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	<title>Diga Não à Leishmaniose &#187; #prevenção</title>
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		<title>Cuidados básicos com o pet na hora do banho</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Nov 2022 00:25:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diga Não à Leishmaniose]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vai dar banho em casa? Então você precisa saber dessas dicas importantes. Muitos donos de pets estão optando por dar banho em casa ao invés de levar o animal de estimação em um lugar específico. Mas para que tudo corra bem, é preciso ficar atento aos cuidados básicos na hora de dar banho em cães e gatos em casa. &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="gmail_default">Vai dar banho em casa?</div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default">Então você precisa saber dessas dicas importantes.</div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default">Muitos donos de pets estão optando por dar banho em casa ao invés de levar o animal de estimação em um lugar específico. Mas para que tudo corra bem, é preciso ficar atento aos cuidados básicos na hora de dar banho em cães e gatos em casa.</div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default"><b><i>TEMPERATURA DA ÁGUA</i></b></div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default">Dar banho em um pet é muito semelhante a um bebê, pois a água precisa estar morna. A dica é sentir no antebraço para ver se a temperatura está agradável. Jamais use água muito quente, pois pode queimar a pele do animal, ou água gelada, que pode gerar hipotermia.</p>
</div>
<div class="gmail_default"><b><i>CUIDADOS ESPECIAIS</i></b></div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default">É preciso tomar cuidado com a região da cabeça em geral, em especial orelhas e olhos. Em relação às orelhas, o ideal é o <b>uso de algodão</b> para que a água não entre no conduto auditivo – <b>é MUITO importante retirá-los</b> logo após o banho. Já em relação aos olhos, é importante manter a cabeça do animal levantada para não escorrer o shampoo na região, evitando assim uma possível irritação.</div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default"><b><i>SHAMPOO IDEAL</i></b></div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default">O shampoo precisa ser levado em consideração, já que existem diversas marcas à venda e nem sempre elas são as melhores à pelagem do animal. Vale a pena perguntar a um profissional qual é o melhor shampoo indicado para a raça do seu animal, pois a sensibilidade da pele e o pelo mudam bastante.</p>
</div>
<div class="gmail_default"><b><i>CUIDADOS NA SECAGEM </i></b></div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default">Na hora de secar, o secador é item obrigatório. O ideal é secar o animal com secador em temperatura morna e nunca deixar o pet exposto ao frio após o banho.</div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default"><i><b>LEMBRE-SE SEMPRE</b></i></div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default">Como com uma criança, esse é um momento precioso de contato com o seu pet, por isso aproveite para mimá-lo e deixa-lo bem relaxado além de limpinho e cheiroso. Até a próxima!</div>
<div class="gmail_default"></div>
<p>&nbsp;</p>
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		</item>
		<item>
		<title>LUTO DOS PETS. UMA DOR SILENCIOSA.</title>
		<link>http://diganaoaleishmaniose.com.br/blog/luto-dos-pets-uma-dor-silenciosa</link>
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		<pubDate>Fri, 28 Oct 2022 02:23:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diga Não à Leishmaniose]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[#lionelfalcon #petsespeciais #pets #diganãoaleishmaniose #matériapet #necessidadesespeciais #veterinarios #pets]]></category>
		<category><![CDATA[#morte #finados #lutopet #luto #veterinario #vigilanciasanitaria #diganaoaleishmaniose]]></category>
