidade evidenciar ofensa aos direitos do animal.
Art. 14º – Os organismos de proteção e de salvaguarda dos animais devem ter representação em nível governamental;
Os direitos do animal devem ser defendidos por lei como os direitos humanos.
Fonte: www.ibge.gov.br
Dia dos Animais

4 DE OUTUBRO

Em 4 de outubro comemora-se o Dia de São Francisco de Assis, considerado o padroeiro dos animais. De fato, é comum encontrar nas sedes das entidades de proteção animal imagens do santo italiano. Por sua relação de amor e respeito aos animais, a data serve também para comemorar o Dia Mundial dos Animais.
Francisco de Assis viveu na Itália entre os séculos XII e XIII. Durante a juventude levava a vida como um rico filho de comerciante. Então, converteu-se e passou a trabalhar com um grupo de discípulos (que ficaram conhecidos como franciscanos), todos devotos da pobreza evangélica.

Ele tinha uma relação muito especial, de muito respeito com os animais. No Cântico das criaturas, São Francisco de Assis louva a Deus por todas as criaturas, o sol, a lua, as estrelas… Há alguns anos o Papa João Paulo II decretou São Francisco de Assis como o padroeiro da ecologia, pelo reconhecido amor a todas as criaturas. Francisco de Assis foi sepultado em 4 de outubro de 1226 e canonizado em 1228. Em comemoração à data, durante este mês várias entidades de proteção animal organizam eventos sobre bem-estar animal e cerimônia de bênção aos animais.
Ao analisar a relação homem-animal ao longo da história da humanidade, percebemos que muitos erros e atrocidades foram cometidos contra os animais, por falta de conhecimento, pela ganância ou em nome de tradições culturais.

Com o desenvolvimento de estudos, análises e teorias sobre comportamento animal, o homem passou a modificar sua postura, pois percebeu que os animais também sofriam e sentiam medo, dor e angústia. Isso aconteceu graças ao trabalho dos cientistas e estudiosos do comportamento animal e dos defensores de animais – pessoas que, mesmo sem nenhuma formação acadêmica, lutam pelos direitos dos animais, tirando-os das ruas, protegendo-os, criando e cuidando de abrigos.
Ainda hoje vemos situações que não podem ser aceitas sem pelo menos o sentimento de forte indignação, abrigos superlotados com animais abandonados à própria sorte por seus donos, maus-tratos, envenenamentos, venda ilegal de animais silvestres, rodeios, touradas, farra do boi, ursos torturados na China, circos, feiras de animais sem controle sanitário, uso de animais em testes para cosméticos, projetos de lei que perpetuam os maus-tratos e uso em experiências científicas.
Por isso, vamos aproveitar a data para refletir por alguns instantes sobre tudo aquilo que devemos aos animais, sobre todos os erros cometidos até agora. Existe um caminho a ser seguido, que é o respeito a todas as formas de vida, tanto aos aspectos mais básicos, como abrigo e alimentação, quanto ao direito a afeto, liberdade e à vida.
Fonte: www.jornalpontofinal.com.br

HOJE Lançamento Calendário Celebridade Vira Lata


Hoje lançamento do Calendário Celebridade Vira Lata. Fotos lindas de Lionel Falcon parceiro da campanha.

MANIFESTO VIRA-LATA

Todo cachorro tem o direito de ser amado, cuidado e respeitado.
Ser ou não ser de uma raça definida nunca fez diferença no amor, no carinho, na proteção e na fidelidade que um cachorro tem pelas pessoas que o cercam.

Um cachorro desperta em nós valores e emoções que, muitas vezes, deixamos de lado com o passar do tempo. Sorrir por qualquer bobagem, dar um abraço pelo simples prazer de abraçar quem a gente gosta, brincar de coisas simples, como jogar uma bolinha ou correr pelo parque.

Quem tem um cachorro sabe, nunca está sozinho.

Mais do que um grande companheiro, o cachorro nos presenteia diariamente com proteção pessoal e espiritual, capaz até de espantar a tristeza.
Um amor genuíno e incondicional de alguém que vai nos ser fiel durante toda a vida. Um verdadeiro voto de felicidade.

Se um cachorro é capaz de fazer tudo isso independentemente da raça, cor, porte, pelagem e até mesmo latido, porque o ser humano deveria fazer diferença entre eles?

Todo cachorro merece ser bem tratado e admirado. Sempre.

Viva o cachorro vira-lata!

