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	<title>Diga Não à Leishmaniose &#187; governo</title>
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		<title>LUTO DOS PETS. UMA DOR SILENCIOSA.</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Oct 2022 02:23:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diga Não à Leishmaniose]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dia 2 de Novembro, será o feriado de finados e sabemos como os pets também sofrem com a perda de seus donos. Eles seguem a  pessoa que era o mundo todo deles o dia todo, ou pelo menos o tempo que estão juntos. Daí acontece o desligamento repentino, os rastros de seu cheiro vão ficando &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<div dir="ltr"><img class="alignnone size-full wp-image-1988" src="http://diganaoaleishmaniose.com.br/wp-content/uploads/2022/10/depressao-felina.jpg" alt="depressao-felina" width="640" height="425" /> <img class="alignnone size-full wp-image-1989" src="http://diganaoaleishmaniose.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Cachorro-chorando-03.jpg" alt="Cachorro chorando 03" width="640" height="426" />Dia 2 de Novembro, será o feriado de finados e sabemos como os pets também sofrem com a perda de seus donos.<br />
Eles seguem a  pessoa que era o mundo todo deles o dia todo, ou pelo menos o tempo que estão juntos. Daí acontece o desligamento repentino, os rastros de seu cheiro vão ficando cada vez menos evidentes e, apesar da total atenção em busca de sua voz, nada é encontrado.<br />
Talvez essa descrição resumida possa dar conta do grau de confusão que se instala no universo interno de​les​​ quando seu dono some. Um animal não racionaliza se é por morte ou se é porque foi abandonado, mas a maneira brusca com que isso acontece tem o poder de bagunçar bastante a vida do ​animal​.​</p>
<p>​Isso aconteceu muito ​na ​pandemia.​ Os animais ​foram​ vítimas indiretas dela. Tutores falecidos, famílias enlutadas ou endividadas, cães órfãos ou descartados. ​foi um ​cenário extremamente triste, que ​reflete ainda hoje.</p>
<p>​Nesse caso, o melhor a fazer é o acolhimento com muita atenção e amor. ​</p>
<p>O luto animal ainda é pouco estudado, mas há evidências empíricas que os ​animais​​ experimentam emoções desafiantes quando o vínculo com o dono é quebrado. O resultado pode ser a depressão, essa sim um patologia reconhecida na espécie. Cargas emocionais também podem afetar o sistema imune, deixando-os mais suscetíveis a doenças.</p>
<p>As reações variam de animal para animal e também têm relação com o nível de apego com o dono. Quando o ​pet​, ​ e o tutor viviam sozinhos, por exemplo, a dificuldade de se reajustar a uma nova realidade pode ser bem maior para  ​ele​l. Para decifrar o estado emocional de um ​pet​ depois de perder um ente querido, é importante ficar atento. A ansiedade e o estresse podem se apresentar de várias maneiras.</p>
<p>Cada animal pode reagir de forma diferente à ausência do dono. A mudança de comportamento está ligada ao grau de dependência mantida com o tutor.</p>
<p>perda de apetite;<br />
dormir mais do que o normal;<br />
prostração e isolamento;<br />
menor interesse por brincadeiras;<br />
inatividade e apatia;<br />
uivos ou latidos incontroláveis;<br />
depressão;<br />
distúrbios gastrointestinais;<br />
problemas dermatológicos;<br />
irritabilidade;<br />
agressividade;<br />
ansiedade.​                               <wbr />                              <wbr /></p>
<p>O QUE VOCÊ PODE FAZER PARA AJUDAR O ANIMAL​<br />
​<br />
Se haviam habitos muito fixos com o tutor, tente criar outra coisa para o cão fazer naquele horário;<br />
Esteja presente. Mesmo que o cão fique mais na dele, evite deixá-lo totalmente sozinho nas primeiras semanas, até perceber que ele está voltando ao normal;<br />
Aumente as doses de carinho, incluindo o toque nele (é assim que o vínculo vai se construindo), e sugira brinquedos novos — mas respeite a vontade dele;<br />
Evite alimentar a saudade. Ou seja, recolha pertences pessoais ou íntimos do antigo tutor, como roupas, bolsas ou sapatos;<br />
Apresente ao cão novos estímulos, principalmente para o olfato, incluindo passeios por novas rotas ou parques onde possa ter contato com outros cães;<br />
Enriquecimento ambiental. Em complemento ao item anterior, crie um ambiente mais estimulante para a mente do cão;<br />
Se você conhece os gostos dele, não hesite em mimá-lo. Isso vai ajudá-lo a se sentir seguro novamente;<br />
Fique atento quanto ao consumo de água e alimentos. Varie o cardápio para estimular sua vontade. Se a falta de apetite ou a baixa ingestão de líquido persistir, busque atendimento veterinário;<br />
Atenção também à regularidade das necessidades fisiológicas.<br />
Na verdade, eles são mesmo como filhos que perderam seus pais, totalmente indefesos e sem poder expressar em palavras a sua dor.<br />
