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Conheça os tipos de sintomas e a transmissão das leishmanioses em humanos

O Sistema Único de Saúde oferece tratamento para a doença e é pioneiro na adoção de medicamentos orais

Saiba quais são os tipos, os sintomas e a transmissão das leishmanioses em humanos

Existem, no mundo, diferentes tipos de leishmanioses. No Brasil, há atualmente dois tipos, a tegumentar e a visceral, cada uma transmitida por um protozoário diferente. A leishmaniose tegumentar tem circulação maior em ambientes rurais, de mata. Além disso, não é letal e está relacionada ao surgimento de lesões na pele ou mucosa. A visceral, por sua vez, se não tratada adequadamente pode ser letal ao ser humano e para os cães, acometendo fígado, baço e medula óssea.

Segundo o médico veterinário da Secretaria de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Lucas Edel Donato, o tratamento da leishmaniose tegumentar está disponível gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS), que conta com um elenco terapêutico para as pessoas com a doença. “Atualmente, foi incorporado um medicamento de uso oral, o Brasil é pioneiro na incorporação dessa droga para tratamento da leishmaniose tegumentar. A depender do perfil clínico do paciente, vai ser recomendado um tipo de medicamento”, explica.

Em participação no programa do Ministério da Saúde O Brasil Quer Saber, Donato esclarece que circulam no país, atualmente, três espécies de protozoários causadores de leishmaniose: “O primeiro é o a Leishmania braziliensis, que está presente em todas as unidades federativas e tem o maior número de notificações. Também há o a Leishmania amazonensis, que também está presente em todos os estados brasileiros, e o a Leishmania guyanensis, cuja notificação é restrita à ocorrência é mais frequente na região Norte”.

Sintomas

A leishmaniose tegumentar pode causar lesões cutâneas ou nas mucosas (oral, nasal ou genital), a depender do tipo de espécie de protozoário envolvida. A doença começa a se manifestar com essa lesão ulcerada, com borda elevada, que não causa dor. A leishmaniose visceral, por outro lado, apresenta febre irregular e prolongada, anemia, indisposição, palidez da pele ou das mucosas, falta de apetite, perda de peso, e inchaço do abdômen devido ao aumento do fígado e do baço.

Diagnóstico

O diagnóstico utilizado e recomendado no Brasil para a leishmaniose tegumentar as leishmanioses é feito por meio de exame parasitológico direto, no qual se visualiza a presença do parasito específico que está causando a doença. Esse tipo de exame é importante para descartar outras doenças infecciosas que circulam no país com lesões semelhantes, a exemplo da sífilis e da hanseníase. Para a leishmaniose visceral é disponibilizado o teste rápido que é um método não invasivo e de fácil manuseio.

Transmissão

A leishmaniose é uma doença vetorial, transmitida pela picada de um mosquito inseto infectado que se assemelha a um mosquito. Em todo o país, há várias espécies do mosquito inseto responsável pela transmissão, que variam de acordo com a região. Geralmente, o mosquito inseto infecta-se por meio de animais silvestres e, na picada, transmite esse parasito às pessoas.

Prevenção

Segundo Donato, para prevenir as leishmanioses, recomenda-se que as pessoas que vivem ou trabalham em áreas de mata ou áreas rurais não se exponham nos horários crepusculares (entardecer ao amanhecer) e façam uso de vestimentas de manga longa e calças, a fim de evitar o contato do mosquito inseto vetor com a pele. Para controle do vetor, é possível um manejo ambiental, como a limpeza do quintal onde os vetores costumam estar presentes.

“Em situações específicas, os municípios também fazem controle químico quando a transmissão ocorre no intradomicílio e peridomicílio. Se, após uma investigação, é observado que o mosquito inseto está circulando em uma residência, é borrifado inseticida nas paredes e o mosquito inseto, ao pousar nos locais dedetizados, morre”, explica Donato.

Para conferir o episódio completo do programa O Brasil Quer Saber e saber mais sobre as Leishmanioses, acesse: O Brasil Quer Saber

Com informações do Ministério da Saúde

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Rondônia realiza formação sobre o primeiro protocolo para tratamento oral contra leishmaniose tegumentar

O Governo de Rondônia, por meio da Agencia Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), realizou, neste mês de setembro, uma capacitação para profissionais que atuam na vigilância em saúde da região de Rolim de Moura, com foco no primeiro protocolo de utilização do medicamento miltefosina, usado no tratamento oral da leishmaniose tegumentar, no Brasil.

