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Coleiras Scalibor estão sendo distribuidas pelo Ministério da saúde como controle da Leishmaniose

Montes Claros é a segunda cidade do Brasil a receber coleiras repelentes como uma das ferramentas no controle da Leishmaniose (Calazar)
Ação inédita no mundo leva à cidade mineira o encoleiramento de cães pelo Ministério da Saúde, visando reduzir a infecção em humanos e a morte de cães pela eutanásia
Montes Claros (MG) será a segunda cidade a ser contemplada com uma estratégia, inédita no mundo, para combater o avanço da leishmaniose visceral no Brasil. Trata-se do projeto-piloto do Programa Federal de Controle da Leishmaniose Visceral (Calazar), cujo objetivo é um encoleiramento em massa de cães com coleiras impregnadas com deltametrina a 4%, principio ativo repelente e inseticida recomendado pela Organização Mundial da Saúde como uma das principais formas de controle da doença. A coleira é indicada para o controle dos insetos transmissores da leishmaniose (flebotomíneos), moscas e como auxiliar no controle de carrapatos e pulgas.
A cidade foi analisada pelo Ministério da Saúde e escolhida de acordo com a gravidade da doença em humanos. De acordo com o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Montes Claros, órgão responsável pelo controle de agravos e doenças transmitidas por animais, de 2007 a 2011 foram confirmados 129 casos humanos, com 10 óbitos. A realização de 44.228exames preventivos em cães na cidade, no período de 2009 a 2011, diagnosticaram 2.472casos caninos positivos.
“Nesse primeiro momento serão quatro setores escolhidos e, destes, dois terão os cães encoleirados e os outros dois serão monitorados para o controle da doença”, explica Dra Marília Rocha, do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) e referência técnica do Programa Municipal de Controle da Leishmaniose. Os setores contemplados pelo encoleiramento em massa foram sorteados e serão: Maracanã, Vila Campos, Vila Greyce, Vila Vargem Grande, Conjunto Joaquim Costa, Ciro dos Anjos, Chiquinho Guimarães, Nossa Senhora das Graças, Dona Gregória, Conjunto Habitacional Olga Benário, Vila Itatiaia, Conjunto Habitacional José Correia Machado e Alterosa, já os que receberão o monitoramento serão a Vila Luiza, João Botelho, Vila Sumaré, São Judas Tadeu II, Dr Antônio Pimenta, Dr João Alves, Vila Telma, Conjunto José Carlos de Lima, Maria Cândida, Conjunto Havaí, Morrinhos, Clarindo Lopes, Francisco Peres, Santa Rita I e Roxo Verde. Cerca de 6.200 cães receberão a coleira em Montes Claros.
Para Marco Castro, profissional da saúde e Gerente de Produtos da MSD Saúde Animal, esse projeto é uma grande esperança para os proprietários de cães e para o serviço público, uma forma de ficarmos menos dependentes da eutanásia de cães, que é hoje a principal estratégia de combate à leishmaniose visceral no Brasil. ”A Leishmaniose Visceral é um problema de saúde pública. A coleira à base de deltametrina a 4 % repele e mata o mosquito transmissor da leishmaniose e a conscientização do uso da coleira é fundamental para controlar a expansão da doença”, completa Marco Castro.
O projeto-piloto do Programa Federal de Controle da Leishmaniose Visceral (Calazar) é uma ação inédita no mundo, que englobará 12 cidades em sete Estados brasileiros, nas quais bairros com transmissão intensa de leishmaniose visceral em humanos serão escolhidos para o estudo. Os estados já estão definidos – Piauí, Mato Grosso do Sul, Pará, Ceará, Maranhão, Tocantins e Minas Gerais -, e as cidades estão sendo avaliadas pelo Ministério da Saúde e serão contempladas inicialmente as regiões mais críticas da doença em humanos. 
As coleiras serão distribuídas gratuitamente pelo governo, de casa em casa, acompanhadas por um exame de sangue de rotina, realizado regulamente para diagnosticar a evolução da doença na comunidade canina. O encoleiramento em Montes Claros terá início no dia 21 de agosto.
Sobre a leishmaniose:
Leishmaniose é uma grave doença de saúde pública por se tratar de uma zoonose de alta letalidade, que mata muitos cães e humanos no Brasil e no mundo. No Brasil, os casos são crescentes, inclusive com muitas mortes, mas infelizmente poucos conhecem a doença, pois é pouco divulgada e negligenciada. No Estado do Piauí, segundo dados do Ministério da Saúde/SVS – Sistema de Informação de Agravos de Notificação – Sinan Net, foram notificados 823 casos humanos entre 2007 e 2010.
- A leishmaniose visceral (também conhecida como calazar) é uma doença de grande importância para a saúde pública por se tratar de uma zoonose de alta letalidade.
- Considerada um problema de saúde pública, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Leishmaniose visceral registra anualmente 500 mil novos casos humanos no mundo com 59 mil óbitos.
- Quando não tratada, pode evoluir para óbito em mais de 90% dos casos.
- Há 12 milhões de pessoas infectadas no mundo.
- Pesquisadores estimam que nas áreas endêmicas, para cada humano doente, existam 200 cães infectados.
- É a segunda doença parasitária que mais mata no mundo, atrás da malária.
- Na América Latina, o Brasil registra 90% dos casos.
- De 3,5 a 4 mil novos casos por ano em humanos são registrados no País, sendo que em torno de 200 pessoas morrem por ano.
 – A doença está cada vez mais expandindo para grandes centros. Por exemplo, as regiões Norte, Sudeste e Centro Oeste, que até pouco tempo não tinham casos da doença, passaram de 26% do total de casos em 2001 para mais de 52% do total de casos em 2008.
 – O protozoário Leishmania chagasi, causador da Leishmaniose Visceral é transmitido aos seres humanos através da picada de um inseto que também pode transmitir a doença ao cão doméstico.  O cão infectado contaminado serve de fonte de infecção para outros insetos que se alimentam do sangue dele, e esse fato dificulta o controle da doença no meio urbano, visto que o cão infectado contaminado pode permanecer sem sintomas por muito tempo. O cão é considerado o principal reservatório da doença em contato direto com humanos, porém ele não transmite a doença diretamente para o ser humano através da lambedura, arranhadura ou mordedura.
 – Apesar de classificada inicialmente como doença de caráter eminentemente rural, os desmatamentos e os processos migratórios, somados ao crescimento desordenado, tem sido apontados como os principais determinantes para a expansão e alteração do perfil epidemiológico da doença no Brasil, facilitando a urbanização.
 - No cachorro, o tratamento não é regulamentado pelo Ministério da Saúde. O sacrifício de animais para controlar a doença é bastante contestado, pois  gera muito  desconforto nos proprietários, que têm o animal como ente da família (questão social envolvida). Tanto no ser humano quanto no animal No ser humano não há a cura parasitária, apenas a cura clínica, ou seja, a pessoa continuará infectada, porém depois de tratada pode não apresentar sintomas. Aqui, também vale ressaltar que os medicamentos para tratamento em humanos são cardiotóxicos, ou seja, alguns pacientes não toleram o tratamento.
- Os sintomas mais visíveis aos donos de animais são as feridas na pele, principalmente nas saliências ósseas e o emagrecimento acentuado, porém, os proprietários mais atentos perceberão também que o animal está diferente (abatido, fraco), sem apetite, com as mucosas pálidas (anemia), algumas vezes apresentando volume abdominal aumentado e o crescimento exagerado do tamanho das unhas. Nos humanos a doença provoca apatia, febre, perda de peso, anemia e um aumento acentuado no tamanho do baço.
 – Com vistas à prevenção, é de vital importância que os donos de cães ajudem no combate e controle da doença. Eles devem utilizar medidas que diminuam o risco do cão se infectar, como o uso de coleira impregnada de deltametrina a 4%, recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como umas das formas de controle da doença. Com a coleira, que possui efeito inseticida (mata o mosquito), os estudos realizados com o encoleiramento em massa demonstraram diminuição de forma significativa da incidência da doença nos humanos e do uso de inseticidas, prejudiciais ao meio ambiente. O encoleiramento dos cães pelo Ministério da Saúde pode ser um grande avanço na  forma de controlar a doença. Além disso, essa ação pode evitar que o Brasil passe de uma situação endêmica para uma situação epidêmica, de descontrole. Atitudes simples, como a limpeza de quintais com a remoção de fezes e restos de folhas e frutos em decomposição, também ajudam a combater a doença, uma vez que o mosquito deposita seus os ovos em locais ricos em matéria orgânica.
Sobre a MSD Saúde Animal
Hoje a Merck (conhecida como MSD fora dos Estados Unidos e do Canadá) é a líder mundial em assistência à saúde, trabalhando para ajudar o mundo a viver bem.  A MSD Animal Health, conhecida no Brasil como MSD Saúde Animale nos Estados Unidos e Canadá como Merck Animal Health, é a unidade de negócios global de saúde animal da Merck.  A MSD Saúde Animal oferece a veterinários, fazendeiros, proprietários de animais de estimação e governos a mais ampla variedade de produtos farmacêuticos veterinários, vacinas e soluções e serviços de gerenciamento de saúde.  A MSD Saúde Animal se dedica a preservar e melhorar a saúde, o bem estar e o desempenho dos animais, investindo extensivamente em recursos de pesquisa e desenvolvimento amplos e dinâmicos e em uma rede de suprimentos global e moderna.  A MSD Saúde Animal está presente em mais de 50 países, enquanto seus produtos estão disponíveis em 150 mercados.  Para mais informações, visite www.msd-saude-animal.com.br  