Fonte: <a href="http://totosdatete.org.br/" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://totosdatete.org.br&amp;source=gmail&amp;ust=1666969077929000&amp;usg=AOvVaw1kj0bqtbAEXvwAuIHv4K5T">totosdatete.org.br</a></p>
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<div dir="ltr">LUTO DOS PETS, UMA DOR SILENCIOSA.</p>
<p>Dia 2 de Novembro, será o feriado de finados e sabemos como os pets também sofrem com a perda de seus donos.<br />
Eles seguem a  pessoa que era o mundo todo deles o dia todo, ou pelo menos o tempo que estão juntos. Daí acontece o desligamento repentino, os rastros de seu cheiro vão ficando cada vez menos evidentes e, apesar da total atenção em busca de sua voz, nada é encontrado.<br />
Talvez essa descrição resumida possa dar conta do grau de confusão que se instala no universo interno de​les​​ quando seu dono some. Um animal não racionaliza se é por morte ou se é porque foi abandonado, mas a maneira brusca com que isso acontece tem o poder de bagunçar bastante a vida do ​animal​.​</p>
<p>​Isso aconteceu muito ​na ​pandemia.​ Os animais ​foram​ vítimas indiretas dela. Tutores falecidos, famílias enlutadas ou endividadas, cães órfãos ou descartados. ​foi um ​cenário extremamente triste, que ​reflete ainda hoje.</p>
<p>​Nesse caso, o melhor a fazer é o acolhimento com muita atenção e amor. ​</p>
<p>O luto animal ainda é pouco estudado, mas há evidências empíricas que os ​animais​​ experimentam emoções desafiantes quando o vínculo com o dono é quebrado. O resultado pode ser a depressão, essa sim um patologia reconhecida na espécie. Cargas emocionais também podem afetar o sistema imune, deixando-os mais suscetíveis a doenças.</p>
<p>As reações variam de animal para animal e também têm relação com o nível de apego com o dono. Quando o ​pet​, ​ e o tutor viviam sozinhos, por exemplo, a dificuldade de se reajustar a uma nova realidade pode ser bem maior para  ​ele​l. Para decifrar o estado emocional de um ​pet​ depois de perder um ente querido, é importante ficar atento. A ansiedade e o estresse podem se apresentar de várias maneiras.</p>
<p>Cada animal pode reagir de forma diferente à ausência do dono. A mudança de comportamento está ligada ao grau de dependência mantida com o tutor.</p>
<p>perda de apetite;<br />
dormir mais do que o normal;<br />
prostração e isolamento;<br />
menor interesse por brincadeiras;<br />
inatividade e apatia;<br />
uivos ou latidos incontroláveis;<br />
depressão;<br />
distúrbios gastrointestinais;<br />
problemas dermatológicos;<br />
irritabilidade;<br />
agressividade;<br />
ansiedade.​                               <wbr />                              <wbr /></p>
<p>O QUE VOCÊ PODE FAZER PARA AJUDAR O ANIMAL​<br />
​<br />
Se haviam habitos muito fixos com o tutor, tente criar outra coisa para o cão fazer naquele horário;<br />
Esteja presente. Mesmo que o cão fique mais na dele, evite deixá-lo totalmente sozinho nas primeiras semanas, até perceber que ele está voltando ao normal;<br />
Aumente as doses de carinho, incluindo o toque nele (é assim que o vínculo vai se construindo), e sugira brinquedos novos — mas respeite a vontade dele;<br />
Evite alimentar a saudade. Ou seja, recolha pertences pessoais ou íntimos do antigo tutor, como roupas, bolsas ou sapatos;<br />
Apresente ao cão novos estímulos, principalmente para o olfato, incluindo passeios por novas rotas ou parques onde possa ter contato com outros cães;<br />
Enriquecimento ambiental. Em complemento ao item anterior, crie um ambiente mais estimulante para a mente do cão;<br />
Se você conhece os gostos dele, não hesite em mimá-lo. Isso vai ajudá-lo a se sentir seguro novamente;<br />
Fique atento quanto ao consumo de água e alimentos. Varie o cardápio para estimular sua vontade. Se a falta de apetite ou a baixa ingestão de líquido persistir, busque atendimento veterinário;<br />
Atenção também à regularidade das necessidades fisiológicas.<br />
Na verdade, eles são mesmo como filhos que perderam seus pais, totalmente indefesos e sem poder expressar em palavras a sua dor.<br />
Fonte: <a href="http://totosdatete.org.br/" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://totosdatete.org.br&amp;source=gmail&amp;ust=1666969077929000&amp;usg=AOvVaw1kj0bqtbAEXvwAuIHv4K5T">totosdatete.org.br</a></div>
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		<title>Conheça os tipos de sintomas e a transmissão das leishmanioses em humanos</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Oct 2021 15:37:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diga Não à Leishmaniose]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Sistema Único de Saúde oferece tratamento para a doença e é pioneiro na adoção de medicamentos orais Existem, no mundo, diferentes tipos de leishmanioses. No Brasil, há atualmente dois tipos, a tegumentar e a visceral, cada uma transmitida por um protozoário diferente. A leishmaniose tegumentar tem circulação maior em ambientes rurais, de mata. Além &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Sistema Único de Saúde oferece tratamento para a doença e é pioneiro na adoção de medicamentos orais</p>