A formação presencial durou cinco dias e teve a participação de profissionais dos 10 municípios que compõem a jurisdição da Regional de Saúde de Rolim de Moura. Médicos, enfermeiros, farmacêuticos, técnicos do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) e coordenadores de epidemiologia foram treinados e capacitados para realizarem o tratamento oral da leishmaniose tegumentar na rede pública.

O protocolo é fruto de pesquisas que ocorreram em vários países, a exemplo do Brasil, Peru, Guatemala e Bolívia, e foi lançado este ano pelo Ministério da Saúde (MS), durante um webinar no canal oficial no Ministério no YouTube.

Em Rondônia, as tratativas estavam acontecendo virtualmente, por conta das restrições pandêmicas. Desde que a pandemia se instalou no país, a equipe da Agevisa realizou eventos virtuais, atendendo os 52 municípios rondonienses, mas com a flexibilização do decreto, houve o planejamento do curso. “Este mês, os técnicos conseguiram dar continuidade ao trabalho de formação dos profissionais, realizando a capacitação presencial de suma importância para a incorporação do protocolo na rede pública e oportunizando ainda mais uma opção de medicamento para o tratamento da população”, explicou Gilvander Gregório de Lima, diretor-geral da Agevisa.

O procedimento foi recomendado pelo Relatório Técnico-Científico nº 365, de outubro de 2018, do Ministério da Saúde, com base na análise de 88 trabalhos científicos e incorporado ao Sistema Único de Saúde (SUS) pela Portaria Ministerial nº 56, de 30 de outubro de 2018.

Segundo os especialistas, a disponibilização de um medicamento de uso oral e efetivo contra a leishmaniose aumentaria a adesão ao tratamento nas áreas mais pobres e remotas do Brasil.

INDICADORES

O Programa de Controle e Vigilância da Leishmaniose da Agevisa tem como meta principal acompanhar, controlar e encerrar oportunamente os casos notificados de leishmaniose no Estado.

De acordo com o Sinan, no ano de 2018 em Rondônia, foram notificados 1.037 casos do agravo. Deste número, as cidades com mais registro de casos foram Porto Velho, Vilhena, Espigão do Oeste, Pimenta Bueno e Ji-Paraná. Já em 2020, foram registrados 466 casos, e entre as cidades em destaque, Cacoal assumiu o lugar antes ocupado por Ji-Paraná e os demais se mantiveram.

O coordenador estadual do Programa de Controle e Vigilância da Leishmaniose da Agevisa, José Lima de Aragão, afirmou que o quantitativo teve um decréscimo por conta da subnotificação provocada pela pandemia. “Não estava sendo possíveis visitas locais para investigação, acompanhamento e cobranças das notificações dos casos ocorridos”, disse.

O trabalho da equipe está sendo retomado, com a realização de cursos e visitas técnicas.

A DOENÇA

Aragão destacou que a leishmaniose foi identificada pela primeira vez no Brasil no ano de 1895, como botão endêmico dos países quentes. “Com o tempo, passou a ser considerado um grande problema de saúde pública e representa um complexo de doenças com importante espectro clínico e diversidade epidemiológica”.

Há duas formas de leishmaniose: a tegumentar e a visceral. É uma doença infecciosa causada por diferentes espécies de protozoários do gênero leishmania, que acomete o homem e provoca úlceras na pele e nas mucosas das vias aéreas superiores.

A visceral acomete o fígado, o baço, causando esplenomegalia (aumento do baço), associado ou não à hepatomegalia (aumento do fígado).

Os agentes transmissores são insetos denominados flebotomíneos, pertencentes à ordem díptera, família psychodidae, subfamília phlebotominae, gênero lutzomyia, conhecidos popularmente, como mosquito-palha, tatuquira, birigui, entre outros.

A doença não é contagiosa, pode ser tratada por medicamentos ou regredir espontaneamente. O tratamento pode ser realizado via Sistema Único de Saúde (SUS) e a vigilância do agravo é uma competência da Agevisa.