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TRE-MS firma parceria com mais 2 Universidades e garante novos mesários voluntários – Bonito Notícias – Notícias de Bonito MS e Região

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Notibras – notícias do Brasil Leishmaniose se alastra…alarmante!!

Notibras – notícias do Brasil

Associação Piauiense em prol dos animais em favor do tratamento dos cães com leishmaniose.

Leishmaniose: Volta Redonda realiza manifestação a favor de cães | Jornal Folha do Interior

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Rádio Itatiaia – Começa a Semana Nacional de Combate à Leishmaniose

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SOROCABA, CÃO COM LEISHMANIOSE, PRIMEIRO CASO DO ANO.

Casos de leishmaniose no Amazonas aumentam mais de 19% | Radioagência Nacional

Casos de leishmaniose no Amazonas aumentam mais de 19% | Radioagência Nacional

Os bairros do Rio de Janeiro como Ipanema , Leme e outros já apresentam casos de leishmaniose

 Leishmaniose Visceral (papo muito sério)

Mensagem por ClaudioBass Ontem à(s) 10:27 am
Prezados,

Recentemente recebi um e-mail falando sobre Leishmaniose Visceral Canina. A Veterinária que mandou o e-mail, deixou suas formas de contato, juntamente com a matrícula no CRMV-RJ. Li o texto com atenção, e diante a gravidade do assunto, consultei outros amigos também Veterinários, e todos confirmaram a veracidade das informações.