Notícias de Bauru

Bauru registra mais de 20 casos de leishmaniose
Município confirma dois óbitos decorrentes da doença

Aplicação de inseticida é uma forma de se combater o mosquito vetor (Ministério da Saúde)

Por – Regiane Folter

A Secretaria de Saúde já totaliza 22 casos de leishmaniose e duas mortes por causa da doença em Bauru. A leishmaniose é causada por espécies do protozoário Leishmania e pode ser Visceral, também chamada de barriga d’água e que afeta órgãos internos, e Tegumentar Americana, que afeta a pele e mucosas, como nariz e boca. Segundo o biólogo James Venturini, o tipo Visceral é o que tem causado mortes na região de Bauru.
A Visceral causa sintomas como febre, palidez e aumento do fígado e/ou baço. A doença é transmitida através de picadas de insetos infectados, os mosquitos-palha. A gravidade da doença está relacionada com a imunidade que a pessoa possui contra microorganismos e, se não tratada, o risco de morte é alto.
Eliminar água parada, fazer a limpeza de quintais e terrenos, usar repelentes e mosquiteiros em locais de grande incidência do mosquito-palha, manter limpo o abrigo de animais domésticos e descartar corretamente o lixo são eficazes para prevenir a doença. James alerta para a necessidade de se procurar auxílio médico ao perceber algum sintoma. “É de fundamental importância procurar uma unidade de saúde para, além de diagnosticar e tratar, fazer a notificação junto aos órgãos de vigilância sanitária”, reforça.
A Divisão de Vigilância Ambiental da Secretaria Municipal de Saúde afirma que trabalha para evitar que um surto ocorra na cidade através da limpeza de terrenos e a conscientização da população. Enquanto a limpeza de terrenos e calçadas públicos é realizada periodicamente pelas Secretarias de Obra, Meio Ambiente e Emdurb, há uma fiscalização em terrenos particulares e, se a falta de limpeza for constatada, o responsável é notificado e pode pagar multa de até R$ 3500,00 se não cumprir as determinações.

Notícias de Jales

40% dos cães de Jales estão com Leishmaniose, segundo Secretaria Municipal de Saúde
“Quando o cão é submetido ao exame pela secretaria e apresenta resultado positivo, o mesmo é sacrificado”.

Graziela Prates, responsável pelo setor de zoonoses da Secretaria Municipal de Saúde, confirmou, hoje, ao Portal Mais Interativa, que 40 % dos cães da cidade estão com Leishmaniose. “Quando o cão é submetido ao exame pela secretaria e apresenta resultado positivo, o mesmo é sacrificado”, informou.
Segundo informações da secretaria, aconteceu um caso de óbito, no Jardim Paraíso. O dono do animal, João Antonio Teixeira fez o exame de seu animal numa clínica particular e optou por tratar o animal. Somente depois da morte do dono do animal, a família comunicou à secretaria e o animal foi então morto.

LEISHMANIOSE, DOENÇA NEGLIGENCIADA

A leishmaniose é uma zoonose (doença dos animais que pode ser transmitida ao homem), causada por um protozoário parasita chamado Leishmania. Os animais infectados através da picada de mosquitos flebotomíneos podem ser cães, roedores e os próprios humanos.

A leishmaniose é uma doença difundida mundialmente, presente em 88 países, encontrada em áreas tropicais e subtropicais da Ásia, África e América do Sul, com uma estimativa de mais de dois milhões de novos casos a cada ano, segundo dados da Organização Mundial de Saúde.

Na América Latina, ela já foi detectada em 12 países e, destes, cerca de 90% dos casos acontecem no Brasil, onde foram notificados, no período de 1990 a 2007, 561.673 casos de leishmanioses, sendo 508.193 (90,5%) casos de leishmaniose tegumentar, também conhecida como úlcera de Bauru, e 53.480 (9,5%) casos de leishmaniose visceral, popularmente chamada de calazar, que é a forma mais severa da doença com acometimento de órgãos como fígado, baço e a medula óssea.

Em 2010, no estado do Ceará, foram notificados 1.027 casos de leishmaniose tegumentar e 527 casos de Leishmaniose visceral, com incidência de 6,9 casos/100 mil habitantes e letalidade de 12%.

Nos últimos anos observou-se tanto o surgimento de novas áreas endêmicas como também a expansão da doença naquelas já existentes. No Brasil, novos casos foram descritos não apenas em zonas rurais, mas também em regiões peri-urbanas e urbanas. A expansão geográfica das áreas de transmissão se deve tanto ao fluxo constante de indivíduos entre regiões endêmicas e centros urbanos, como também ao desmatamento e urbanização não planejada.

