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	<title>Diga Não à Leishmaniose &#187; #gatos</title>
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		<title>Páscoa com os Pets &#8211; Como Celebrar com Segurança e Sem Riscos à Saúde deles</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 04:12:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diga Não à Leishmaniose]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A chegada da Páscoa traz consigo tradições milenares, reuniões familiares e, invariavelmente, uma abundância de chocolates e decorações temáticas. No entanto, o que representa um deleite para os seres humanos pode se transformar em um grave perigo para os animais de estimação. Médicos-veterinários alertam que o período de Páscoa registra um aumento significativo nas ocorrências &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span class="gmail_signature_prefix"><img class="aligncenter wp-image-2199 size-medium" src="http://diganaoaleishmaniose.com.br/wp-content/uploads/2026/03/pascoa-para-pets-300x200.png" alt="pascoa-para-pets" width="300" height="200" /></span><span style="font-family: arial, sans-serif; font-size: large;"><br />
A chegada da Páscoa traz consigo tradições milenares, reuniões familiares e, invariavelmente, uma abundância de chocolates e decorações temáticas. No entanto, o que representa um deleite para os seres humanos pode se transformar em um grave perigo para os animais de estimação. Médicos-veterinários alertam que o período de Páscoa registra um aumento significativo nas ocorrências de intoxicação alimentar em clínicas veterinárias, motivadas principalmente pelo consumo acidental de substâncias tóxicas presentes nos doces típicos.</p>
<p><b>O Vilão Oculto: A Teobromina no Chocolate</b></span></p>
<div><span style="font-family: arial, sans-serif; font-size: large;"><b><br />
</b>O principal risco reside no chocolate, que contém uma substância chamada teobromina. Enquanto o metabolismo humano processa essa molécula com facilidade, cães e gatos o fazem de forma extremamente lenta, permitindo que ela se acumule em níveis tóxicos no organismo. Quanto mais amargo e escuro for o chocolate, maior a concentração de teobromina e, consequentemente, maior o risco de letalidade.</p>
<p>“Muitos tutores acreditam que um pequeno pedaço de chocolate não fará mal, mas a toxicidade depende do peso do animal e da concentração de cacau. Os sintomas podem demorar algumas horas para aparecer, o que muitas vezes retarda o socorro necessário”, <b><i>explica <span class="gmail_default">Dra Sirlei Rodrigues do Centro Veterinário Bom Pastor</span></i></b></p>
<p><b>Além do Chocolate: Outros Perigos da Época</b></span></div>
<div><span style="font-family: arial, sans-serif; font-size: large;"><b><br />
</b>Embora o chocolate seja o perigo mais conhecido, a Páscoa esconde outras ameaças que exigem atenção redobrada dos tutores:</p>
<p>1.      Lírios e Plantas Ornamentais: Comuns em arranjos de Páscoa, os lírios são extremamente tóxicos para gatos. O simples contato com o pólen ou a ingestão de uma pequena parte da folha pode causar insuficiência renal aguda.<br />
2.      Embalagens e Enfeites: Papéis celofane, fitas e plásticos coloridos que envolvem os ovos de Páscoa podem ser ingeridos por curiosidade, causando obstruções intestinais graves que podem exigir intervenção cirúrgica.<br />
3.      Uvas Passas e Xilitol: Presentes em pães de Páscoa e doces “diet”, as uvas passas podem causar falência renal em cães, enquanto o xilitol (adoçante) provoca uma queda brusca de glicose no sangue e danos hepáticos.</p>
<p></span></div>
<div><span style="font-family: arial, sans-serif; font-size: large;"><b>Tabela de Comparação: O que Evitar e o que Oferecer</b></span></div>
<div><span style="font-family: arial, sans-serif; font-size: large;"><b><br />
</b>Para garantir que o seu pet participe da celebração sem riscos, é fundamental substituir os itens perigosos por alternativas seguras e específicas para animais.</p>