Está começando no Rio de Janeiro um surto de uma doença chamada Leishmaniose Visceral Canina, que é considerada uma Zoonose, que pode ser transmitida para o ser humano através de uma picada de mosquito. É uma doença endêmica no estado de Minas Gerais e norte de São Paulo, e agora está chegando ao Rio.

Bairros como Laranjeiras, Leme, Botafogo, Catumbi, Cachambi, Méier, Catete, Ipanema já registraram casos da doença, inclusive em humanos. Outros bairros como Vargem grande, Pequena, Recreio, Pedra de Guaratiba, Barra de Guaratiba, Itaipu e Itaipuaçu, são considerados endêmicos. Houve há pouco tempo um surto com 25 cães positivos no bairro do Cajú.

Infelizmente, não interessa ao Ministério da Agricultura divulgar essas informações, que são considerados “assuntos alarmistas”. Os profissionais de Veterinária são PROIBIDOS de tratar os cães positivos, e ainda são obrigados a notificar e enviar esses animais para EUTANÁSIA… isso é um verdadeiro absurdo. Se os seres humanos portadores da Leishmaniose podem e são devidademente tratados, por que os nossos animais devem ser sacrificados?

Bem, já existe vacina disponível para previnir que a Leishmaniose Visceral Canina atinja nossos melhores amigos. O procedimento é bem simples:

1 – Leve seu cão para fazer a sorologia (coleta de sangue sem necessidade de jejum alimentar). Esse sangue será enviado para Belo Horizonte (centro de referência no país);

2 – Enquanto aguarda o resultado da sorologia, é prudente colocar uma coleira antiparasitária Escalibor, que funcionará como um repelente para o mosquito. Esta coleira permanecerá no cão até o final da vacinação. Se o cão apresentar alergia a coleira Escalibor, como alternativa poderá ser utilizado Advantage Max 3 a cada 21 dias ou Defendog spray a cada 21 dias;

3 – Assim que a sorologia chegar com o resultado NEGATIVO, o profissional de Veterinária irá iniciar a vacinação. Serão 3 doses com intervalo de 21 dias cada uma. Esse intervalo não pode ser superior a 21 dias. Pode ser até entecipado, porém jamais atrasar.

Feito esse procedimento, nossos amigos estarão imunes, e a partir do ano seguinte a vacina deverá ser aplicada em DOSE ÚNICA, exatamente no mesmo dia em que foi aplicada a primeira dose do ciclo.

Então é isso… ajudem a divulgar essa importante informação. Procure o Veterinário que trata do seu melhor amigo, faça a sorologia e começe a vacinação o quanto antes!

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[ ]s Cláudio — Por que Fretless? porque se Traste fosse bom não teria esse nome! — www.gravidadevertica

Diário do Vale: Veterinários de Volta Redonda recebem capacitação sobre leishmaniose

Diário do Vale: Veterinários de Volta Redonda recebem capacitação sobre leishmaniose

Leishmaniose avança e população precisa de prevenção

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Saúde de Castilho vai realizar a Semana de Combate à Leishmaniose – Cidades – Jornal Impacto Online – Andradina e Região :::: Veja Notícias de Andradina e Toda Região

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RESENDE REGISTROU UM CASO DE LEISHMANIOSE CANINA

Técnicos da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da Secretaria de Estado de Saúde estão em Resende nesta semana para identificar casos de  leishmaniose canina no município. Há cerca de um mês, a Prefeitura notificou aos órgãos estaduais a supeita de um cachorro doente. O sangue coletado foi enviado à Fiocruz, e o exame confirmou a doença. Até o momento, esse foi o único caso registrado em Resende.
Nesta semana, a equipe está colhendo o sangue de animais em torno do local onde morava o cachorro doente, no bairro Jardim Brasília, para  identificar se outros cães apresentam a doença. Já foram colhidas cerca de 130 amostras.
Na próxima semana, técnicos da Secretaria Estadual voltarão ao município para fazer o monitoramento do vetor, conhecido como “mosquito palha”, que vive em ambientes escuros e úmidos. Segundo o coordenador do Centro de Controle de Zoonoses de Resende, o veterinário Rafael Resende Carvalho, serão montadas armadilhas para capturar o mosquito.
ENCERRAM HOJE AS INSCRIÇÕES PARA CURSOS DO IFRJ
Encerram hoje, as inscrições para os cursos profissionalizantes do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ). Serão oferecidas 157 vagas, em Volta Redonda, Pinheiral e Paulo de Frontin, nas áreas de informática, secretariado e metrologia. Para fazer o curso, os interessados precisam ter o ensino médio completo ou estar cursando o terceiro ano. O cadastro deve ser feito pelo sitehttp://www.ifrj.edu.br/ e a taxa é de R$15. 
Defesa civil de VR continua com a operação às margens do rio 
Há duas semanas, a Defesa Civil de Volta Redonda vem realizando uma operação para fiscalizar as margens do Rio Paraíba do Sul. A fiscalização tem como objetivo notificar construções irregulares, localizar e retirar entulhos, fazer o mapeamento de possíveis áreas de risco e orientar a população sobre o perigo de construir moradias a menos de100 metrosdo rio. A fiscalização está sendo realizada em cumprimento do Termo de Ajuste de Conduta (TAC), firmado com o Ministério Federal. O trabaçlho está sendo realizado por agentes da Defesa Civil, técnicos da Secretaria de Meio Ambiente, da Secretaria de Planejamento de Serviço Público e do Fundo Comunitário de Volta Redonda (Furban).
 Sine itinerante no Santo Amaro
Os moradores do bairro Santo Amaro, em Resende, poderão participar hoje do projeto Sine Itinerante, desenvolvido pelo Sistema Nacional de Emprego (Sine/Resende) em parceria com a secretaria de Indústria, Tecnologia e Serviços do município. A proposta do projeto é a de levar até os bairros mais distantes do Centro da cidade os serviços oferecidos pelo posto, entre eles, cadastramentos no banco de dados, intermediação de mão-de-obra, entre outros serviços. O Sine Itinerante estará fazendo atendimento no Colégio Municipal Dona Mariúcha, na Rua Claudino José de Paula, no período das 13 às 17 horas.
Os interessados em fazer o cadastro devem comparecer ao local onde o Sine Itinerante será realizado levando as carteiras de identidade e de trabalho, CPF, PIS ou cartão do cidadão e o comprovante de residência.