O aumento do número de casos de leishmaniose em pacientes imunodeprimidos, principalmente usuários de drogas injetáveis e portadores do vírus da aids tem favorecido a expansão da doença em áreas urbanas.

A leishmaniose é considerada uma das doenças negligenciadas que, por serem típicas de regiões de baixa renda, não despertam o interesse das indústrias farmacêuticas para o desenvolvimento de novos medicamentos.

Portanto, o investimento em pesquisas para o desenvolvimento de ferramentas adequadas para o diagnóstico e tratamento de doenças como leishmaniose, malária, dengue, febre amarela entre outras, ficam a cargo de instituições filantrópicas (54%), e públicas (41%), que não conseguem, na maioria das vezes, dar continuidade a esses investimentos por muito tempo.

Atualmente as técnicas disponíveis para o diagnóstico e tratamento da leishmaniose ainda não apresentam a eficácia e aplicabilidade desejadas, embora relevantes avanços tenham sido alcançados com as pesquisas de novos testes diagnósticos e drogas terapêuticas. As medidas implementadas para o controle da doença mostraram-se incapazes de eliminar a transmissão e impedir a ocorrência de novas epidemias.

Portanto apenas investimentos que valorizem e incentivem pesquisas aplicadas ao combate a leishmaniose, como desenvolvimento de novas drogas e técnicas de diagnósticos eficientes, controle dos vetores (mosquito flebotómos), através de pulverizações ambientais sistemáticas; estudo epidemiológico da doença nas regiões endêmicas; treinamento e capacitação de mão-de-obra técnica e profissional; elaboração de legislação sanitária estadual específica sobre a leishmaniose; informes educativos à população; e melhorias no sistema de diagnóstico e cruzamento de dados em nível nacional e internacional, poderiam permitir o fim dessa doença que acomete centenas de pessoas em áreas carentes do Brasil e no mundo.

Alessandro Taunay Rodrigues biólogo, mestre em bioquímica pela Escola Paulista de Medicina (Unifesp) e doutor em biologia molecular pela Universidade de São Paulo (USP).

http://www.opovo.com.br/app/opovo/cienciaesaude/2011/10/01/noticiacienciaesaudejornal,2307714/leishmaniose-doenca-negligenciada.shtml

Presidentes Prudente – Sem condições de fazer exames para detectar a leishmaniose

A falta do reagente usado para fazer a identificação da leishmaniose provocou a suspenção do exame em todo o Brasil. Em Prudente, a coleta de sangue só é feita em animais cujos donos já haviam recebido em casa uma notificação.

“São pessoas que anteriormente tinham se negado ou por algum motivo não receberam a notificação. Elas estão trazendo os animais ao Centro [de Zoonoses], num período de 30 dias, para a coleta de sangue”, explica o coordenador do Centro de Zoonoses, o veterinário Célio Nereu Soares.

As equipes de trabalho da zoonoses de Prudente agora fazem apenas o cadastramento dos animais. O laboratório que acabou de ser montado para fazer o exame que detecta a doença também está sem função.

Os exames são feitos no laboratório do Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo. Sem o reagente, todos os testes deixaram de ser feitos. Muitas amostras de soro, extraído do sangue coletado dos animais antes da suspenção, nem foram enviadas para a Capital e agora estão congeladas.

Só este ano, Presidente Prudente já registrou 35 casos de leishmaniose em cães, 24 autóctones, ou seja, contraídos na própria cidade, e 11 importados. “Quando saía o resultado, nós confirmávamos, buscávamos o animal e eutanasiávamos para retirar o foco que poderia contaminar outros mosquitos. Com a suspensão, ficamos de mãos atadas e não sabemos como ficará a situação daqui para frente”, comenta Soares.

A orientação às pessoas que suspeitarem que seu cão esteja com sintomas da doença é levar o animal ao Centro de Zoonoses. Dependendo da situação, será feita a coleta de sangue para outros tipos de exames. Outra opção é levar a um veterinário para que o profissional faça o diagnóstico da leishmaniose.

Dicas de saúde – BVS – M

Leishmaniose

Doença infecciosa, porém, não contagiosa, causada por parasitas do gênero Leishmania. Os parasitas vivem e se multiplicam no interior das células que fazem parte do sistema de defesa do indivíduo, chamadas macrófagos. Há dois tipos de leishmaniose: leishmaniose tegumentar ou cutânea e a leishmaniose visceral ou calazar. A leishmaniose tegumentar caracteriza-se por feridas na pele que se localizam com maior freqüência nas partes descobertas do corpo. Tardiamente, podem surgir feridas nas mucosas do nariz, da boca e da garganta. Essa forma de leishmaniose é conhecida como “ferida brava”. A leishmaniose visceral é uma doença sistêmica, pois, acomete vários órgãos internos, principalmente o fígado, o baço e a medula óssea. Esse tipo de leishmaniose acomete essencialmente crianças de até dez anos; após esta idade se torna menos freqüente. É uma doença de evolução longa, podendo durar alguns meses ou até ultrapassar o período de um ano.