<p><b>Sintomas de Alerta e Primeiros Socorros</b></span></p>
<div><span style="font-family: arial, sans-serif; font-size: large;"><br />
Caso ocorra a ingestão acidental de substâncias proibidas, o tutor deve observar sinais clínicos como vômitos, diarreia, agitação excessiva, tremores, aumento da frequência cardíaca e convulsões. Nestes casos, a recomendação é clara: não tente induzir o vômito em casa sem orientação profissional e leve o animal imediatamente a um pronto-socorro veterinário, preferencialmente portando a embalagem do produto ingerido para facilitar o diagnóstico.</p>
<p><b>O Coelho não é um Brinquedo</b></span></p>
<div><span style="font-family: arial, sans-serif; font-size: large;"><b><br />
</b>Um ponto crucial abordado por entidades de proteção animal nesta época é a compra impulsiva de coelhos reais como presentes para crianças. Coelhos são animais sensíveis, que exigem cuidados específicos, espaço adequado e podem viver por mais de 10 anos. A adoção ou compra deve ser uma decisão planejada por toda a família, e não um impulso sazonal que, infelizmente, muitas vezes resulta em abandono semanas após o feriado.</p>
<p></span></p>
<div><span style="font-family: arial, sans-serif; font-size: large;"><b>Celebração com Responsabilidade</b></span></div>
<div><span style="font-family: arial, sans-serif; font-size: large;"><b><br />
</b>A Páscoa pode ser um momento de alegria para toda a família, incluindo os membros de quatro patas. Ao optar por produtos desenvolvidos especificamente para o paladar e a fisiologia animal, como os ovos de Páscoa à base de alfarroba, os tutores garantem que a festividade seja marcada apenas por boas memórias. A prevenção continua sendo o melhor remédio para garantir a longevidade e o bem-estar dos nossos companheiros.</span></div>
</div>
</div>
</div>
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		<title>AGOSTO VERDE : Leishmaniose em gatos: sinais e prevenção.</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Sep 2024 00:59:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diga Não à Leishmaniose]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[#coleirascalibor #msdsaudeanimal #leishmaniose #sanimvet #projetopacotinhodeamor #museudoipiranga #oabipiranga]]></category>
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		<description><![CDATA[AGOSTO VERDE é o mês da conscientização nacional da leishmaniose, estabelecido desde 2016. A leishmaniose visceral é uma doença causada pelo protozoário do gênero Leishmania spp. Este parasita é transmitido através da picada dos mosquitos dos gêneros Lutzomyia e Phlebotomus, também conhecidos como “mosquitos-palha” ou flebotomíneos respectivamente. Embora afete principalmente humanos e cães, os gatos também podem contrair a doença. Em gatos, a leishmaniose geralmente se manifesta &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h1><b>AGOSTO VERDE </b>é o mês da conscientização nacional da leishmaniose, estabelecido desde 2016.</h1>
<div>
<p>A leishmaniose visceral é uma doença causada pelo protozoário do gênero <em>Leishmania</em> spp. Este parasita é transmitido através da picada dos mosquitos dos gêneros<em> Lutzomyia</em> e <em>Phlebotomu<wbr />s</em>, também conhecidos como “mosquitos-palha” ou flebotomíneos respectivamente.<em> </em>Embora afete principalmente humanos e cães, os gatos também podem contrair a doença.</p>
<p>Em gatos, a leishmaniose geralmente se manifesta de forma subclínica, levando à dificuldade no diagnóstico da doença nesta espécie.</p>
<p>A seguir, fornecemos informações detalhadas sobre a manifestação da leishmaniose em gatos e seu manejo clínico.</p>
<h2 id="m_-7401153150735707592m_-1445729837226698392gmail-h-caracteristicas-gerais">Características gerais</h2>
<p>A leishmaniose é uma doença endêmica presente em vários países da América Latina, Mediterrâneo Europeu, Oriente Médio e Ásia. Devido à sua ampla distribuição geográfica e ao seu complexo ciclo de transmissão, é considerada uma das doenças vetoriais de maior impacto na saúde pública no mundo.</p>