Acordo encerra processo contra Luciano Huck 

O juiz Ivan Pereira Junior, da 2ª Vara Cível de Angra dos Reis, julgou extinto o processo que o Município de Angra movia contra o apresentador Luciano Huck devido à construção de uma enorme residência que poderia causar danos irreversíveis à área. De acordo com o juiz, a ação perdeu seu objeto com a celebração de um Termo de Ajustamento de Conduta firmado extrajudicialmente entre o Município e o apresentador.
Educadores participam do Encontro do Projeto Trilhas
Durante essa semana, cerca de 70 profissionais da rede de ensino municipal de Angra dos Reis participaram do 1º Encontro do Projeto Trilhas, no Centro de Formação Continuada. A iniciativa foi lançada pelo Instituto Natura, em 2009, e consiste em um conjunto de material que visa orientar e instrumentalizar professores e dirigentes de escolas públicas para a prática pedagógica no campo da leitura, escrita e oralidade, com o intuito de inserir as crianças do 1° ano do ensino fundamental em um universo letrado. O objetivo principal é promover o acesso à cultura escrita aos alunos em processo de alfabetização, a partir de propostas que contribuam para o desenvolvimento e aprimoramento da leitura e da escrita, ao mesmo tempo em que fornece instrumentos e apoia o trabalho dos professores.
Ampla oferece cursos de eletricista em Angra
A concessionária de energia Ampla está com inscrições abertas para curso gratuito de eletricista. São oferecidas 120 vagas para quatro municípios, incluindo Angra dos Reis. A ação integra o projeto Consciência Ampla Oportunidade e tem parceria com o Senai/Firjan e o Sesi. O curso de eletricista de rede de distribuição de baixa tensão oferece capacitação ímpar para a entrada no mercado de trabalho. As aulas começam em outubro e as inscrições podem ser feitas pelo e-mailconsciencia@ampla.com, solicitando modelo de currículo do projeto.
Dior lança perfume inspirado em Paraty 
A Christian Dior SA, maior empresa do mundo no setor de luxo, anunciou a criação de um perfume da série Escale inspirado na cidade de Paraty. A fragrância da marca será de responsabilidade do perfumista François Demachy. Ele desenvolveu toda a linha que inclui o Escale à Portofino, Escale à Pondichéry (na Índia) e o Escale aux Marquises (ilhas da Polinésia).
Agora pode parcelar a Previdência Social pela internet
Os devedores da Previdência Social poderão parcelar contribuições em atraso pela internet. A renegociação pode ser feita no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte da Receita Federal (e-CAC).
Até o momento, os contribuintes só conseguiam fazer o parcelamento de contribuições previdenciárias nas unidades de atendimento da Receita Federal. O parcelamento simplificado pode ser feito de qualquer computador, sem agendamento prévio nem espera. O procedimento está disponível para pessoas físicas e jurídicas e dispensa a apresentação prévia de documentos. De acordo com a Receita, cada negociação não poderá ultrapassar R$ 500 mil. O contribuinte, no entanto, pode requerer mais de um parcelamento nessa modalidade.
Eventos voltados para agricultura familiar terminam amanhã
Termina amanhã em Paraty a II edição da Semana da Agricultura Familiar e o III Encontro de Agricultores Familiares de Paraty. A iniciativa visa demonstrar a importância da agricultura familiar para o setor econômico, cultural e social do município. Durante os eventos, estão realizadas oficinas, palestras e cursos, em alguns pontos distintos da cidade histórica.
O Secretário de Pesca e Agricultura, Adilson Coxado, disse que a expectativa é de que o evento contribua positivamente para o crescimento do setor agrícola do município. “Estamos sempre trabalhando com o objetivo de otimizar a produção de forma sustentável e, principalmente, melhorar a qualidade de vida dos agricultores familiares. Além de demonstrar que há muitas formas de culturas e promover a manutenção do homem no campo”, destacou o secretário.
Unimed Volta Redonda sedia treinamento de Manual de Intercâmbio
No último sábado, a Unimed Volta Redonda realizou um treinamento sobre Manual de Intercâmbio. O curso foi conduzido pela doutora Luciana Ramos, auditora da Federação Rio. O evento contou com a presença das Unimeds Centro Sul Fluminense, Barra Mansa, Marquês de Valença, Costa Verde, Teresópolis, Angra dos Reis, Itaperuna, Resende e Três Rios. Da Unimed Volta Redonda participaram cerca de 60 colaboradores. A iniciativa foi aprovada pela vice-presidente da Cooperativa, Dra. Elizabeth Carolina Mathias de Araújo. “O treinamento faz parte do compromisso da Unimed Volta Redonda em oferecer e buscar o melhor para seus clientes”, contou ela.
 Prefeitura promove evento para comemorar o Dia dos Avós    
A data de 26 de julho não foi esquecida pela Prefeitura de Angra dos Reis. É que nesse dia se comemora o Dia dos Avôs e Avós. A Secretaria de Ação Social com o apoio da Secretaria de Esportes e Lazer, promoveu pela primeira vez um evento alusivo à data. A meta é valorizar ainda mais os idosos do município. Participaram da Comemoração os Cras e os Creas, com as oficinas mantidas em seus núcleos e a preservação dos direitos previstos no estatuto, respectivamente. A Praça Codrato de Vilhena serviu de palco, na quinta-feira, 26, para as atividades promovidas pela prefeitura. Foram montadas tendas que ofereciam oficinas de maquiagem, artesanato e ainda serviços de salão de beleza (Salão Popular) com manicure, depilação, entre outros, além de cartunismo, exposição de artesanato criado pelos Cras e informações através da distribuição de guias do Estatuto do Idoso, Guia da Pessoa Idosa e folhetos de divulgação dos Núcleos de Convivência da 3ª Idade, mantidos pela Secretaria de Ação Social. Além disso, foram apresentadas danças e realizadas atividades físicas.

