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	<title>Diga Não à Leishmaniose &#187; #coleirascalibor #msdsaudeanimal #leishmaniose #sanimvet #projetopacotinhodeamor #museudoipiranga #oabipiranga</title>
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		<title>AGOSTO VERDE : Leishmaniose em gatos: sinais e prevenção.</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Sep 2024 00:59:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diga Não à Leishmaniose]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[AGOSTO VERDE é o mês da conscientização nacional da leishmaniose, estabelecido desde 2016. A leishmaniose visceral é uma doença causada pelo protozoário do gênero Leishmania spp. Este parasita é transmitido através da picada dos mosquitos dos gêneros Lutzomyia e Phlebotomus, também conhecidos como “mosquitos-palha” ou flebotomíneos respectivamente. Embora afete principalmente humanos e cães, os gatos também podem contrair a doença. Em gatos, a leishmaniose geralmente se manifesta &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h1><b>AGOSTO VERDE </b>é o mês da conscientização nacional da leishmaniose, estabelecido desde 2016.</h1>
<div>
<p>A leishmaniose visceral é uma doença causada pelo protozoário do gênero <em>Leishmania</em> spp. Este parasita é transmitido através da picada dos mosquitos dos gêneros<em> Lutzomyia</em> e <em>Phlebotomu<wbr />s</em>, também conhecidos como “mosquitos-palha” ou flebotomíneos respectivamente.<em> </em>Embora afete principalmente humanos e cães, os gatos também podem contrair a doença.</p>
<p>Em gatos, a leishmaniose geralmente se manifesta de forma subclínica, levando à dificuldade no diagnóstico da doença nesta espécie.</p>
<p>A seguir, fornecemos informações detalhadas sobre a manifestação da leishmaniose em gatos e seu manejo clínico.</p>
<h2 id="m_-7401153150735707592m_-1445729837226698392gmail-h-caracteristicas-gerais">Características gerais</h2>
<p>A leishmaniose é uma doença endêmica presente em vários países da América Latina, Mediterrâneo Europeu, Oriente Médio e Ásia. Devido à sua ampla distribuição geográfica e ao seu complexo ciclo de transmissão, é considerada uma das doenças vetoriais de maior impacto na saúde pública no mundo.</p>
<p>Foram identificadas mais de 30 espécies de <em>Leishmania spp.</em>, das quais pelo menos 20 são patogênicas para mamíferos.</p>
<p>A Organização Pan-Americana da Saúde estima que a leishmaniose é endêmica em 98 países e territórios e que mais de 350 milhões de pessoas estão sob risco de serem infectados pelo parasita.</p>
<p>Em relação aos animais domésticos, <em>L. infantum</em> é a espécie de maior prevalência nesse grupo. Essa espécie acomete principalmente cães, causando a Leishmaniose Visceral Canina, uma das doenças zoonóticas mais importantes da América Latina.</p>
<p>A presença da <em>leishmania</em> em animais domésticos não afeta apenas a saúde e bem-estar desses animais, mas também pode aumentar o risco de transmissão da doença para os humanos.</p>
<p>O gatos podem ser infectados pelas mesmas espécies de l<em>eishmania</em> encontradas nos cães, no entanto, é importante mencionar que a taxa de infecção em felinos é menor e existem menos casos relatados.</p>
<p>Embora ainda não existam estudos específicos sobre a via de transmissão da <em>Leishmania</em> spp. em felinos, sabe-se que a principal forma de contágio é através da picada de flebotomíneos infectados. Por outro lado, até o momento, não há estudos suficientes que demonstrem a transmissão vertical e horizontal em gatos, como demonstrado em cães, humanos e camundongos.</p>
<h2 id="m_-7401153150735707592m_-1445729837226698392gmail-h-sinais-e-sintomas">Sinais e sintomas</h2>
<p>Embora a leishmaniose em gatos geralmente seja assintomática, aqueles que apresentam sinais clínicos geralmente têm algum tipo de comprometimento imunológico, geralmente uma infecção concomitante com agentes retrovirais (FIV e/ou FeLV), estão sob tratamentos imunossupressores ou apresentam doenças crônicas e degenerativas.</p>
<p>Em gatos sintomáticos, é comum observar a apresentação cutânea da leishmaniose, caracterizada pela presença de lesões dérmicas e mucocutâneas. Entre elas se destacam:</p>