<p>Foram identificadas mais de 30 espécies de <em>Leishmania spp.</em>, das quais pelo menos 20 são patogênicas para mamíferos.</p>
<p>A Organização Pan-Americana da Saúde estima que a leishmaniose é endêmica em 98 países e territórios e que mais de 350 milhões de pessoas estão sob risco de serem infectados pelo parasita.</p>
<p>Em relação aos animais domésticos, <em>L. infantum</em> é a espécie de maior prevalência nesse grupo. Essa espécie acomete principalmente cães, causando a Leishmaniose Visceral Canina, uma das doenças zoonóticas mais importantes da América Latina.</p>
<p>A presença da <em>leishmania</em> em animais domésticos não afeta apenas a saúde e bem-estar desses animais, mas também pode aumentar o risco de transmissão da doença para os humanos.</p>
<p>O gatos podem ser infectados pelas mesmas espécies de l<em>eishmania</em> encontradas nos cães, no entanto, é importante mencionar que a taxa de infecção em felinos é menor e existem menos casos relatados.</p>
<p>Embora ainda não existam estudos específicos sobre a via de transmissão da <em>Leishmania</em> spp. em felinos, sabe-se que a principal forma de contágio é através da picada de flebotomíneos infectados. Por outro lado, até o momento, não há estudos suficientes que demonstrem a transmissão vertical e horizontal em gatos, como demonstrado em cães, humanos e camundongos.</p>
<h2 id="m_-7401153150735707592m_-1445729837226698392gmail-h-sinais-e-sintomas">Sinais e sintomas</h2>
<p>Embora a leishmaniose em gatos geralmente seja assintomática, aqueles que apresentam sinais clínicos geralmente têm algum tipo de comprometimento imunológico, geralmente uma infecção concomitante com agentes retrovirais (FIV e/ou FeLV), estão sob tratamentos imunossupressores ou apresentam doenças crônicas e degenerativas.</p>
<p>Em gatos sintomáticos, é comum observar a apresentação cutânea da leishmaniose, caracterizada pela presença de lesões dérmicas e mucocutâneas. Entre elas se destacam:</p>
<ul>
<li>Úlceras</li>
<li>Nódulos</li>
<li>Alopecia</li>
<li>Dermatite esfoliativa</li>
</ul>
<p>Tanto os nódulos quanto as úlceras podem ocorrer de forma localizada ou generalizada, distribuindo-se ao redor da cabeça, especialmente na região do nariz, boca e pálpebras, assim como na região distal dos membros. Devemos considerar que as úlceras podem se agravar devido a infecções bacterianas secundárias.</p>
<p><img class="aligncenter wp-image-2141 size-medium" src="http://diganaoaleishmaniose.com.br/wp-content/uploads/2024/09/gatocomleish-300x233.jpeg" alt="gatocomleish" width="300" height="233" /></p>
<p>Por outro lado, a dermatite esfoliativa, ao contrário do que ocorre em cães, é menos comum em felinos.</p>
<p>Também podem ocorrer sintomas inespecíficos, como perda de peso, falta de apetite, desidratação, letargia e linfadenomegalia generalizada.1</p>
<p>Nos casos relatados, foram mencionadas as seguintes alterações hematológicas2,3</p>
<ul>
<li>Anemia normocítica normocrômica arregenerativa</li>
<li>Pancitopenia</li>
<li>Hiperproteinemia por hipergamaglobulinemia</li>
<li>Aumento das enzimas hepáticas</li>
</ul>
<h2 id="m_-7401153150735707592m_-1445729837226698392gmail-h-diagnostico"><span style="font-size: large;">Prevenção e considerações</span></h2>
<p>Embora os cães sejam considerados os principais reservatórios de <em>Leishmania infantum</em>, pesquisas recentes indicam que os felinos também podem atuar como reservatórios secundários da doença. Isso significa que, embora os gatos não sejam essenciais para a sobrevivência do parasita na população de mamíferos, eles podem abrigar a doença para outros indivíduos.</p>
<p>Mais estudos são necessários para entender completamente o papel epidemiológico dos gatos na transmissão da <em>Leishmania </em>spp. Infelizmente não há uma vacina para os pets.</p>