Link da matéria:

https://www.portalrondonia.com/2021/09/27/rondonia-realiza-formacao-sobre-o-primeiro-protocolo-para-tratamento-oral-contra-leishmaniose-tegumentar/

 

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Oleos essenciais, aromaterapeuta cria repelente para leishmaniose

repelente oeblend

Criado pela aromaterapeuta Daniele Hornos, o repelente natural é indicado para toda a família.
A terapeuta desconhecia sobre a leishmaniose e ficou muito preocupada, por isso resolveu criar um repelente que fosse 100% natural e fosse usado tanto para o pet quanto para o humano.

Sua empresa @oeblendoficial está apoiando a campanha @diganaoaleishmaniose e 30% das vendas serão doados para a conscientização e prevenção dessa grave doença.

A Leishmaniose é causada pela picada de um inseto, conhecido como mosquito palha. Esse mosquito se prolifera em lugares úmidos e quentes e agem atacando suas vítimas ao entardecer e ao amanhecer. São pequenas moscas,(3mm), de cor alaranjada que picam de forma indolor e os sintomas só aparecem a partir de 6 meses a um ano na sua vítima, os sintomas são: perda de apetite, emagrecimento rápido, cansaço e prostração, tanto em HUMANOS como nos CÃES, podendo matar.

A única forma eficaz de combater a essa doença é a prevenção com o uso do repelente correto.
É preciso além de usar o repelente, evitar passeios ao ar livre em horários ao entardecer e ao amanhecer em parques e lugares de mata.
O uso do repelente natural é indicado para reforço de 3 em 3 horas.

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Lionel Falcon, fotografo de pets, lanca perfume em nome do amor

perfumelionel

Lionel Falcon já é conhecido em toda a América Latina por suas fotografias. Lá nos anos 70, fotografou muitas celebridades internacionais e há 25 anos não só fotografa, mas também capta a emoção e a alma dos pets. O fotógrafo tem um estúdio na loja PETZ da Marginal aqui em São Paulo e já fotografou pets de muitas celebridades aqui também, como Adriane Galisteu, Ronnie Von, Hebe Camargo, Clodovil entre tantos. Além disso ministra cursos ensinando sua arte de fotografar pets, para muitas pessoas e famílias.

Lionel é parceiro da campanha Diga Não à Leishmaniose há 20 anos, responsável por todas as fotos do cãozinho Grande Otelo, da raça pug e de todos os artistas que apoiam a campanha, entre eles o ator Nico Puig, a apresentadora Daniela Albuquerque, Flávia Noronha entre outros.

Ele foi o pioneiro em lançar produtos personalizados, até hoje eles fazem sucesso.
A novidade desse momento, e a mais emocionante, é o lançamento do perfume com a sua marca e com o nome Berti Pet, onde ele homenageia sua falecida esposa Ana.
“Esse perfume para mim é algo muito especial, como o nascimento de um filho. Veio em um tempo muito precioso, onde pude homenagear a minha companheira que se foi há 2 anos.” se emociona ao dizer.

lionel e cães
Lionel Falcon é empreendedor e muito antenado em tudo. Sabemos que a fragrância dos seus perfumes será sucesso, como tudo o que ele faz!

Para adquirir o perfume acesse o instagram @lionelfalcon ou através do site www.bertiparfum.com.br

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Agosto mês da leishmaniose – Leishmaniose Felina: gato também tem!