Exemplo a ser seguido. Unidade Móvel de castração e atendimento aos animais na cidade de Mogi das Cruzes.- SP

Mogi das Cruzes terá unidade móvel para castração de animais
Modelo de Unidade Móvel de Esterilização e Educação em Saúde que está sendo adquirida pela Prefeitura de Mogi das Cruzes para realizar mutirões de castração nos bairros e eventos educativos
Para agilizar o trabalho de castração de cães e gatos, a Prefeitura de Mogi das Cruzes irá contar com o reforço de uma Unidade Móvel de Esterilização e Educação em Saúde, que deverá ser utilizada em mutirões em diversos bairros do município. O processo de compra para aquisição do trailer foi finalizado no final da semana passada e a empresa vencedora foi Anhanguera Indústria e Comércio de Trailers Ltda.

A aquisição do novo equipamento faz parte de uma série de ações desenvolvidas pela atual administração na área de proteção e bem-estar animal. Sua principal proposta é visitar os bairros para fazer as castrações e orientar a população sobre posse responsável. “Algumas pessoas não têm condições de levar seu animal de estimação até o Centro de Controle de Zoonoses, que fica na Estrada de Santa Catarina. Por outro lado, também tínhamos dificuldade em ir até os bairros com toda a estrutura necessária para o procedimento”, explica o secretário municipal de Saúde, Paulo Villas Bôas de Carvalho.

O trailer da Unidade Móvel de Esterilização terá estrutura de alumínio e espaços específicos como sala de tricotomia (retirada de pelos na área de intervenção), sala de cirurgia e sala pós-cirúrgica totalmente equipados com macas, mesas e demais equipamentos necessários para a realização dos procedimentos cirúrgicos. “A fase atual é de adequação, por parte da empresa, às exigências da Resolução nº 2.111 do Conselho de Medicina Veterinária”, explica a diretora do Departamento Municipal de Vigilância em Saúde, Sylvia Maria Abrantes Gomes. O investimento na aquisição do equipamento está estimado em torno de R$ 140 mil.

HISTÓRICO – Desde o início de 2011, quando foi implantada a Câmara Técnica de Proteção e Bem Estar Animal, Mogi das Cruzes vem criando novas políticas públicas voltadas para a posse responsável e o bem estar dos animais. Além da aquisição de uma unidade para as castrações itinerantes, outra novidade é a elaboração do Código Municipal de Defesa e Bem Estar Animal. O anteprojeto foi elaborado por técnicos da Secretaria Municipal de Saúde, passou pela análise da Câmara Técnica de Proteção e Bem Estar Animal, formada por representantes de diferentes segmentos do poder público e sociedade civil, tramitou em diferentes setores da Administração Municipal e foi encaminhado à Câmara Municipal.

Tratar ou matar, quem escolhe é o TUTOR não o veterinário nem o CCZ..NÃO ENTREGUE SEU CÃO. TRATE!!!