<ul>
<li>Úlceras</li>
<li>Nódulos</li>
<li>Alopecia</li>
<li>Dermatite esfoliativa</li>
</ul>
<p>Tanto os nódulos quanto as úlceras podem ocorrer de forma localizada ou generalizada, distribuindo-se ao redor da cabeça, especialmente na região do nariz, boca e pálpebras, assim como na região distal dos membros. Devemos considerar que as úlceras podem se agravar devido a infecções bacterianas secundárias.</p>
<p><img class="aligncenter wp-image-2141 size-medium" src="http://diganaoaleishmaniose.com.br/wp-content/uploads/2024/09/gatocomleish-300x233.jpeg" alt="gatocomleish" width="300" height="233" /></p>
<p>Por outro lado, a dermatite esfoliativa, ao contrário do que ocorre em cães, é menos comum em felinos.</p>
<p>Também podem ocorrer sintomas inespecíficos, como perda de peso, falta de apetite, desidratação, letargia e linfadenomegalia generalizada.1</p>
<p>Nos casos relatados, foram mencionadas as seguintes alterações hematológicas2,3</p>
<ul>
<li>Anemia normocítica normocrômica arregenerativa</li>
<li>Pancitopenia</li>
<li>Hiperproteinemia por hipergamaglobulinemia</li>
<li>Aumento das enzimas hepáticas</li>
</ul>
<h2 id="m_-7401153150735707592m_-1445729837226698392gmail-h-diagnostico"><span style="font-size: large;">Prevenção e considerações</span></h2>
<p>Embora os cães sejam considerados os principais reservatórios de <em>Leishmania infantum</em>, pesquisas recentes indicam que os felinos também podem atuar como reservatórios secundários da doença. Isso significa que, embora os gatos não sejam essenciais para a sobrevivência do parasita na população de mamíferos, eles podem abrigar a doença para outros indivíduos.</p>
<p>Mais estudos são necessários para entender completamente o papel epidemiológico dos gatos na transmissão da <em>Leishmania </em>spp. Infelizmente não há uma vacina para os pets.</p>
<p>Portanto, para prevenir a doença na população, é necessário adotar uma série de medidas preventivas multifatoriais. Essas medidas devem se concentrar principalmente na erradicação do flebótomo nos lares.</p>
<p>É importante tomar medidas para evitar que os cães, os principais reservatórios da doença, contraiam a infecção. Para isso, possíveis medidas a serem implementadas são:</p>
<p>No lar:</p>
<ul>
<li>Erradicar ervas daninhas e vegetação ao redor das residências</li>
<li>Evitar o acúmulo de resíduos orgânicos</li>
<li>Evitar locais de reprodução do vetor, principalmente durante o entardecer e anoitecer</li>
<li>Implementar medidas de saneamento ambiental com inseticidas</li>
<li>Utilizar repelentes e telas mosquiteiras</li>
<li>Manter limpo o ambiente de moradia dos <em>pets</em></li>
</ul>
<p>Em relação aos cães:</p>
<ul>
<li>Usar inseticidas repelentes de liberação constante e longa duração (coleiras, pipetas)</li>
<li>Controlar ativamente cães com suspeita clínica da doença e realizar monitoramento sorológico.</li>
</ul>
<p>É indispensável conscientizar a população sobre a importância de seguir essas medidas preventivas, incentivando a colaboração e o compromisso na prevenção da leishmaniose visceral. A erradicação dessa doença requer uma abordagem integral e colaborativa, onde a eliminação do flebótomo e a proteção dos cães são as medidas prioritárias.</p>
<p>A prevenção da leishmaniose é uma tarefa a longo prazo que requer um compromisso compartilhado entre a comunidade, os profissionais de saúde e os tutores dos <em>pets</em>.</p>
</div>
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		<title>AGOSTO VERDE &#8211; CONSCIENTIZAÇÃO DA LEISHMANIOSE</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Aug 2024 02:57:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diga Não à Leishmaniose]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[AGOSTO VERDE &#8211; CAMPANHA &#8220;DIGA NÃO À LEISHMANIOSE&#8221; CONSCIENTIZA SOBRE A PREVENÇÃO DA DOENÇA QUE OS HUMANOS TAMBÉM SÃO VÍTIMAS!   Leishmaniose &#8211; segunda enfermidade que mais mata humanos no mundo, depois da malária e é negligenciada pela saúde pública. Para a leishmaniose, calazar ou doença do mosquito palha, como é conhecida em várias regiões, infelizmente &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="gmail_default"><span style="font-size: large;"><b>AGOSTO VERDE &#8211; CAMPANHA &#8220;DIGA NÃO À LEISHMANIOSE&#8221; CONSCIENTIZA SOBRE A PREVENÇÃO DA DOENÇA QUE OS HUMANOS TAMBÉM SÃO VÍTIMAS!</b></span></div>