WhatsApp Image 2020-02-18 at 21.30.26 (2)As leishmanioses são doenças infecciosas contagiosas entre os animais o ser humano, que ocorre através da picada do mosquito fêmea infectado chamada Lutzomyia longipalpis. Pode ser transmitida também através de transfusão sanguínea.
Segundo a Organização Mundial da Saúde,esta enfermidade apresenta aproximadamente 12 milhões de casos, com mortalidade anual em torno de 60 mil pessoas e que, cerca de 350 milhões de indivíduos estão expostos ao risco de adquirir a infecção. É um grave problema de saúde pública presente nos quatro continentes, sendo que 90% dos casos estão concentrados na Índia, Nepal, Sudão, Afeganistão, Bangladesh e Brasil. Estão amplamente distribuídas nas regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste.
As leishmanioses em gato doméstico têm sido relatadas esporadicamente em várias partes do mundo como Europa, incluindo Portugal, Itália, França, Espanha, Grécia e também, em países como Israel/Palestina, Egito, Suiça, Irã, Guiana Francesa, Venezuela e Brasil.
A adoção de gatos como animais de estimação, no Brasil, tem aumentado bastante nos últimos anos. O gato doméstico pode ser infectado, podendo ou não ter sintomas (nódulos ou feridas no focinho, lábios, orelhas e pálpebras e alopecia).O quadro clínico na leishmaniose felina é inespecífico e assemelha-se aos sinais clínicos apresentados pela espécie canina, dentre eles anorexia, vômito, aumento de linfonodos, dermatites, uveítes, perda de pêlo, edema, hipertermia e atrofia do músculo temporal.
A doença em felinos geralmente está associada a outras doenças que causam imunossupressão, como a FIV (Vírus da Imunodeficiência Felina) e FeLV (Vírus da Leucemia Felina) demonstrando resultado positivo nos exames mesmo na ausência de sinais clínicos atribuídos a enfermidade, indicando a existência de animais que, mesmo aparentemente saudáveis, na presença do mosquito pode transmitir a doença ao ser humano.Como consequência, muitos animais só são diagnosticados quando apresentam sintomas, sendo necessários exames para o diagnóstico definitivo da doença. É importante ressaltar que existe tratamento para a doença e que deve ser realizado exclusivamente pelo médico veterinário, porém, não há cura para a doença.
A prevenção é através da instalação de telas de proteção no ambiente contra o mosquito associado ao uso coleira repelente recomendada para felinos. Não há vacina indicada para felinos. (colaborou Dra Bianca Lomasi – Médica Veterinária)

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Série Raças – Pit Bull

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O Pitbull é uma raça de cachorro que se devidamente treinada, pode ser um animal de estimação leal e amoroso. Infelizmente, a maneira como muitos falam sobre a raça contribuiu para um mal-entendido. Então, quebre seus preconceitos a partir de agora! O pitbull não é perigoso, muito menos ruim.

A verdade é que algumas raças têm certas características comportamentais que podem trazer temperamentos fortes. No entanto, é a maneira como cada cão é criado que é fundamental para o modo como ele interage com o mundo.

Descubra todas as características do Pitbull e conheça a fundo sobre essa raça tão polêmica!

História

A história do Pitbull começou na Inglaterra, Irlanda e Escócia no século XIX. Lá, Buldogues e Terriers foram cruzados com o objetivo de combinar as características de ambos. Cães atléticos surgiram com a ferocidade dos Terriers e a força dos Buldogues.

Eles foram usados com sucesso em brigas de cães e outros animais. Esses cães também guiavam o gado e eram cães da família. Depois que a briga de cães foi oficialmente proibida no início do século 19, muitos desses cães chegaram aos Estados Unidos.

Os Pitbulls ganharam uma grande reputação na sociedade americana. Na Primeira Guerra Mundial, a coragem dos pitbulls estimulou o poder de combate das tropas americanas e até celebridades como o presidente dos EUA, Theodore Roosevelt, apareceram com o Pitbull.

Assim, em 1898, foi fundado o United Kennel Club (UKC), que registrou esses cães no mesmo ano como uma raça de cães com o nome American Pit Bull Terrier.

Em 1909, foi fundada a Associação Americana de Criadores de Cães, que também registrou o American Pit Bull Terrier. Em 1936 o American Kennel Club (AKC) decidiu pelo nome Staffordshire Terrier, que mais tarde foi alterado para American Staffordshire Terrier para evitar confusão com o inglês Staffordshire Bull Terrier.

Nem todos os donos de pit bull queriam se registrar no AKC. Dessa maneira, surgiram duas raças, que com o tempo se tornaram cada vez mais separadas.

Ao contrário do American Staffordshire Terrier, o American Pit Bull Terrier ainda não é reconhecido como uma raça pela Fédération Cynologique Internationale (FCI).

