Monte Alegre: MP recomenda medidas para o combate à leishmaniose

Publicação: 19 de Julho de 2011 às 11:20

A prefeita e a Secretária Municipal de Saúde de Monte Alegre deverão adotar medidas administrativas necessárias para o combate à leishmaniose visceral. A recomendação foi expedida pelo Ministério Público, através da Promotoria de Justiça da Comarca de Monte Alegre.

A recomendação leva em consideração as declarações prestadas peço coordenador de endemias do município, sobre o aparecimento de dois casos de leishmaniose visceral em um universo amostral de três cães capturados nas ruas de Monte Alegre.

Entre as medidas recomendadas pelo MP está o recolhimento dos cães infectados para eutanásia, com o uso do poder de polícia, por intermédio da Vigilância Sanitária em trabalho conjunto com os agentes de combate à endemia, ou com a edição de ato que confira às equipes de combate às endemias poder de polícia para essa ação.

A prefeitura e a secretaria municipal de saúde de Monte Alegre deverão encaminhar a Promotoria de Justiça da Comarca da cidade, em até dez dias, informações referentes à adoção das medidas presentes na recomendação, que caso não atendida, implicará nem ações judiciais cabíveis.

* Fonte: MP/RN


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One Response to Monte Alegre: MP recomenda medidas para o combate à leishmaniose

  1. Vivi says:

    Bom dia Marli!
    Parabéns pelo seu blog!
    Enquanto o Brasil continuar focando em eutanásias obrigatórias para o controle da Leishmaniose, medidas estas já criticadas em informes técnicos da OMS e OPAS por serem ineficazes e antiéticas, os casos de leishmaniose vão aumentar e expandir, como temos visto.
    Temos que focar no controle do vetor, que é o mosquito palha, em prevenção, educação e informação correta junto à população. Regulamentar o tratamento através de um TAC-Termo de ajustamento de Conduta, para que seja feito de forma responsável e compromissada, pois a OMS também diz em um de seus informes técnicos que eutanásias são para certos casos, não de forma indiscriminada e obrigatória como ocorre hoje em nosso país.
    Não há comprovação científica e nem correlação entre a pessoa ter um cão doente e ter leishmaniose, pois existem outros reservatórios como você disse,entre eles o próprio homem e por isso temos que exigir mudanças urgentes ao poder público. Exigir mudanças éticas e eficazes para humanos e animais.
    abs
    Vivi Vieri

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