Transmissão:

A leishmaniose é transmitida por insetos hematófagos (que se alimentam de sangue) conhecidos como flebótomos ou flebotomíneos. Os flebótomos medem de 2 a 3 milímetros de comprimento e devido ao seu pequeno tamanho são capazes de atravessar as malhas dos mosquiteiros e telas. Apresentam cor amarelada ou acinzentada e suas asas permanecem abertas quando estão em repouso. Seus nomes variam de acordo com a localidade; os mais comuns são: mosquito palha, tatuquira, birigüi, cangalinha, asa branca, asa dura e palhinha. O mosquito palha ou asa branca é mais encontrado em lugares úmidos, escuros, onde existem muitas plantas.

As fontes de infecção das leishmanioses são, principalmente, os animais silvestres e os insetos flebotomíneos que abrigam o parasita em seu tubo digestivo, porém, o hospedeiro também pode ser o cão doméstico.

Na leishmaniose cutânea os animais silvestres que atuam como reservatórios são os roedores silvestres, tamanduás e preguiças. Na leishmaniose visceral a principal fonte de infecção é a raposa do campo.

Sintomas:

- Leishmaniose visceral: febre irregular, prolongada; anemia; indisposição; palidez da pele e ou das mucosas; falta de apetite; perda de peso; inchaço do abdômen devido ao aumento do fígado e do baço.
- Leishmaniose cutânea: duas a três semanas após a picada pelo flebótomo aparece uma pequena pápula (elevação da pele) avermelhada que vai aumentando de tamanho até formar uma ferida recoberta por crosta ou secreção purulenta. A doença também pode se manifestar como lesões inflamatórias nas mucosas do nariz ou da boca.

Prevenção:

- evitar construir casas e acampamentos em áreas muito próximas à mata;
- fazer dedetização, quando indicada pelas autoridades de saúde;
- evitar banhos de rio ou de igarapé, localizado perto da mata;
- utilizar repelentes na pele, quando estiver em matas de áreas onde há a doença;
- usar mosquiteiros para dormir;
- usar telas protetoras em janelas e portas;
- eliminar cães com diagnóstico positivo para leishmaniose visceral, para evitar o aparecimento de casos humanos.

Diagnóstico e Tratamento:

O diagnóstico da leishmaniose é realizado por meio de exames clínicos e laboratoriais e, assim como o tratamento com medicamentos, deve ser cuidadosamente acompanhado por profissionais de saúde. Sua detecção e tratamento precoce devem ser prioritários, pois ela pode levar à morte.


II SEMINÁRIO SOBRE LEISHMANIOSE VISCERAL CANINA
JALES – SÃO PAULO

Homens e animais juntos contra a Leishmaniose e a favor da vida

Local
Plenário “Pres. Tancredo Neves”- Câmara Municipal de Jales/SP
Rua Seis nº 2241, Centro, Jales

Data
11 de novembro de 2011 – sexta-feira das 8h às 18h

Informações e Inscrições
E-mail: leishjales@gmail.com
Telefone: 17-3632-2555

Entrada:
2 kg de ração
Vagas limitadas

Organização:
Comissão do Meio Ambiente da OAB/Jales
Associação Independente de Proteção e Bem Estar Animal de Jales
Veterinário Responsável:DR. IVAN CÁSSIO ALMEIDA DE ROSA – CRMV/SP 5683

Patrocinadores:
BAYER Health Care
FARMINA Pet Foods
HERTAPE CALIER Saúde Animal
MSD Saúde Animal
PFIZER Saúde Animal

Apoio:
ANCLIVEPA-Brasil
ARCA Brasil
BRASILEISH-Grupo de Estudos sobre leishmaniose Animal
Comissão do Meio Ambiente da OAB/Jales
Projeto Focinhos Gelados
Revista Clínica Veterinária
TECSA
UNIODONTO