Jornal Pet – O Seu Jornal de Estimação: Seda combate Leishmaniose no bairro Lageado

Jornal Pet – O Seu Jornal de Estimação: Seda combate Leishmaniose no bairro Lageado: Foto: Fabiana Betat / PMPA _*_*_*_      Animais do bairro Lageado, no extremo Sul de Porto Alegre, receberam, da S ecretaria Espec…

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Campanha Diga Não a Leishmaniose: Especialista alerta sobre a leishmaniose visceral …

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Especialista alerta sobre a leishmaniose visceral canina e apresenta dicas que auxiliam na prevenção | Jornal Folha do Interior

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100% Brasil: Cogumelo do sol é eficaz contra leishmaniose

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Comciência Ambiental: LEISHMANIOSE

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Prof. André: REPELENTE BARATO PARA CÃES

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Diário do Vale: Resende registra caso de leishmaniose canina

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Ministério da Saúde não reconhece tratamento para cães com leishmaniose

TER, 24 DE JULHO DE 2012 20:40
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Tratamento não é reconhecido pelo Ministério da Saúde. (Foto: TV MS Record)Tratamento não é reconhecido pelo Ministério da Saúde. (Foto: TV MS Record)Cada vez menos os cães diagnosticados com leishmaniose são sacrificados, muitos tutores estão optando pelo tratamento da doença. Esta escolha tem divido opiniões em Campo Grande (MS). E a atitude tem preocupado a Secretaria Municipal de Saúde.
“O Ministério da Saúde não tem uma política de tratamento de animais caninos portadores de leishmaniose. A política dele seria o sacrifício, não que a gente ache isso prazeroso, a gente acha isso extremamente chato, desgastante. Não é nossa vocação ficar matando animais, mas a gente atende as portarias do Ministério e uma delas preconiza que casos comprovadamente, depois de dois, três exames, a gente utiliza este recurso sanitário”, afirma o secretário municipal de saúde Leandro Mazina.
Mesmo sem ter um remédio adequado no Brasil, os vínculos entre cães e tutores fazem com que eles busquem um tratamento. “No começo ele tinha alguma lesões, as unhas crescidas e lesões na ponta da orelha, são sintomas clássicos da doença. E depois que eu comecei o tratamento, em 15 dias eu já notei uma melhora significativa, estou continuando o tratamento e vejo que ele melhora. Ela não teve perda de apetite, não emagreceu e também não engordou”, garante o jornalista Guilherme Cavalcante.
Para o tratamento médicos veterinários utilizam remédios voltados para animais com registro nos orgãos federais que não foram produzidos com essa finalidade e que possuem substâncias que barram o avanço da doença. O Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV-MS) ressalta que o profissional que opta pelo por realizar o tratamento não é considerado antiético.
“Nós entendemos que coexiste o tratamento, o tratamento é eficaz. Quando o animal tem dono e este dono quer tratar do seu animal, ele tem todo o direito, desde que este tratamento seja feito com o médico veterinário, de maneira responsável. Por que esse animal tratado tem que ter um acompanhamento do médico veterinário para o resto da vida dele”, explica a presidente do CRMV-MS Sibele Cação.
Para uma família que tem uma pessoa infectada com a doença a eutanásia é a melhor opção de tratamento. “Você fica um pouco com raiva de um vizinho que tem um cachorro, por que não é todo mundo que está cuidando do seu animal de estimação. Então você acaba tendo que escolher entre uma vida humana ou a vida de um cachorro”, afirma a tia de Pietro, um menino que foi infectado com apenas nove meses, Elizangêla Andrade Freitas.
Para o jornalista, Guilherme, o dono tem que assumir a responsabilidade de cuidar do seu animal e fazer todos os procedimentos pedidos pelo veterinário corretamente para que a doença não se prolifere.
“No meu caso, eu aceitei a responsabilidade do tratamento, sei que existem horários a serem cumpridos, existe uma alimentação especial que o cão tem que receber e tudo isso é uma questão de disciplina e responsabilidade. O tratamento tem que ser encarado por pessoas responsáveis e que procurem um veterinário especializado, que tenha competência para fazer este tipo de tratamento” concluiu.
Fonte: MS Record

Identificado alvo para combater a leishmaniose

Identificado alvo para combater a leishmaniose: A doença continua sendo tratada com os antimoniais pentavalentes, que são caros, tóxicos e ineficazes.

Gazeta noroeste

Publicado em Sexta, 13 Julho 2012 10:52
SAÚDE PÚBLICA Operação da Regional de Saúde
garantiu a não-proliferação da doença
Após um mês sem registros, surto de
leishmaniose está controlado
A equipe da vigilância que esteve nos bairros mais atingidos pela leishmaniose, junto com o Coordenador, comemoram os bons resultados do trabalho – Cristina Prezzi

A operação de vigilância sanitária realizada nos bairros Sol Nascente, Patrimônio Umuarama e Dom Bosco, área identificada como principal foco do aparecimento da leishmaniose em Umuarama, que aconteceu de 11 a 15 de junho e abrangeu 673 imóveis, foi seguida de um intenso trabalho de limpeza. O resultado desses esforços foi a diminuição para zero no número de novos casos da doença.

