TEATRO DE TABUAS APRESENTA “O FIM DA PICADA”


Mais e mais parceiros estão em ações contra essa “epidemia não divulgada”
Prevenir é necessário, antes que, de fato vire uma epidemia, assim como a dengue que divulga 800.000 casos, a leishmaniose tem 500.000, essa pequena diferença não tem importância quando se trata de uma vida.
Alguns métodos são aplicados para a prevenção, antes de contrair a doença, mas infelizmente e não se sabe porque, não é feito nenhuma ação com o governo, apenas um senador apresentou um projeto com referência a esse assunto. (veja em edições anteriores neste blog).

Enquanto isso, vamos seguindo e erguendo nossas bandeiras individuais, vai chegar o momento que elas cobrirão o chão e daí algo terá que ser feito. Para isso de forma lúdica, vamos educando nosso filhos para tomarem providência e é dessa forma que a ação foi criada pela ONG Teatro de Tábuas, por meio da Lei Rouanet, e tem como objetivo promover o lazer, a educação e o acesso à cultura, além de levar informações e conscientizar a população sobre a importância da prevenção à leishmaniose.

A campanha conta com uma carreta-teatro que ficará quatro dias em cada uma das cidades e vai oferecer gratuitamente duas sessões de teatro e duas de cinema por dia – para crianças de escolas públicas e privadas, com idade entre seis e 14 anos.

A peça teatral O Fim da Picada foi escolhida para apresentar de forma lúdica para as crianças, por meio de bonecos, a importância da saúde abordando especificamente a leishmaniose visceral, patrocinada pela empresa Intervet/Schering-Plough.

- As crianças são os agentes de transformação dentro da família. Elas adquirem o conhecimento, repassam para seus familiares e ainda fiscalizam se eles estão fazendo corretamente.

Ao final de cada atividade, as crianças levarão para casa um material explicativo sobre a doença e as formas de prevenção.

A leishmaniose visceral

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a leishmaniose visceral registra anualmente 500.000 novos casos humanos no mundo com 59.000 óbitos. Quando não tratada, pode evoluir para óbito em mais de 90% das ocorrências. Na América Latina, ela já foi detectada em 12 países e, destes, cerca de 90% dos casos acontecem no Brasil – lugar onde, em média, 3.500 pessoas são infectadas e o número de mortes é de aproximadamente 200, anualmente.

Atitudes simples, como a limpeza de quintais com a remoção de fezes e restos de folhas e frutos em decomposição, por exemplo, ajudam a combater a doença, uma vez que o mosquito que a transmite ao cão e ao homem coloca os ovos em locais ricos em matéria orgânica. Donos de cães também devem utilizar medidas que diminuam o risco do cão se infectar, como, por exemplo, o uso da coleira impregnada de deltametrina a 4%, recomendada pela OMS como forma de controle da doença.


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