<p>Portanto, para prevenir a doença na população, é necessário adotar uma série de medidas preventivas multifatoriais. Essas medidas devem se concentrar principalmente na erradicação do flebótomo nos lares.</p>
<p>É importante tomar medidas para evitar que os cães, os principais reservatórios da doença, contraiam a infecção. Para isso, possíveis medidas a serem implementadas são:</p>
<p>No lar:</p>
<ul>
<li>Erradicar ervas daninhas e vegetação ao redor das residências</li>
<li>Evitar o acúmulo de resíduos orgânicos</li>
<li>Evitar locais de reprodução do vetor, principalmente durante o entardecer e anoitecer</li>
<li>Implementar medidas de saneamento ambiental com inseticidas</li>
<li>Utilizar repelentes e telas mosquiteiras</li>
<li>Manter limpo o ambiente de moradia dos <em>pets</em></li>
</ul>
<p>Em relação aos cães:</p>
<ul>
<li>Usar inseticidas repelentes de liberação constante e longa duração (coleiras, pipetas)</li>
<li>Controlar ativamente cães com suspeita clínica da doença e realizar monitoramento sorológico.</li>
</ul>
<p>É indispensável conscientizar a população sobre a importância de seguir essas medidas preventivas, incentivando a colaboração e o compromisso na prevenção da leishmaniose visceral. A erradicação dessa doença requer uma abordagem integral e colaborativa, onde a eliminação do flebótomo e a proteção dos cães são as medidas prioritárias.</p>
<p>A prevenção da leishmaniose é uma tarefa a longo prazo que requer um compromisso compartilhado entre a comunidade, os profissionais de saúde e os tutores dos <em>pets</em>.</p>
</div>
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		<title>Oleos essenciais, aromaterapeuta cria repelente para leishmaniose</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2021 00:36:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diga Não à Leishmaniose]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Criado pela aromaterapeuta Daniele Hornos, o repelente natural é indicado para toda a família. A terapeuta desconhecia sobre a leishmaniose e ficou muito preocupada, por isso resolveu criar um repelente que fosse 100% natural e fosse usado tanto para o pet quanto para o humano. Sua empresa @oeblendoficial está apoiando a campanha @diganaoaleishmaniose e 30% &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1866" src="http://diganaoaleishmaniose.com.br/wp-content/uploads/2021/08/repelente-oeblend.jpeg" alt="repelente oeblend" width="1200" height="1600" /></p>
<p>Criado pela aromaterapeuta Daniele Hornos, o repelente natural é indicado para toda a família.<br />
A terapeuta desconhecia sobre a leishmaniose e ficou muito preocupada, por isso resolveu criar um repelente que fosse 100% natural e fosse usado tanto para o pet quanto para o humano.</p>
<p>Sua empresa @oeblendoficial está apoiando a campanha @diganaoaleishmaniose e 30% das vendas serão doados para a conscientização e prevenção dessa grave doença.</p>
<p>A Leishmaniose é causada pela picada de um inseto, conhecido como mosquito palha. Esse mosquito se prolifera em lugares úmidos e quentes e agem atacando suas vítimas ao entardecer e ao amanhecer. São pequenas moscas,(3mm), de cor alaranjada que picam de forma indolor e os sintomas só aparecem a partir de 6 meses a um ano na sua vítima, os sintomas são: perda de apetite, emagrecimento rápido, cansaço e prostração, tanto em HUMANOS como nos CÃES, podendo matar.</p>
<p>A única forma eficaz de combater a essa doença é a prevenção com o uso do repelente correto.<br />
É preciso além de usar o repelente, evitar passeios ao ar livre em horários ao entardecer e ao amanhecer em parques e lugares de mata.<br />
O uso do repelente natural é indicado para reforço de 3 em 3 horas.</p>