Na última semana, as equipes estiveram novamente na região para a realização da segunda etapa da operação, que continuou com o manejo ambiental nos quintais das residências, o reconhecimento de novas áreas de risco e o recenseamento dos animais domésticos.
Esta, segundo o chefe da Divisão de Vigilância em Saúde da 12ª Regional de Saúde, Flávio Posseti, que coordena a operação, foi a fase de checagem da situação das casas que foram consideradas de risco na primeira etapa do trabalho, e de averiguar se o morador tomou as devidas providências, eliminando fatores que contribuem para o aparecimento e a proliferação do vetor da doença, como umidade excessiva, restos de frutas, lixo e fezes de animais, restos de poda de árvores ou grama.
“As equipes revisitaram todas as casas, realizando a manutenção do trabalho que foi executado na primeira etapa, conferindo se todas as ações recomendadas foram realizadas e recenseando a população de animais domésticos, que também são atingidos pela leishmaniose. Além dessa manutenção, a equipe recomeçou também a identificações de novas situações de risco e a orientação aos proprietários para a feitura do manejo ambiental nos quintais e, se necessário, a realização o bloqueio químico”, relatou Posseti.
A região visitada, segundo o coordenador, apresenta um percentual de 10 a 15 % de áreas de risco e é primária no aparecimento de novos casos de doença neste ano. “O cuidado deve ser levado a sério. Até mesmo os casos registrados de pacientes de outras regiões da cidade tinham vínculo epidemiológico com esta área, pois as pessoas infectadas que não residiam nestes bairros os frequentavam, ou visitando parentes ou indo a pesqueiros próximos deste local. Inclusive, desde que realizamos a 1ª etapa do trabalho de combate à leishmaniose na região, não foram registrados novos casos da doença em nenhum ponto da cidade, isso apenas comprova o vínculo que identificamos”, detalhou.
Conforme informou Posseti, a região onde se localizam os bairros e toda área de entorno, é endêmica devido àgrande concentração de trechos de mata e áreas de preservação, também ao crescimento urbano que acontece nessa região. “É importante observar as mudanças na urbanização local, em especial quando acontece de forma muita rápida, pois a derrubada de áreas verdes tira o vetor de seu habitat e o leva a se instalar nas regiões urbanas”, explica.
Segundo ele, quando isso acontece, como está acontecendo nesta área, é necessário a prevenção. “Deve-se usar repelentes, evitar sair ao amanhecer e enoitecer, colocar telas nas janelas e usar o mosquiteiro. Estas são atitudes fáceis de tomar e que ajudam e muito a evitar a transmissão da doença. Se caso ocorrer a infecção e o indivíduo identificar alguma ferida em local onde foi picado por inseto, ele deve procurar a saúde municipal, que conta com um ambulatório especial para tratar a leishmaniose”, instruiu. (Cristina Prezzi)

Diário do Vale: Barra Mansa: Casos de leishmaniose canina assustam moradores

Diário do Vale: Barra Mansa: Casos de leishmaniose canina assustam moradores

EUTANÁSIA EM CÃES NÃO RESOLVE! O QUE RESOLVE É A PREVENÇÃO…E A CONSCIENTIZAÇÃO DA POPULAÇÃO

Jornal da Cidade: Penápolis registra 7 casos de leishmaniose humana

Jornal da Cidade: Penápolis registra 7 casos de leishmaniose humana

Palestra de Paulo Tabanez em Rondonópolis elucida criança de 9 anos…

Texto enviado por Vivi Vieri, da cidade de Jales incansável na luta contra a doença e a matança de cães em sua cidade e no país…




CRIANÇA DE 9 ANOS MOSTRA EM PALESTRA ENTENDIMENTO MELHOR QUE MUITOS ADULTOS….

Uma palestra sobre atualizações em Leishmaniose, em Rondonópolis com o especialista e experiente no assunto Dr.Paulo Tabanez, de Brasília. Foi exatamente há 1 semana, quarta passada. O público específico eram os médicos veterinários. E na plateia, eis o que impressionaria ao final da palestra, uma criança, uma menina de 9 anos, filha de um colega.

Essa criança prestou atenção na palestra toda, participou das interações que o palestrante proporcionou. Ele por outro lado, teve uma linguagem extremamente simples e entendível. Fato é que até a criança entendeu a maioria dos tópicos abordados, principalmente o recado do DIREITO À VIDA, mesmo com leishmaniose. Além de entender, ela os absorveu e os trouxe para o dia a dia da sua vida.

Ao final da palestra, ela escreve uma frase numa folha; o pai resolveu mostrar ao palestrante: “ O QUE EU MAIS ACHEI IMPORTANTE DA PALESTRA … EU NÃO PRECISAVA TER MATADO O ZEUS”. Após essa leitura restou a emoção para o palestrante. No outro dia, em visita ao Xaolin, ele me mostrou a foto dessa folha……emoção pra mim também…..
Tudo muito perfeito nessa palestra, só UMA lamentação: pena que essa palestra não foi há uns 4 meses, pois naquele dia havia 3 meses que o Zeus foi sacrificado por causa da leishmaniose. Quem sabe se assim tivesse acontecido o Zeus poderia ter tido o respaldo de uma criança para mostrar e provar que a Leishmaniose é uma doença perfeitamente tratável………….pois isso foi exatamente um dos recados dessa importante palestra……..E como dizem, é vivendo e aprendendo. 


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Montes Claros no controle do Calazar pelo Ministério da Saúde..

Nova sistemática para controle do Calazar

18/07/2012 – 19h40m



Técnicos da MSD – Intervet do Brasil Veterinária – estão em Montes Claros ministrando treinamento à equipe do Programa de Controle da Leishmaniose (Calazar) da Secretaria Municipal de Saúde, visando à implantação de uma nova sistemática de controle da doença a partir do uso da Coleira Scalibor.
O programa é orientado pelo Ministério da Saúde e está sendo desenvolvido, de forma experimental, em 12 cidades de 7 estados. Em Minas, apenas Belo Horizonte e Montes Claros participam.
-O município é de transmissão intensa do Calazar e tem um trabalhopreventivo reconhecido, daí sua indicação para participar, explica a veterinária Marília Fonseca Rocha, do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) e referência técnica do Programa Municipal de Controle da Leishmaniose.
-Serão utilizadas cerca de 5 mil coleiras, provavelmente nas regiões do Maracanã e Morrinhos, finaliza.