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		<description><![CDATA[Dia 2 de Novembro, será o feriado de finados e sabemos como os pets também sofrem com a perda de seus donos. Eles seguem a  pessoa que era o mundo todo deles o dia todo, ou pelo menos o tempo que estão juntos. Daí acontece o desligamento repentino, os rastros de seu cheiro vão ficando &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<div dir="ltr"><img class="alignnone size-full wp-image-1988" src="http://diganaoaleishmaniose.com.br/wp-content/uploads/2022/10/depressao-felina.jpg" alt="depressao-felina" width="640" height="425" /> <img class="alignnone size-full wp-image-1989" src="http://diganaoaleishmaniose.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Cachorro-chorando-03.jpg" alt="Cachorro chorando 03" width="640" height="426" />Dia 2 de Novembro, será o feriado de finados e sabemos como os pets também sofrem com a perda de seus donos.<br />
Eles seguem a  pessoa que era o mundo todo deles o dia todo, ou pelo menos o tempo que estão juntos. Daí acontece o desligamento repentino, os rastros de seu cheiro vão ficando cada vez menos evidentes e, apesar da total atenção em busca de sua voz, nada é encontrado.<br />
Talvez essa descrição resumida possa dar conta do grau de confusão que se instala no universo interno de​les​​ quando seu dono some. Um animal não racionaliza se é por morte ou se é porque foi abandonado, mas a maneira brusca com que isso acontece tem o poder de bagunçar bastante a vida do ​animal​.​</p>
<p>​Isso aconteceu muito ​na ​pandemia.​ Os animais ​foram​ vítimas indiretas dela. Tutores falecidos, famílias enlutadas ou endividadas, cães órfãos ou descartados. ​foi um ​cenário extremamente triste, que ​reflete ainda hoje.</p>
<p>​Nesse caso, o melhor a fazer é o acolhimento com muita atenção e amor. ​</p>
<p>O luto animal ainda é pouco estudado, mas há evidências empíricas que os ​animais​​ experimentam emoções desafiantes quando o vínculo com o dono é quebrado. O resultado pode ser a depressão, essa sim um patologia reconhecida na espécie. Cargas emocionais também podem afetar o sistema imune, deixando-os mais suscetíveis a doenças.</p>
<p>As reações variam de animal para animal e também têm relação com o nível de apego com o dono. Quando o ​pet​, ​ e o tutor viviam sozinhos, por exemplo, a dificuldade de se reajustar a uma nova realidade pode ser bem maior para  ​ele​l. Para decifrar o estado emocional de um ​pet​ depois de perder um ente querido, é importante ficar atento. A ansiedade e o estresse podem se apresentar de várias maneiras.</p>
<p>Cada animal pode reagir de forma diferente à ausência do dono. A mudança de comportamento está ligada ao grau de dependência mantida com o tutor.</p>
<p>perda de apetite;<br />
dormir mais do que o normal;<br />
prostração e isolamento;<br />
menor interesse por brincadeiras;<br />
inatividade e apatia;<br />
uivos ou latidos incontroláveis;<br />
depressão;<br />
distúrbios gastrointestinais;<br />
problemas dermatológicos;<br />
irritabilidade;<br />
agressividade;<br />
ansiedade.​                               <wbr />                              <wbr /></p>
<p>O QUE VOCÊ PODE FAZER PARA AJUDAR O ANIMAL​<br />
​<br />
Se haviam habitos muito fixos com o tutor, tente criar outra coisa para o cão fazer naquele horário;<br />
Esteja presente. Mesmo que o cão fique mais na dele, evite deixá-lo totalmente sozinho nas primeiras semanas, até perceber que ele está voltando ao normal;<br />
Aumente as doses de carinho, incluindo o toque nele (é assim que o vínculo vai se construindo), e sugira brinquedos novos — mas respeite a vontade dele;<br />
Evite alimentar a saudade. Ou seja, recolha pertences pessoais ou íntimos do antigo tutor, como roupas, bolsas ou sapatos;<br />
Apresente ao cão novos estímulos, principalmente para o olfato, incluindo passeios por novas rotas ou parques onde possa ter contato com outros cães;<br />
Enriquecimento ambiental. Em complemento ao item anterior, crie um ambiente mais estimulante para a mente do cão;<br />
Se você conhece os gostos dele, não hesite em mimá-lo. Isso vai ajudá-lo a se sentir seguro novamente;<br />
Fique atento quanto ao consumo de água e alimentos. Varie o cardápio para estimular sua vontade. Se a falta de apetite ou a baixa ingestão de líquido persistir, busque atendimento veterinário;<br />
Atenção também à regularidade das necessidades fisiológicas.<br />