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		<title>Semana Nacional de conscientização e prevenção da leishmaniose.</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Aug 2021 20:30:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diga Não à Leishmaniose]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Campanha Diga Não à Leishmaniose intensifica a informação e prevenção da doença. Em 2012 foi sancionada pelo Presidente da República a Lei nº 12.604/12, que cria a Semana Nacional de Controle e Combate à Leishmaniose, celebrada anualmente na semana que incluir o dia 10 de agosto, com o objetivo de estimular ações educativas e &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1525" src="http://diganaoaleishmaniose.com.br/wp-content/uploads/2014/10/celimagens09-09-289.jpg" alt="celimagens09-09 289" width="800" height="800" />A Campanha Diga Não à Leishmaniose intensifica a informação e prevenção da doença.</p>
<p>Em 2012 foi sancionada pelo Presidente da República a Lei nº 12.604/12, que cria a Semana Nacional de Controle e Combate à Leishmaniose, celebrada anualmente na semana que incluir o dia 10 de agosto, com o objetivo de estimular ações educativas e preventivas, promover debates e outros eventos sobre as políticas públicas.</p>
<p>A campanha Diga Não à Leishmaniose faz esse trabalho desde 2005, e outras entidades como a BRASILEISH com médicos veterinários e advogados, também lutam a duras penas contra essa grave doença que é um problema de saúde pública e não é mais um problema onde há mata, os mosquitos estão migrando para locais urbanos.</p>
<p>Até o ano de 2016, os cães infectados tinham que ser sacrificados, uma doença com diagnóstico tão complexo não identifica imediatamente se o cão tem ou não a doença.</p>
<p>Por isso, muitos cães eram sacrificados mesmo sem ter os sintomas. A partir desta data, a ANVISA, registrou aqui no Brasil um medicamento para tratamento do cão, que associado a um protocolo, o cão poderá ter uma chance.<br />
Infelizmente não é um medicamento de valor acessível, mas se usado no tratamento correto, com um médico veterinário que trata a leishmaniose com responsabilidade, será usado até que os exames estejam bons.<br />
Cães em tratamento não transmitem a leishmaniose, mas o melhor remédio mesmo é a PREVENÇÃO!!<br />
Conscientizar as pessoas sobre essa grave doença, segunda que mais mata HUMANOS no mundo.<br />
Temos várias regiões endêmicas, próximo a São Paulo, as cidades de COTIA, EMBU, INDAIATUBA e as cidades do litoral paulista estão sempre em alerta.</p>
<p>&#8220;Não é fácil identificar um cão com leishmaniose sem sintomas, mas após o exame, é muito importante tratar o seu cão e não entregá-lo para a eutanásia. Já soube de muitas pessoas que tiveram que entregar seus cães assintomáticos antes de 2016 para o CCZ de forma absurda, médicos veterinários sendo perseguidos e tendo suas licenças cassadas. O tratamento é como o de um câncer, que tem que fazer as sessões de quimioterapia e depois o acompanhamento até o final da vida do animal.<br />
Em humanos, muitas pessoas vão a óbito, pois já tem uma doença crônica e o tratamento é muito doloroso, com injeções intramusculares diárias por 3 meses. 90% dos casos não tem sucesso no tratamento e falecem.Já imaginou!!? . Para os humanos, temos apenas repelentes, cuidados ao ir em lugares endêmicos e muita oração!!!&#8221; comenta Marli Pó, idealizadora e coordenadora da campanha desde 2005.</p>
<p>O mais importante mesmo é informar corretamente, conscientizar a população e prevenir os cães, pois muitos dos métodos preventivos, ajudam o meio ambiente também. Coleiras, pipetas, repelentes nos pets, no ambiente e limpeza em jardins e terrenos é fundamental, pois os flebotomíneos, conhecidos popularmente como mosquito palha, adoram lugares úmidos e quentes e agem atacando suas vítimas ao entardecer e ao amanhecer&#8230;agem no crepúsculo. São pequenas moscas,(3mm), de cor alaranjada que picam de forma indolor e os sintomas só aparecem a partir de 6 meses a um ano na sua vítima, quando os sintomas aparecem como perda de apetite, emagrecimento rápido, cansaço e prostração, tanto em HUMANOS como nos CÃES. A cutânea aparece em forma de pequenas feridas no corpo que não curam com nada, e nos cães, em torno dos olhos, próximo as patas, no fuço, e coçam muito. Grave né??</p>