7h30 às 8h – Credenciamento

8h às 8h15 – Abertura

8h15 às 9h15 –
Tema: “Aspectos da Infecção por Leishmania Infantum em Cães”.
Dr. Fábio dos Santos Nogueira – Andradina/SP
Possui graduação em Medicina Veterinária pelo Centro Regional Universitário de Espírito Santo do Pinhal (1993), mestrado em Clínica Veterinária pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho- UNESP- Botucatu (2003) e doutorado em Clínica Veterinária pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho- UNESP- Botucatu (2007). Atualmente é sócio- proprietário – Clínica Veterinária Mundo Animal e professor da Fundação Educacional de Andradina (FEA) no curso de Medicina Veterinária, na disciplina de Clínica Médica de Pequenos Animais. Tem experiência na área de Medicina Veterinária, com ênfase em Clínica Veterinária, atuando principalmente no seguinte tema: atendimento clínico de animais com Leishmaniose Visceral em áreas endêmicas.
Sócio Fundador do BRASILEISH – Grupo de Estudos em Leishmaniose Animal

9h15 às 9h45 –
Tema: Proteção Contra a Leishmaniose Visceral Canina: Leishmune®.
Palestrante: Dra Fabiana Farinello – Pfizer Saúde Animal
Médica Veterinária graduada pela Universidade de Espírito Santo do Pinhal, Mestre pela Unicamp, Coordenadora Técnica da linha de pequenos animais da Pfizer.

09h45 às 10h- Coffee Break

10h às 10h30 –
Tema: “Leishmaniose Visceral Canina – Como Enfrentar Esse Desafio?”
Palestrante: Dr. Andrei Nascimento – MSD Saúde Animal-
Médico Veterinário e Gerente Técnico da MSD Saúde Animal

10h30 às 11h30 –
Tema: “LVC: Revendo Paradigmas”
Palestrante: Dr. André Luis S. da Fonseca – Campo Grande/MS –
Possui graduação em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Uberlândia (1984), mestrado em Imunologia das leishmanioses pela Universidade de São Paulo (1993), graduação em Direito pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (2001), especialização em Direito Civil e Processual Civil pela Universidade Católica Dom Bosco de Campo Grande (2006). É professor da disciplina de Imunologia na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul desde 1991 (professor adjunto nível 4). Tem experiência na área de Imunologia Básica e Aplicada. Atuação como advogado pro Bono em causas ligadas a cidadania, meio ambiente e proteção aos animais. Membro da Comissão de Leishmanioses do CRMV/MS e da Comissão de Meio Ambiente da OAB/MS. Sócio Fundador do BRASILEISH – Grupo de Estudos sobre Leishmaniose Animal. Doutorando em Doenças Tropicais no Instituto de Medicina Tropical de São Paulo, sob a orientação da Profa. Dra. Hiro Goto, onde desenvolve tese intitulada Evolução da Leishmaniose Visceral: Raça Canina e Perfil Lipídico.

11h30 às 12h – Debates

12h às 13h30 – Almoço

13h30às 14h30 –
Tema: “Alterações Clínicas e Laboratoriais na Leishmaniose Visceral Canina”.
Palestrante: Dr. Paulo Tabanez-Brasília/DF
Médico Veterinário formado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL)
Possui graduação em Clínica e Cirurgia de pequenos animais pelo Centro Regional Universitário de Espírito Santo do Pinhal-SP.
Mestre em Imunologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília (UnB). Diretor do Hospital Veterinário Prontovet(BSB) e Coordenador dos Departamentos de Oncologia e Infectologia.
Sócio Fundador do BRASILEISH – Grupo de Estudos sobre Leishmaniose Animal.

14h30 às 15h30 –
Tema: “Aspectos Jurídicos No Controle da LVC”
Palestrante: Dr. André Luis S. da Fonseca – Campo Grande /MS

15h30 às 15h45 – Coffee break

15h45 às 16h15 –
Tema: “Leish-Tec®- Estudo de fase III”
Palestrante: Dra Andréa Azzolini Gomes Castro – Hertape Calier
Médica Veterinária, formada pela Universidade Federal de Uberlândia, MBA em Gestão de Empresas e Negócios, Gerente Regional da linha Pet do Laboratório Hertape Calier Saúde Animal Ltda.

16h15 às 17h15 –
Tema: ”Leishmaniose humana: Aspectos Clínicos, Diagnóstico e Tratamento”
Palestrante: Dr. Adelson Mariano de Brito – Jales/SP
Médico da Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Jales, Médico Apoiador do COSEMS – SP, Facilitador do Curso de Gestão de Redes do Hospital Sírio Libanês – SP, Coordenador Geral do SAMU 192 Regional Jales, Advogado Especialista em Direito Sanitário.

17h15- Início dos debates

18h – Encerramento