Características

O Pitbull é um cachorro de porte médio, forte e extremamente musculoso. A expectativa de vida de um cão assim pode ser de 12 a 13 anos. Ele pode atingir uma altura de até 53 centímetros e um peso
corporal de até 30 kg, e os machos são significativamente mais pesados e maiores.

Quase todas as opções de cores estão incluídas no padrão da raça Pitbull, com exceção de Merle, (uma espécie de cinza azulado) e albino, incluídas no padrão da raça e as principais cores são bege e branco, cinza e branco.

O focinho pode ser de qualquer cor, mais frequentemente preto e vermelho: o clássico Pitbull Red Nose.

· Nome original American Pit Bull Terrier

· País de origem Estados Unidos

· Cor Preto, Branco, Tigrado, Fulvo, Tan, Azul, Cinzento, Marrom, Vermelho

· Expectativa de vida 12 a 14 anos

· Pelo Pelagem Curta

Sobre o seu temperamento

É aqui que entra em jogo a controvérsia sobre genética, criação e comportamento. A raça ainda é estigmatizada por vários ataques, mas é relatada como sendo muito mansa e familiar. Isso nos leva à conclusão de que o que realmente comanda é o amor.

Quando filhotes os pitbulls devem ser criados com amor e respeito. Assim, por respeito, entendemos que é bom manter seu lugar e não se envolver em momentos em que o cão come para evitar acidentes causados por mero instinto (o que pode acontecer a qualquer animal de estimação!).

Ao contrário de sua reputação como um cão de combate perigoso, o Pitbull é um cão de companhia leal e afetuoso. Então com a educação certa, ele não mostra agressão contra as pessoas. Devido à sua natureza divertida e de boa índole, mesmo na idade adulta, ele é um cão ideal para a família.

Também é adequado como companheiro de brincadeira para crianças. Devido ao seu forte instinto protetor, ele também é um cão de guarda talentoso.

Devido à sua pronunciada autoconfiança, o pitbull geralmente se sente superior. É por isso que você deve socializá- lo consistentemente. Embora o Pitbull seja forte, seu caráter é gentil e sensível.

O Pitbull com crianças, estranhos e outros animais

Pode parecer mentira, mas o Pitbull pode se dar muito bem com crianças e até se tornar amigos inseparáveis. Esse tipo de atitude de muita amizade e proteção muitas vezes pode levar ao ciúme. O pitbull é leal à sua família, mas com estranhos e outros animais de médio e pequeno porte pode se tornar extremamente defensivo.

Existem mais curiosidades sobre a raça, se você quiser ler a matéria completa, entre no nosso site www.diganaoaleishmaniose.com.br

Até a próxima!!

Fonte: Royal Pets

@diganaoaleishmaniose @marlipress

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Isolamento Social – Veterinário dá dicas importantes de como cuidar dos pets

Tutores e seus pets em isolamento social

Tutores precisam estar atentos a saúde do animal, como parasitas, mesmo dentro de casa

A continuação do isolamento social em muitos estados brasileiros impacta diretamente na vida das pessoas e também dos
animais, que seguem sendo a companhia de muita gente nesse período. No entanto, o que pouca gente sabe é que alguns cuidados, como a utilização de antiparasitários, devem continuar sendo realizados com os cães e gatos. De acordo com Ahmed A. Álvarez, médico-veterinário e gerente de produto pet da MSD Saúde Animal, não é porque eles estão mais em casa que não estão expostos às doenças. Assim, separamos algumas dicas para o tutor ficar atento e continuar garantindo uma vida melhor ao pet neste isolamento
social.

Pulgas e carrapatos vivem dentro de casa!
Você sabia que as pulgas e carrapatos vivem mais dentro do que fora de casa? Então, se você acha que, fazendo isolamento social, seu pet não está arriscado a contrair esses parasitas, você está errado. De acordo com o pesquisador Nicolau Serra-Freire, do Laboratório de Diversidade Entomológica do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), apenas 5% deles estão no animal, enquanto 95% estão no ambiente, e a melhor maneira de prevenir a infestação é manter o lugar limpo e higienizado.
Para isso, além da limpeza tradicional, é preciso que o tutor utilize um medicamento anti parasitas, alerta Ahmed. “É muito importante que o dono administre um produto com rápida eficácia e longa duração. Assim, além de
cuidar do animal, também está protegendo o lar e a família”, explica.
Além disso, o veterinário ressalta que a atenção deve ser mantida tanto com os cães quanto com os gatos, que, por serem animais mais independentes e caseiros, algumas pessoas acreditam serem insuscetíveis aos parasitas.
Então, fica a dica: para ajudar na aplicação, existe até um produto transdermal, colocado no pescoço do felino, o que evita o estresse da administração.
Carteira de vacinação em dia, hein?!