Na verdade, eles são mesmo como filhos que perderam seus pais, totalmente indefesos e sem poder expressar em palavras a sua dor.<br />
Fonte: <a href="http://totosdatete.org.br/" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://totosdatete.org.br&amp;source=gmail&amp;ust=1666969077929000&amp;usg=AOvVaw1kj0bqtbAEXvwAuIHv4K5T">totosdatete.org.br</a></p>
<blockquote>
<div dir="ltr">LUTO DOS PETS, UMA DOR SILENCIOSA.</p>
<p>Dia 2 de Novembro, será o feriado de finados e sabemos como os pets também sofrem com a perda de seus donos.<br />
Eles seguem a  pessoa que era o mundo todo deles o dia todo, ou pelo menos o tempo que estão juntos. Daí acontece o desligamento repentino, os rastros de seu cheiro vão ficando cada vez menos evidentes e, apesar da total atenção em busca de sua voz, nada é encontrado.<br />
Talvez essa descrição resumida possa dar conta do grau de confusão que se instala no universo interno de​les​​ quando seu dono some. Um animal não racionaliza se é por morte ou se é porque foi abandonado, mas a maneira brusca com que isso acontece tem o poder de bagunçar bastante a vida do ​animal​.​</p>
<p>​Isso aconteceu muito ​na ​pandemia.​ Os animais ​foram​ vítimas indiretas dela. Tutores falecidos, famílias enlutadas ou endividadas, cães órfãos ou descartados. ​foi um ​cenário extremamente triste, que ​reflete ainda hoje.</p>
<p>​Nesse caso, o melhor a fazer é o acolhimento com muita atenção e amor. ​</p>
<p>O luto animal ainda é pouco estudado, mas há evidências empíricas que os ​animais​​ experimentam emoções desafiantes quando o vínculo com o dono é quebrado. O resultado pode ser a depressão, essa sim um patologia reconhecida na espécie. Cargas emocionais também podem afetar o sistema imune, deixando-os mais suscetíveis a doenças.</p>
<p>As reações variam de animal para animal e também têm relação com o nível de apego com o dono. Quando o ​pet​, ​ e o tutor viviam sozinhos, por exemplo, a dificuldade de se reajustar a uma nova realidade pode ser bem maior para  ​ele​l. Para decifrar o estado emocional de um ​pet​ depois de perder um ente querido, é importante ficar atento. A ansiedade e o estresse podem se apresentar de várias maneiras.</p>
<p>Cada animal pode reagir de forma diferente à ausência do dono. A mudança de comportamento está ligada ao grau de dependência mantida com o tutor.</p>
<p>perda de apetite;<br />
dormir mais do que o normal;<br />
prostração e isolamento;<br />
menor interesse por brincadeiras;<br />
inatividade e apatia;<br />
uivos ou latidos incontroláveis;<br />
depressão;<br />
distúrbios gastrointestinais;<br />
problemas dermatológicos;<br />
irritabilidade;<br />
agressividade;<br />
ansiedade.​                               <wbr />                              <wbr /></p>
<p>O QUE VOCÊ PODE FAZER PARA AJUDAR O ANIMAL​<br />
​<br />
Se haviam habitos muito fixos com o tutor, tente criar outra coisa para o cão fazer naquele horário;<br />
Esteja presente. Mesmo que o cão fique mais na dele, evite deixá-lo totalmente sozinho nas primeiras semanas, até perceber que ele está voltando ao normal;<br />
Aumente as doses de carinho, incluindo o toque nele (é assim que o vínculo vai se construindo), e sugira brinquedos novos — mas respeite a vontade dele;<br />
Evite alimentar a saudade. Ou seja, recolha pertences pessoais ou íntimos do antigo tutor, como roupas, bolsas ou sapatos;<br />
Apresente ao cão novos estímulos, principalmente para o olfato, incluindo passeios por novas rotas ou parques onde possa ter contato com outros cães;<br />
Enriquecimento ambiental. Em complemento ao item anterior, crie um ambiente mais estimulante para a mente do cão;<br />
Se você conhece os gostos dele, não hesite em mimá-lo. Isso vai ajudá-lo a se sentir seguro novamente;<br />
Fique atento quanto ao consumo de água e alimentos. Varie o cardápio para estimular sua vontade. Se a falta de apetite ou a baixa ingestão de líquido persistir, busque atendimento veterinário;<br />
Atenção também à regularidade das necessidades fisiológicas.<br />
Na verdade, eles são mesmo como filhos que perderam seus pais, totalmente indefesos e sem poder expressar em palavras a sua dor.<br />