<div class="gmail_default"><span style="font-size: large;"><b> </b></span></div>
<div>
<div class="gmail_default">Leishmaniose &#8211; segunda enfermidade que mais mata <b>humanos no mundo</b>, depois da malária e é negligenciada pela saúde pública. Para a leishmaniose, calazar ou doença do mosquito palha, como é conhecida em várias regiões, infelizmente não há uma medida cem preventiva como uma vacina e entendemos que, para os humanos, é apenas informação correta, repelente e muito cuidado para não ser picado pelo inseto transmissor. Oremos!!!</div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default">De cor alaranjada, se reproduz em restos orgânicos e adora umidade. Sabe aquela mosquinha do ralo que aparece quando há umidade? Então, ele é parente dela, só que se chama flebotomíneo, é minúsculo, com 3mm e quase imperceptível. Sua picada é indolor e os sintomas da doença aparecem após seis meses a 1 ano, causando um estrago considerável.</div>
<div class="gmail_default">
<div id="attachment_1750" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><img class="wp-image-1750 size-medium" src="http://diganaoaleishmaniose.com.br/wp-content/uploads/2019/02/Vai-para-praia-ou-campo_-Não-se-esqueça-de-proteger-o-seu-pet.-Cães…-300x300.jpeg" alt="A coleira scalibor é a mais efeicaz coleira para não só repelir, mas matar o inseto. Ela ajuda o meio ambiente." width="300" height="300" /><p class="wp-caption-text">A coleira scalibor é a mais efeicaz coleira para não só repelir, mas matar o inseto. Ela ajuda o meio ambiente.</p></div>
</div>
<div class="gmail_default">Para os cães, temos a <b>coleira SCALIBOR da MSD SAÚDE ANIMAL</b>, que já foi usada em várias cidades como medida preventiva e teve muita eficácia. Nenhuma outra tem a mesma comprovação. Temos outras no mercado e também as pipetas que podem ajudar no combate, fique atento a bula e a recomendação do veterinário, importante sempre consultá-lo.</div>
<div class="gmail_default">O Bom da coleira, é que ela ajuda o meio ambiente, favorecendo aos humanos também, pois além de repelir, ela mata o inseto.</div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default">Próximo a São Paulo, temos várias cidades que já tem o mosquito que são: <b>Cotia, Embu e Indaiatuba</b>. Próximo a essas cidades é preciso cuidar bem dos pets.</div>
<div class="gmail_default"><b>PRÓXIMA EDIÇÃO FALAREMOS SOBRE A LEISHMANIOSE FELINA. FIQUE LIGADO!</b></div>
</div>
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		<title>Cuidados básicos com o pet na hora do banho</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Nov 2022 00:25:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diga Não à Leishmaniose]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vai dar banho em casa? Então você precisa saber dessas dicas importantes. Muitos donos de pets estão optando por dar banho em casa ao invés de levar o animal de estimação em um lugar específico. Mas para que tudo corra bem, é preciso ficar atento aos cuidados básicos na hora de dar banho em cães e gatos em casa. &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="gmail_default">Vai dar banho em casa?</div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default">Então você precisa saber dessas dicas importantes.</div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default">Muitos donos de pets estão optando por dar banho em casa ao invés de levar o animal de estimação em um lugar específico. Mas para que tudo corra bem, é preciso ficar atento aos cuidados básicos na hora de dar banho em cães e gatos em casa.</div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default"><b><i>TEMPERATURA DA ÁGUA</i></b></div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default">Dar banho em um pet é muito semelhante a um bebê, pois a água precisa estar morna. A dica é sentir no antebraço para ver se a temperatura está agradável. Jamais use água muito quente, pois pode queimar a pele do animal, ou água gelada, que pode gerar hipotermia.</p>
</div>