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<div id="media"><img src="https://www.gov.br/pt-br/noticias/saude-e-vigilancia-sanitaria/2021/10/saiba-quais-sao-os-tipos-os-sintomas-e-a-transmissao-das-leishmanioses-em-humanos/infografico_leishmanioses-1.png/@@images/fc9680e4-570e-439a-8899-16ae80b399a8.png" alt="Saiba quais são os tipos, os sintomas e a transmissão das leishmanioses em humanos" width="576" height="768" /></div>
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<p dir="ltr">Existem, no mundo, diferentes tipos de leishmanioses. No Brasil, há atualmente dois tipos, a tegumentar e a visceral, cada uma transmitida por um protozoário diferente. A leishmaniose tegumentar tem circulação maior em ambientes rurais, de mata. Além disso, não é letal e está relacionada ao surgimento de lesões na pele ou mucosa. A visceral, por sua vez, se não tratada adequadamente pode ser letal ao ser humano e para os cães, acometendo fígado, baço e medula óssea.</p>
<p>Segundo o médico veterinário da Secretaria de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Lucas Edel Donato, o tratamento da leishmaniose tegumentar está disponível gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS), que conta com um elenco terapêutico para as pessoas com a doença. &#8220;Atualmente, foi incorporado um medicamento de uso oral, o Brasil é pioneiro na incorporação dessa droga para tratamento da leishmaniose tegumentar. A depender do perfil clínico do paciente, vai ser recomendado um tipo de medicamento&#8221;, explica.</p>
<p>Em participação no programa do Ministério da Saúde O Brasil Quer Saber, Donato esclarece que circulam no país, atualmente, três espécies de protozoários causadores de leishmaniose: &#8220;O primeiro é o a Leishmania braziliensis, que está presente em todas as unidades federativas e tem o maior número de notificações. Também há o a Leishmania amazonensis, que também está presente em todos os estados brasileiros, e o a Leishmania guyanensis, cuja notificação é restrita à ocorrência é mais frequente na região Norte&#8221;.</p>
<h3>Sintomas</h3>
<p dir="ltr">A leishmaniose tegumentar pode causar lesões cutâneas ou nas mucosas (oral, nasal ou genital), a depender do tipo de espécie de protozoário envolvida. A doença começa a se manifestar com essa lesão ulcerada, com borda elevada, que não causa dor. A leishmaniose visceral, por outro lado, apresenta febre irregular e prolongada, anemia, indisposição, palidez da pele ou das mucosas, falta de apetite, perda de peso, e inchaço do abdômen devido ao aumento do fígado e do baço.</p>
<h3>Diagnóstico</h3>
<p dir="ltr">O diagnóstico utilizado e recomendado no Brasil para a leishmaniose tegumentar as leishmanioses é feito por meio de exame parasitológico direto, no qual se visualiza a presença do parasito específico que está causando a doença. Esse tipo de exame é importante para descartar outras doenças infecciosas que circulam no país com lesões semelhantes, a exemplo da sífilis e da hanseníase. Para a leishmaniose visceral é disponibilizado o teste rápido que é um método não invasivo e de fácil manuseio.</p>
<h3>Transmissão</h3>
<p dir="ltr">A leishmaniose é uma doença vetorial, transmitida pela picada de um mosquito inseto infectado que se assemelha a um mosquito. Em todo o país, há várias espécies do mosquito inseto responsável pela transmissão, que variam de acordo com a região. Geralmente, o mosquito inseto infecta-se por meio de animais silvestres e, na picada, transmite esse parasito às pessoas.</p>
<h3>Prevenção</h3>
<p dir="ltr">Segundo Donato, para prevenir as leishmanioses, recomenda-se que as pessoas que vivem ou trabalham em áreas de mata ou áreas rurais não se exponham nos horários crepusculares (entardecer ao amanhecer) e façam uso de vestimentas de manga longa e calças, a fim de evitar o contato do mosquito inseto vetor com a pele. Para controle do vetor, é possível um manejo ambiental, como a limpeza do quintal onde os vetores costumam estar presentes.</p>
<p>&#8220;Em situações específicas, os municípios também fazem controle químico quando a transmissão ocorre no intradomicílio e peridomicílio. Se, após uma investigação, é observado que o mosquito inseto está circulando em uma residência, é borrifado inseticida nas paredes e o mosquito inseto, ao pousar nos locais dedetizados, morre&#8221;, explica Donato.</p>
<p>Para conferir o episódio completo do programa O Brasil Quer Saber e saber mais sobre as Leishmanioses, acesse: <a class="external-link" title="" href="https://bit.ly/2Zhifct" target="_blank" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="">O Brasil Quer Saber</a></p>
<p><em><span class="discreet"><a class="external-link" title="" href="http://gov.br/saude/pt-br" target="_blank" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="">Com informações do Ministério da Saúde</a></span></em></p>
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