<p>&#8220;O importante é informar ao máximo as pessoas e que elas entendam a importância da prevenção. Assim podemos salvar vidas! A organização MSF &#8211; Médicos sem fronteiras, faz um trabalho maravilhoso com as pessoas.&#8221; Completa Marli.</p>
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		<title>Agosto mês da leishmaniose &#8211; Leishmaniose Felina: gato também tem!</title>
		<link>http://diganaoaleishmaniose.com.br/blog/agosto-mes-da-leishmaniose-leishmaniose-felina-gato-tambem-tem</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Aug 2021 03:16:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As leishmanioses são doenças infecciosas contagiosas entre os animais o ser humano, que ocorre através da picada do mosquito fêmea infectado chamada Lutzomyia longipalpis. Pode ser transmitida também através de transfusão sanguínea. Segundo a Organização Mundial da Saúde,esta enfermidade apresenta aproximadamente 12 milhões de casos, com mortalidade anual em torno de 60 mil pessoas e &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://diganaoaleishmaniose.com.br/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2020-02-18-at-21.30.26-2.jpeg" alt="WhatsApp Image 2020-02-18 at 21.30.26 (2)" width="710" height="705" class="alignnone size-full wp-image-1850" />As leishmanioses são doenças infecciosas contagiosas entre os animais o ser humano, que ocorre através da picada do mosquito fêmea infectado chamada Lutzomyia longipalpis. Pode ser transmitida também através de transfusão sanguínea.<br />
Segundo a Organização Mundial da Saúde,esta enfermidade apresenta aproximadamente 12 milhões de casos, com mortalidade anual em torno de 60 mil pessoas e que, cerca de 350 milhões de indivíduos estão expostos ao risco de adquirir a infecção. É um grave problema de saúde pública presente nos quatro continentes, sendo que 90% dos casos estão concentrados na Índia, Nepal, Sudão, Afeganistão, Bangladesh e Brasil. Estão amplamente distribuídas nas regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste.<br />
                As leishmanioses em gato doméstico têm sido relatadas esporadicamente em várias partes do mundo como Europa, incluindo Portugal, Itália, França, Espanha, Grécia e também, em países como Israel/Palestina, Egito, Suiça, Irã, Guiana Francesa, Venezuela e Brasil.<br />
A adoção de gatos como animais de estimação, no Brasil, tem aumentado bastante nos últimos anos. O gato doméstico pode ser infectado, podendo ou não ter sintomas (nódulos ou feridas no focinho, lábios, orelhas e pálpebras e alopecia).O quadro clínico na leishmaniose felina é inespecífico e assemelha-se aos sinais clínicos apresentados pela espécie canina, dentre eles anorexia, vômito, aumento de linfonodos, dermatites, uveítes, perda de pêlo, edema, hipertermia e atrofia do músculo temporal.<br />
A doença em felinos geralmente está associada a outras doenças que causam imunossupressão, como a FIV (Vírus da Imunodeficiência Felina) e FeLV (Vírus da Leucemia Felina) demonstrando resultado positivo nos exames mesmo na ausência de sinais clínicos atribuídos a enfermidade, indicando a existência de animais que, mesmo aparentemente saudáveis, na presença do mosquito pode transmitir a doença ao ser humano.Como consequência, muitos animais só são diagnosticados quando apresentam sintomas, sendo necessários exames para o diagnóstico definitivo da doença. É importante ressaltar que existe tratamento para a doença e que deve ser realizado exclusivamente pelo médico veterinário, porém, não há cura para a doença.<br />
A prevenção é através da instalação de telas de proteção no ambiente contra o mosquito associado ao uso coleira repelente recomendada para felinos. Não há vacina indicada para felinos. (colaborou Dra Bianca Lomasi &#8211; Médica Veterinária)</p>
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