MOVIMENTO NACIONAL DIGA NÃO À LEISHMANIOSE, O CÃO NÃO É O VILÃO!: CURSOS ANCLIVEPA-SC E BRASILEISH SOBRE LEISHMANI…

MOVIMENTO NACIONAL DIGA NÃO À LEISHMANIOSE, O CÃO NÃO É O VILÃO!: CURSOS ANCLIVEPA-SC E BRASILEISH SOBRE LEISHMANI…: Sábado, 21 de Julho de 2012 09:00 PROGRAMAÇÃO DO CURSO: Sábado 09:00 – 10:00 – Histórico da Leishmaniose Visceral no Brasil e situ…

São Lourenço do Sul registra caso de leishmaniose

São Lourenço do Sul registra caso de leishmaniose

CIDADE DE EXTREMA , SUL DE MINAS GERAIS FARÁ AÇÕES DE CONSCIENTIZAÇÃO

A cidade de Extrema, sul de Minas, já está fazendo e fará várias ações em apoio a campanha Diga Não à Leishmaniose.
Vários eventos acontecerão na cidade, o primeiro deles em 18 de agosto na Av da Saudade, terá vacinação contra a raiva e várias ações em prol dos cães e gatos…
Acompanhem e saibam mais sobre os eventos..

Facebook – Diga Não à Leishmaniose…

Acompanhem tb o blog – www.ocaonaoeovilaodiganaoaleishmaniose.blogspot.com

Muito importante saber – Paciente com AiDS e Leishmaniose…

Seção: 11º CONGRESSO DA FUNDAÇÃO OTORRINOLARINGOLOGIA – Poster Otorhinolaryngology

LEISHMANIOSE ASSOCIADA A SIDA
LEISHMANIASIS ASSOCIATED WITH SIDA

Autor(es):
Danielle Antunes Lopes, Rosane Almeida Rabelo, Luiz Eduardo Ribeiro Bosco, Diego Silva Wanderley, Claudio Campos Rodrigues, Rafael Vasconcelos Rodrigues
Resumo:
Paciente E.D.L, 43 anos, leucoderma, masculino, jardineiro, procedente do Ceara e residente no Rio de Janeiro há 4 anos, apresentou queixa de odinofagia com piora progressiva ao longo de quatro meses, perda ponderal, febre não mensurada, anorexia e sudorese noturna. Ao exame físico o paciente apresentou-se em regular estado geral, desnutrido, anicterico, eupneico, hidratado, com lesão úlcero destrutiva comprometendo o palato mole e a parede posterior da orofaringe, eritema gengival linear, lesão branca na borda da língua bilateral compatível com leucoplasia pilosa, múltiplos linfonodos infartados, indolores, móveis em cadeias cervicais bilateralmente; a laringoscopia demonstrou que a lesão comprometia também a hipofaringe e a epiglote; a rino e otoscopia encontravam-se dentro dos padrões de normalidade. As hipóteses diagnosticas foram: AIDS associada a uma doença granulomatosa ou síndrome do granuloma letal mediano. Desta forma a propedêutica baseou-se em: sorologia para HIV, PPD, Reação de Motenegro, Hemograma, Coagulograma, c-ANCA, p-ANCA, western blot e exame histopatológico de material proveniente da lesão do palato mole. Os resultados demonstraram: HIV reagente, western blot HIV1 grupo O, PPD fraco reator, Reação de Montenegro forte reator (20mm), pancitopenia, c-Anca e p-ANCA negativo e o exame histopatológico demonstrou inclusões nos macrófagos compatíveis com a forma amastigota da leishmania. O paciente foi encaminhado para um centro de referência para tratamento de doença infecciosas onde iniciou terapia antiretroviral e para leishmaniose em dose plena (anfotericina liposomal). Atualmente o paciente encontra-se com remissão das lesões na faringe e em estagio de recuperação imunológica.
Abstract:
EDL patient, 43 years old, Caucasian, male, gardener, coming from Ceara and a resident of Rio de Janeiro for four years, complained of odynophagia progressively worsening over four months, weight loss, fever was not measured, anorexia and night sweats. On physical examination the patient was in good general health, malnutrition, anicteric, eupneic, hydrated, with destructive ulcerative lesion affecting the soft palate and posterior oropharyngeal wall, linear gingival erythema, white lesions on the edge of the tongue compatible with bilateral hairy leukoplakia, multiple infarcted lymph nodes, painless, mobile cervical chain bilaterally, laryngoscopy showed that the lesion also undertook the hypopharynx and the epiglottis, the rhino and otoscopy were within normal limits. The diagnostic hypotheses were: AIDS a disease associated with granulomatosis or median lethal granulomas syndrome. Thus workup was based on: HIV serology, PPD, Montenegro reaction, blood cells counts, Coagulogram, c-ANCA, p-ANCA, western blot and histological examination of material from the lesion of the soft palate. The results showed: HIV reagent, western blot HIV1 group O, weak PPD reactor, Montenegro skin strong reactor (20mm), pancytopeny, c-ANCA and p-ANCA negative and histopathology demonstrated inclusions in macrophages consistent with the amastigote form of Leishmania . The patient was referred to a reference center for treatment of infectious disease where he started antiretroviral therapy and full dose Leishmaniasis (liposomal amphotericin). Currently the patient meets the lesions in the pharynx and stage of immune recovery.
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