Não deixe de conceder as doses de vacinação e prevenção ao seu pet. Esse controle é muito importante para manter o sistema imunológico do animal bem e livre de inúmeras doenças.

“Manter a carteira de vacinação em dia é muito importante. Mas é sempre bom ter em mente que cada cachorro ou gato possui perfil, comportamento, raça e necessidades diferentes. Por isso a sugestão é que cada calendário vacinal seja avaliado e montado diretamente com o profissional de veterinária, para que assim ele possa montar um plano preciso para cada pet”, orienta o especialista.

Dica final do vet!

Aproveite o momento para ficar ainda mais pertinho do seu pet. Além de ele
ser especial, transmitir amor e carinho, diversas pesquisas comprovam que
ele pode ajudá-lo neste momento tão delicado. De acordo com a
Organização Mundial da Saúde, em 2019 o Brasil foi o país com mais
pessoas ansiosas do mundo, cerca de 18,6 milhões, e, olha que bacana, o
convívio com animais de estimação estimula a produção e a liberação de
endorfina e serotonina, o que proporciona sensação de bem-estar e
relaxamento. Então, desfrute desse benefício!
@diganaoaleishmaniose @marlipress

 

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Leishmaniose em pauta – 15 anos da campanha com lives

biscoito live leish

Campanha de conscientização sobre a leishmaniose faz 15 anos, e comemora com LIVES no perfil do Instagram.

Vários nomes consagrados sobre o tema participarão de lives durante todo o mês de Agosto, em comemoração aos 15 anos da campanha @diganaoaleishmaniose falando sobre o tema.

Especialistas como, Dra Mary Marcondes, Dra Romeika Reis Lima , Dr. André Fonseca, Dr. Claudio Rossi, Dr. Paulo Tabanez,  Dr.Fabio Nogueira, Dr. Marcio Moreira, as veterinárias atuantes em suas cidades Dra Christiane Otsuki, Dra Bianca Lomasi, Dra Sirley Rodrigues,e as advogadas Dra Vivi Vieri e Dra Carla Zero, entre tantos convidados especiais como tutores, protetores e formadores de opinião. As lives serão em horários alternados, pois o intuito da campanha é poder conversar com todos de forma agradável, num bate papo para que cada pessoa assista durante ou após o horário. As Lives ficarão gravadas no IGTV do instagram e posteriormente, irão para o canal do YouTube da campanha.

Veja a agenda desta primeira semana:

01/08 às 17h01 – Aline Leite – Tutora do PitBull Baruck – São Paulo – SP

02/08 às 17h02 – Lionel Falcon – Fotógrafo de Pets – São Paulo – SP

03/08 às 10h33 – Dra Bianca Lomasi – Médica Veterinária – São Caetano do Sul – SP

04/08 às 21h04 – Vivi Vieri – Advogada na cidade de Jales – SP

05 /08 às 17h05 – Carla Zero – Advogada e empresária São Paulo – SP

06 /08 às 17h06 – Dra Sirlei Rodrigues – Médica Veterinária – São Paulo – SP

07/08 às 17h07 – Dra Christiane Otsuki – Médica Veterinária na cidade de Araçatuba – SP

08/08 às 17h08 – Mara Pallotta tutora do SRD Luau do instagram @chupaleish – Aldeia da Serra – SP

10/09 às 21h10 – Dr. André Fonseca Médico veterinário e atuante na causa em Mato Grosso do Sul – MS grupo Brasileish

11/08 às 18h11 – Dr. Claudio Rossi  Médico Veterinário,  gerente técnico da Ceva Pet Brasil

11/08 às 21h11 – Dr. Paulo Tabanez Médico Veterinário, palestrante e do grupo Brasileish