Fonte: <a href="http://totosdatete.org.br/" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://totosdatete.org.br&amp;source=gmail&amp;ust=1666969077929000&amp;usg=AOvVaw1kj0bqtbAEXvwAuIHv4K5T">totosdatete.org.br</a></div>
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</div>
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		<title>Primavera &#8211; Saiba o cuidado com os pets.</title>
		<link>http://diganaoaleishmaniose.com.br/blog/primavera-saiba-o-cuidado-com-os-pets</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Sep 2022 19:14:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diga Não à Leishmaniose]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com o início da estação mais florida do ano, é importante se atentar a alguns cuidados para aproveitar ao máximo essa época tão especial. Quando essa estação chega, as flores voltam a colorir as paisagens, as temperaturas sobem, e nós adoramos passar um tempo ao ar livre na companhia dos nossos pets. Mas antes de &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="gmail_default">
<div>
<h1>Com o início da estação mais florida do ano, é importante se atentar a alguns cuidados para aproveitar ao máximo essa época tão especial.</h1>
</div>
<div>
<div><img class="alignnone size-full wp-image-1977" src="http://diganaoaleishmaniose.com.br/wp-content/uploads/2022/09/cão-e-flores-pet_na_primavera_widexl-600x400.jpg" alt="cão e flores pet_na_primavera_widexl-600x400" width="600" height="400" /></div>
</div>
<p>Quando essa estação chega, as flores voltam a colorir as paisagens, as temperaturas sobem, e nós adoramos passar um tempo ao ar livre na companhia dos nossos pets.</p>
<div>
<div>
<div>
<p>Mas antes de levar seu pet para passear, é preciso tomar alguns cuidados extras para garantir a saúde e o bem-estar do seu cachorro ou gato durante a primavera.<br />
A seguir, você vai conferir os principais riscos à saúde dos pets e os 5 cuidados essenciais durante essa época do ano.</p>
<p>1 – Pulgas e carrapatos</p>
<p>Com a chegada da chuva e do calor, típicos da primavera, as pulgas e os carrapatos se proliferam e é preciso redobrar os cuidados que já existiam nas demais estações do ano.</p>
<p>Quando os cães ou gatos entram em contato com outros pets ou quando passeiam por diferentes ambientes, principalmente, pela grama, eles estão suscetíveis a parasitas como pulgas e carrapatos, por isso, a prevenção é muito importante.</p>
<p>Manter o antipulgas e carrapatos em dia é essencial para garantir a saúde e o bem-estar do seu pet. Além disso, é importante garantir a vacinação e o vermífugo para complementar a segurança.</p>
<h2>2 – Flores e plantas tóxicas</h2>
<p>Sabemos que a primavera é a época mais florida do ano e, por mais que essa estação deixe as paisagens ainda mais bonitas, algumas flores e plantas podem ser perigosas para os pets.<br />
Alguns exemplos de flores e plantas tóxicas são: Azaleia, Costela-de-adão, Espada de São Jorge, Copo de Leite, Bico-de-papagaio (poinsétia), Comigo-ninguém-pode, Hortênsia, Lírio, Tulipa, dentre outras.<br />
Ao ingerir flores ou plantas tóxicas, os principais sintomas são: diarreia, vômito, tremores, irritações na pele, dificuldade para respirar, fraqueza, produção excessiva de saliva e, em casos graves, problemas motores e cardíacos.</p>
<p>Lembrando que, caso o pet ingira uma flor ou planta tóxica, ele não apresentará, necessariamente, todos os sintomas citados acima. Por isso, ao notar qualquer alteração no comportamento do seu cão ou gato, leve-o para um Médico Veterinário.</p>
<h2>3 – Horários dos passeios</h2>
<p>Quando a primavera chega, a temperatura aumenta e é preciso rever a rotina de passeios dos pets.<br />
Segundo especialistas, os períodos ideais são antes das 10h e depois das 18h, quando a temperatura do chão está amena.</p>
<p>Lembre-se de sempre checar a temperatura do chão antes de sair para garantir que não irá queimar as patinhas dos pets, que são muito sensíveis. Além disso, leve uma <a href="https://shop.petiko.com.br/bebedouro-squeeze-portatil-western" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://shop.petiko.com.br/bebedouro-squeeze-portatil-western&amp;source=gmail&amp;ust=1664563894010000&amp;usg=AOvVaw0Tkaf7-cQIES60vdOSPEcK">garrafinha com água</a> para manter o pet hidratado e refrescado durante todo o passeio, evitando que ele passe mal devido ao calor.</p>