<div class="gmail_default"><b><i>CUIDADOS ESPECIAIS</i></b></div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default">É preciso tomar cuidado com a região da cabeça em geral, em especial orelhas e olhos. Em relação às orelhas, o ideal é o <b>uso de algodão</b> para que a água não entre no conduto auditivo – <b>é MUITO importante retirá-los</b> logo após o banho. Já em relação aos olhos, é importante manter a cabeça do animal levantada para não escorrer o shampoo na região, evitando assim uma possível irritação.</div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default"><b><i>SHAMPOO IDEAL</i></b></div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default">O shampoo precisa ser levado em consideração, já que existem diversas marcas à venda e nem sempre elas são as melhores à pelagem do animal. Vale a pena perguntar a um profissional qual é o melhor shampoo indicado para a raça do seu animal, pois a sensibilidade da pele e o pelo mudam bastante.</p>
</div>
<div class="gmail_default"><b><i>CUIDADOS NA SECAGEM </i></b></div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default">Na hora de secar, o secador é item obrigatório. O ideal é secar o animal com secador em temperatura morna e nunca deixar o pet exposto ao frio após o banho.</div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default"><i><b>LEMBRE-SE SEMPRE</b></i></div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default">Como com uma criança, esse é um momento precioso de contato com o seu pet, por isso aproveite para mimá-lo e deixa-lo bem relaxado além de limpinho e cheiroso. Até a próxima!</div>
<div class="gmail_default"></div>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Humanos morrem de leishmaniose</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Aug 2022 14:16:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diga Não à Leishmaniose]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mas, o que é a leishmaniose? Independente de nível cultural ou social, as pessoas não sabem do que se trata essa grave doença. Segunda doença que mais mata humanos no mundo, depois da malária e negligenciada pela saúde pública. A leishmaniose, calazar, doença do mosquito palha, como é conhecida; para a leishmaniose infelizmente não há &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter wp-image-1954 size-medium" src="http://diganaoaleishmaniose.com.br/wp-content/uploads/2022/07/IMG_2402-300x298.jpg" alt="IMG_2402" width="300" height="298" /></p>
<p>Mas, o que é a leishmaniose?</p>
<p>Independente de nível cultural ou social, as pessoas não sabem do que se trata essa grave doença.<br />
Segunda doença que mais mata humanos no mundo, depois da malária e negligenciada pela saúde pública. A leishmaniose, calazar, doença do mosquito palha, como é conhecida; para a leishmaniose infelizmente não há uma medida preventiva como a vacina, e entendemos que para os humanos, é apenas informação correta, repelente e muita oração para não ser picado pelo inseto. Ele que tem cor alaranjada, se reproduz em restos orgânicos e adora umidade. Sabe aquela mosquinha do ralo que aparece qdo tem umidade? Então, ela é parente dessa mosquinha, só que essa, que se chama flebotominio, é minúscula, com 3mm e quase imperceptível. Sua picada é indolor e os sintomas da doença aparecem após 6 meses a 1 ano, causando um estrago no ser humano.<br />
Anemia profunda, desânimo, feridas na pele, ela é silenciosa. Muitos humanos vão a óbito acometidos por ela. Muito já se conseguiu, pois existem muitas pessoas que lutam pela causa há anos.<br />
A campanha, ”DIGA NÃO À LEISHMANIOSE”, iniciou um trabalho de conscientização e prevenção da doença em 2005 e desde então, faz uma divulgação incessante sobre a doença, para que as pessoas tomem os devidos cuidados e se previnam.<br />
Os cães são as maiores vítimas do reino Pet, são picados e vários vão a óbito. A vantagem e a “sorte” deles, é que temos vários métodos preventivos, como coleiras, pipetas e vacina, lembrando que todo método preventivo é sempre, 70% de<br />
Prevenção. A única coleira indicada para a prevenção, aprovada pela ANVISA é a Coleira Scalibor.</p>
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