12/08 às 16h – Dra. Romeika Reis – Médica Veterinária atuante na cidade de Natal – RN

13/08 às 21h13 – Dr. Fabio Nogueira Médico Veterinário atuante na cidade de Andradina – SP e do grupo Brasileish

14/08 às 17h14 – Lis Monteiro Farnmacêutica e pesquisadora de para a área humana da leishmaniose

14/08 às 20h14 – Dr Marcio Moreira – Médico Veterinário, professor atuante nas pesquisas em tratamentos da leishmaniose e atua na cidade de Pirituba e São Paulo Capital.

15/08 às 17h15  – Dra. Mary Marcondes – Médica Veterinária, atuante na questão da leishmaniose no Brasil e no mundo

17/08 às 17h17 – Dra Tassia Obeidi – Médica Veterinária técnica do laboratório MSD – coleira e repelente para cães

18/08 às 17h18 – Dra Bianca Gutierrez – Médica Veterinária técnica do Laboratório CEVA – prevenção vacina e repelente cães

20/08 às 17h20 – Dr. Fabio Bertola – Médico Veterinário – Coordenador do Centro de Zoonoses da cidade de São Caetano do Sul – SP

23/08 às 17h – Dra Indrid Menz – Médica Veterinária especialista em vacinas no Brasil

24/08 às 17h – Carla Hits empresária e proprietária do Canil Familia Golden Hits

26/08 às 17h26 – Dr.João Evangelista – Farmacêutico e responsável pelo suplemento Fitoplus

27/08 às 17h27 – Filipe Bezerra tutor do cão Hércules tratado de leishmaniose e autor do livro “Até depois do Fim ”

28/08 17h28 – Maria Lucia Metello – atuante na causa animal e presidente da ONG Abrigo dos Bichos em Campo Grande – MS

Fiquem ligados na agenda para as lives com os convidados através do instagram @diganaoaleishmaniose

www.diganaoaleishmaniose.blogspot.com

@marlipress

@diganaoaleishmaniose

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Conscientização do autismo, recebe cães terapeutas no ABC paulista

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Cães das Raças Golden Retriever e Labradores, encantaram crianças e adultos no Golden Square Shopping em São BernaIMG_9193rdo, no ABC paulista. Outras raças, também apareceram para solidarizar com a ação em prol do AUTISMO.

Em parceria com o Projeto Estimular – Autistas no ABC e Mamãe de um Anjo Azul, receberam as ONGs de cães de assistência INATAA, PATAS THERAPEUTAS, KUNÉ BRASIL e a Golden Retriever Milly, da Terapeuta Aline Pinheiro.
O Projeto Estimular, idealizado por Daniela Melo, mãe do Miguel de 5 anos, e com Kelly Portugal do insta @mamaedeumanjoazul, mãe do Henrique, de 9 anos, ambos diagnosticados com autismo, tiveram a iniciativa em promover eventos para unirem-se à outras mamães de anjos azuis, para juntas conquistarem o que os seus filhos precisam.

A campanha DIGA NÃO À LEISHMANIOSE, numa ação de conscientização da leishmaniose, encoleirou os cães terapeutas das ONGs e sorteou vários brindes e coleiras scalibor, a base de 4% de deltametrina para a prevenção da doença.. A idealizadora da campanha Diga Não à Leishmaniose, Marli Pó, esteve presente no evento informando sobre a doença.

Os cães, seus tutores e famílias puderam desfrutar de uma tarde super animada e divertida.

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Café com Dogs no Parque Central em Santo André

CAFE COM DOGS

UM CAFÉ DIFERENTE PARA VOCÊ, SEU DOG E SUA FAMÍLIA ESTAREM NESTE SÁBADO.
CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE A LEISHMANIOSE E MUITAS SURPRESAS.

EVENTO NA PAGINA DO FACE – CADASTRE-SE

https://www.facebook.com/events/924169721099359/?active_tab=about

CADASTRE-SE NO LINK

https://docs.google.com/forms/d/15NhX1RVwg5RGIgmEhltp4avs_Eyyc4EYtbQ9LpuYSZM/e

TE ESPERAMOS LÁ!!

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