<h2>4 – Banho e tosa</h2>
<p>Com o calor típico da primavera, o ideal é manter a tosa do seu pet em dia para ajudá-lo a se sentir mais confortável, até mesmo nos dias mais quentes.<br />
Além disso, se você der banho no seu pet em casa, escolha um dia sem chuva e com baixa umidade para que os pelos sequem com facilidade, diminuindo os riscos de problemas de saúde como gripes, pneumonias e até proliferação de fungos.</p>
<h2>5 – Leishmaniose e Leptospirose</h2>
<h2>Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil é líder nos casos de Leishmaniose no continente americano. E, com a chegada das altas temperaturas que acompanham a primavera, a propagação da doença aumenta devido a proliferação do mosquito-palha, o transmissor da Leishmaniose.</h2>
<p>O inseto infectado pode picar os cães, causando inúmeros riscos para a saúde deles. Para garantir a prevenção, é indicada a vacina, o uso da coleira que libera um princípio ativo chamado deltametrina, manter o ambiente limpo e com tela para manter os mosquitos afastados.</p>
<p>Já a Leptospirose se torna mais comum na primavera, devido a combinação de calor e chuva. Ela é transmitida aos pets através do contato com a urina de animais (principalmente ratos) infectada.<br />
Lembrando que a Leptospirose é considerada uma zoonose, ou seja, ela pode ser transmitida do humano para os pets e vice-versa, por isso, é importante ter todos os cuidados para se proteger dessa doença em todas as épocas do ano, principalmente, na primavera e no verão.<br />
Apesar de ser perigosa, essa doença é fácil de ser evitada. Para se prevenir, é essencial manter a vacinação dos pets contra a Leptospirose em dia. Além disso, é importante manter o ambiente sempre limpo para evitar o acúmulo de sujeiras e entulhos que atraem ratos. Agora que você já conhece todos os cuidados com os pets durante a primavera, fica muito mais fácil aproveitar tudo o que essa bela estação pode nos proporcionar. Até a próxima!</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div></div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Agosto mês da leishmaniose &#8211; Leishmaniose Felina: gato também tem!</title>
		<link>http://diganaoaleishmaniose.com.br/blog/agosto-mes-da-leishmaniose-leishmaniose-felina-gato-tambem-tem</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Aug 2021 03:16:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diga Não à Leishmaniose]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[#agosto #conscientização]]></category>
		<category><![CDATA[#cat]]></category>
		<category><![CDATA[#diganaoaleishmaniose #clinicaveterinaria]]></category>
		<category><![CDATA[#gatos]]></category>
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		<category><![CDATA[#leishmaniosegatos]]></category>
		<category><![CDATA[#prevenção]]></category>

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		<description><![CDATA[As leishmanioses são doenças infecciosas contagiosas entre os animais o ser humano, que ocorre através da picada do mosquito fêmea infectado chamada Lutzomyia longipalpis. Pode ser transmitida também através de transfusão sanguínea. Segundo a Organização Mundial da Saúde,esta enfermidade apresenta aproximadamente 12 milhões de casos, com mortalidade anual em torno de 60 mil pessoas e &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://diganaoaleishmaniose.com.br/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2020-02-18-at-21.30.26-2.jpeg" alt="WhatsApp Image 2020-02-18 at 21.30.26 (2)" width="710" height="705" class="alignnone size-full wp-image-1850" />As leishmanioses são doenças infecciosas contagiosas entre os animais o ser humano, que ocorre através da picada do mosquito fêmea infectado chamada Lutzomyia longipalpis. Pode ser transmitida também através de transfusão sanguínea.<br />
Segundo a Organização Mundial da Saúde,esta enfermidade apresenta aproximadamente 12 milhões de casos, com mortalidade anual em torno de 60 mil pessoas e que, cerca de 350 milhões de indivíduos estão expostos ao risco de adquirir a infecção. É um grave problema de saúde pública presente nos quatro continentes, sendo que 90% dos casos estão concentrados na Índia, Nepal, Sudão, Afeganistão, Bangladesh e Brasil. Estão amplamente distribuídas nas regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste.<br />
                As leishmanioses em gato doméstico têm sido relatadas esporadicamente em várias partes do mundo como Europa, incluindo Portugal, Itália, França, Espanha, Grécia e também, em países como Israel/Palestina, Egito, Suiça, Irã, Guiana Francesa, Venezuela e Brasil.<br />
A adoção de gatos como animais de estimação, no Brasil, tem aumentado bastante nos últimos anos. O gato doméstico pode ser infectado, podendo ou não ter sintomas (nódulos ou feridas no focinho, lábios, orelhas e pálpebras e alopecia).O quadro clínico na leishmaniose felina é inespecífico e assemelha-se aos sinais clínicos apresentados pela espécie canina, dentre eles anorexia, vômito, aumento de linfonodos, dermatites, uveítes, perda de pêlo, edema, hipertermia e atrofia do músculo temporal.<br />
A doença em felinos geralmente está associada a outras doenças que causam imunossupressão, como a FIV (Vírus da Imunodeficiência Felina) e FeLV (Vírus da Leucemia Felina) demonstrando resultado positivo nos exames mesmo na ausência de sinais clínicos atribuídos a enfermidade, indicando a existência de animais que, mesmo aparentemente saudáveis, na presença do mosquito pode transmitir a doença ao ser humano.Como consequência, muitos animais só são diagnosticados quando apresentam sintomas, sendo necessários exames para o diagnóstico definitivo da doença. É importante ressaltar que existe tratamento para a doença e que deve ser realizado exclusivamente pelo médico veterinário, porém, não há cura para a doença.<br />
A prevenção é através da instalação de telas de proteção no ambiente contra o mosquito associado ao uso coleira repelente recomendada para felinos. Não há vacina indicada para felinos. (colaborou Dra Bianca Lomasi &#8211; Médica Veterinária)</p>
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		<title>Conscientização do autismo, recebe cães terapeutas no ABC paulista</title>
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		<pubDate>Fri, 03 May 2019 23:06:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diga Não à Leishmaniose]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cães das Raças Golden Retriever e Labradores, encantaram crianças e adultos no Golden Square Shopping em São Bernardo, no ABC paulista. Outras raças, também apareceram para solidarizar com a ação em prol do AUTISMO. Em parceria com o Projeto Estimular – Autistas no ABC e Mamãe de um Anjo Azul, receberam as ONGs de cães &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://diganaoaleishmaniose.com.br/wp-content/uploads/2019/05/IMG_9193.jpg" alt="IMG_9193" width="4899" height="2659" class="alignnone size-full wp-image-1756" /><br />
Cães das Raças Golden Retriever e Labradores, encantaram crianças e adultos no Golden Square Shopping em São Berna<img src="http://diganaoaleishmaniose.com.br/wp-content/uploads/2019/05/IMG_9193.jpg" alt="IMG_9193" width="4899" height="2659" class="alignnone size-full wp-image-1756" />rdo, no ABC paulista. Outras raças, também apareceram para solidarizar com a ação em prol do AUTISMO.</p>
<p>Em parceria com o Projeto Estimular – Autistas no ABC e Mamãe de um Anjo Azul, receberam as ONGs de cães de assistência INATAA, PATAS THERAPEUTAS,  KUNÉ BRASIL e a Golden Retriever Milly, da Terapeuta Aline Pinheiro.<br />
O Projeto Estimular, idealizado por Daniela Melo, mãe do Miguel de 5 anos, e com Kelly Portugal do insta @mamaedeumanjoazul,  mãe do Henrique, de 9 anos, ambos diagnosticados com autismo, tiveram a iniciativa em promover eventos para unirem-se à outras mamães de anjos azuis, para juntas conquistarem o que os seus filhos precisam.</p>
<p>A campanha DIGA NÃO À LEISHMANIOSE, numa ação de conscientização da leishmaniose,  encoleirou os cães terapeutas das ONGs e sorteou vários brindes e coleiras scalibor, a base de 4% de deltametrina para a prevenção da doença.. A idealizadora da campanha Diga Não à Leishmaniose, Marli Pó, esteve presente no evento informando sobre a doença.</p>
<p>Os cães, seus tutores e famílias puderam desfrutar de uma tarde super animada e divertida. </p>
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